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Professora de Matemática do Estado do RJ e do Município do Rio de Janeiro; tutora presencial do CEDERJ; pós-graduanda em Planejamento, Gestão e Implementação da EaD pela UFF.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Que saco!

Tô com raiva. Muita raiva. Morrendo de raiva.
Eu escrevi um texto GIGANTE com o título "Retrospectiva 2009" e na hora de postar minha conexão falhou.
Ok, sem pânico, pois o texto é salvo como rascunho automaticamente, certo?
ERRADO!
Eu perdi tudo que escrevi.
Ódio!!!!!!!!!

Não vou lembrar nem da metade do que escrevi antes e não tenho mais saco também. Tô com raiva.
Putz, logo hoje que me animei pra escrever aqui.
Saco.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

É Natal lá lá lá


Lá vem ele, o bom velhinho vai finalmente sair de seu período de hibernação e perder uns quilinhos na entrega dos presentes.
Não tenho nem ideia do que o Papai Noel faz o ano todo, já que só trabalha no Natal e quem faz os brinquedos durante o ano são os anões, duendes e elfos (sim, elfos!! rs).
Talvez isso explique aquela pança enorme que ele tem, deve ficar o ano todo deitado no sofá assistindo novela e comendo bolinho de chuva.
Ê vida boa, hein... Deve ser bem remunerado, pois com um dia de trabalho ele consegue sustentar a casa por 364 dias! Acho que vou me candidtar ao cargo! :)

Eu amo o Natal! Mas.... tem gente que exagera nas declarações de amor...

Aqui na minha rua tem uma casa que mais parece um carro alegórico! Acho que a pessoa reuniu todos os enfeites de Natal de 5 gerações de sua família e colocou tudo de uma vez na casa! Não dá nem pra olhar por muito tempo, se ficar 5 minutos olhando você fica até vendo coisas, o mundo começa a ficar mais colorido, começa a rodar... é praticamente um alucinógeno.
Não estou exagerando, a casa está realmente, literalmente, totalmente enfeitadaa!

Será que isso é para o Papai Noel enxergar a casa deles primeiro?
Ou eles querem que a casa apareça no Google Earth como naquele filme "Um natal brilhante"?
Seja lá o que for, não é um comportamente normal. Eu tenho medo daquele lugar... ainda bem que não conheço os moradores, devem ser pessoas esquisitas.
Ah, e parece que a cada dia surge um novo enfeite. Toda vez que olho vejo algum pisca-pisca novo... Sinistro! Deve ter alguma competição pré-carnavalesca da casa mais enfeitada do bairro com temas natalinos e eu não tô sabendo...

--

Pessoas, estou com saudades de vocês e de postar aqui!
Porém a vida tá corrida, assim que os dias mais frenéticos passarem virei aqui com calma para escrever sobre as últimas novidades: Váários livros novos e viagem nas férias :)

BeijO*

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Stu, a cacatua

Acho que vou comprar o livro que deixou Sheldon bem animado na livraria quando estava em busca de algum que explicasse como fazer amigos - Stu, a cacatua.
Ou quem sabe até tentar o "The Friendship Algorithm" inventado por ele.



Preciso de alternativas ou orientação psicológica (ou psiquiátrica) porque, definitivamente, não sei fazer amigos. Não tenho o dom e as pessoas parecem fugir de mim.

Hoje o meu ônibus decidiu demorar mais que o normal na hora de voltar para casa, depois do curso de inglês. Como pego o mesmo ônibus, no mesmo horário toda semana, obviamente reconheci as pessoas que também esperavam por ele.
Todas os ônibus passaram e o ponto foi ficando vazio... até que ficamos apenas nós de Campo Grande esperando o querido S-07. Pensei com meus botões "Hmmm, uma boa oportunidade de fazer amigos, vou puxar assunto!". Sem saber bem o que fazer comentei, idiotamente, sobre a demora e tal. Para minha surpresa eles responderam gentilmente, ficando felizes por alguém ter quebrado o silêncio. Uma das garotas resolveu pegar outro caminho e só ficamos nós 3 (eu, a menina da bunda grande e o guri) lá.
A menina que ficou era bonita e depois que eu quebrei o gelo ela soltou a matraca. Como falavaaa! E o menino, obviamente, voltou toda atenção para ela (claro, ela estava com calça de ginástica e tinha a bunda grande, não há como concorrer com isso).
Por causa da minha atitude os dois que nem estavam se falando começaram a conversar freneticamente até que, pouco a pouco, fui me sentindo excluída do assunto. Quando percebi os dois estavam todos amiguinhos e eu, babaca, sozinha.

Aprendi a lição: Só puxar assunto com pessoas sozinhas. Assim não corro o risco de ser preterida e excluída da conversa.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

A dor que dói mais é aquela que não tem explicação, que médico algum poderia diagnosticar, que pessoa alguma poderia compreender.
Só quem sente sabe o que é.
Dói.
Dói demais.
E parece que não haverá cura.

domingo, 1 de novembro de 2009

Preferencial

Eu evito sentar naqueles assentos preferenciais em ônibus, trem, metrô e etc. Me sinto constrangida por estar no banco que não foi feito pra mim e, além disso, toda vez que eu sento entra alguém preferencial e eu tenho que levantar. Aí sinto a pessoa me olhando como se eu tivesse cometendo um crime por estar ali. Ei, se as pessoas estiverem ausentes nós podemos SIM sentar naqueles banquinhos.
Enfim, por essas e outras eu evito.
Mas semana passada eu estava muito cansada e já estressada da vida e não tive outra opção, o único banco livro era preferencial, sentei.
Parei e fiquei lendo aquele adesivo no vidro com as explicações sobre quem poderia sentar ali. Para minha surpresa eu me encaixava nas condições e, pela primeira vez, fiquei com a consciência tranquila por estar ali.
Veja se não tenho razão. O banco é especialmente para:

1 - Pessoas obesas (Sim, pessoas obesas, essa é nova e ainda colocaram um boneco extremamente gordo para ilustrar)
Estou acima do peso, basta olhar pra mim para saber disso. E se ainda assim houver dúvida, pegue calculadora, balança e fita métrica: vamos calcular meu IMC. O banco é meu por direito :D

2 - Mulheres grávidas
Devido à obesidade minha barriga gigante mais parece uma criança de 7 meses, me sinto como uma mulher grávida. E no aviso não especifica se a gravidez psicológica está excluída dos benefícios. Logo... também posso me sentar ali.

3 - Pessoas com bebês ou crianças de colo
Tenho uma relação quase maternal com minha mochila, um amor incondicional, coisa de mãe. E ela é muito pesadinha, mais que um bebê normal. É a minha bebezinha gorducha. Sim, minha mochila merece tanto quanto os bebês de verdade aquele posto no ônibus.

4 - Idosos
Eu sou uma jovem idosa. Tenho dores de velho, mentalidade de pessoa idosa e gosto de coisas que meus sobrinhos dizem que é de velho. Ou seja, sou uma velha. O lugar é meu.

5 - Pessoas com deficiência
Meus amigos vivem dizendo: 'Vivi, você tem problemas, não pode ser normal". E eu não discordo disso. Problemas psicológicos também são um tipo de deficiência se você pensar por um lado. Sou ansiosa, ciumenta, estressada e estou em depressão (quase). Ou seja, não estou em condições normais como a maioria da população.

Yuuupi! Sou preferencial, posso descansar minhas perninhas :D

P.S.: Aos desavisados: É óbvio que isso é uma brincadeira e sempre dou meu lugar para pessoas nessas condições, pois se tem uma coisa que eu respeito muito é isso. Embora as pessoas mal agradecidas nem segurem a minha mochila, rs.

domingo, 30 de agosto de 2009

Cinco

1 - Você, mulher moderna, já parou para pensar em que tipo de avó você será? Aquela imagem que temos de vovó velhinha, com roupas que parecem camisola e coque no cabelo, não mais existirá daqui uns anos. Primeiro porque estamos envelhecendo bem, porque temos nossas carreiras e não pretendemos ficar apenas em casa preparando biscoitos e bolos para os netinhos. Só que é estranho pensar em uma vovó batendo papo via msn e com o celular sempre pronto para uma twittada básica!

Por que eu tô pensando nisso? Fui dar aula na casa de uma aluna e a vovózinha dela veio me atender. Imagine aquela velhinha bem velha, estilo vó do piu-piu, tipo Maria Luíza, como a velhinha do filme Duplex, quase Dercy Gonçalves, enfim... Eu fiquei pensando: 'que senhorinha com carinha de vovó' e fiquei conversando com ela enquanto a aluna não se aprontava. Estávamos falando sobre café a velhinha manda: "café é bom demais, eu gosto, dá um lift*, né?". Como assim dá um lift? Nossa, uma vovó usando inglês num bate papo, cara!

São as vós do amanhã...

*lift /lIft / verbo, substantivo

1 vt lift sb/sth (up) levantar alguém/algo
2 vt (embargo, toque de recolher, etc.) suspender

2 - Os vendedores ambulantes dos ônibus e trens da vida são muito engraçados e criativos! O homem entrou vendendo aquele Mentos chiclete e não economizou na hora de divulgar: "Senhores passageiros, esse é o mais novo lançamento, novidade da Mentos, o chichete que é melhor que o 'traidenti' (ele disse assim), é melhor porque esse aqui é produto europeu". Cara, europeu, tive que comprar. Há.

3 - Ainda no mesmo ônibus, estava eu lá olhando a rua quando passa um caminhão daqueles com caçamba com vários homens gritando, chamando atenção das pessoas no ônibus e, adivinhem só, DANÇANDO! Quase o Village People da Avenida Brasil. Eu ri.

4 - Há tempos venha ouvindo uma música chamada 'Esconderijo' da Ana Cañas na MPB FM, mas nunca tinha escutado nada mais dessa cantora. Hoje eu baixei o CD 'Hein?' (adorei o título) e vi uns vídeos no Youtube. Uau. Que show. Adorei. Ela é bem poética e tem um jeito meio louco de ser. Identificação, né?


5 - Comprei finalmente o meu querido livro 'O diário de Bridget Jones', é ainda melhor que o filme, claro. Várias passagens sublinhadas, nossa, eu 'me li' ali várias vezes. E que chegue logo o meu Mark Darcy :-)

BeijO*

terça-feira, 25 de agosto de 2009

É apenas o começo!

Hoje começou a cair a ficha de que estou formada!
Acabou, não posso mais preencher cadastros como "estudante". Nova categoria: "desempregada" (por pouco tempo, rs).

Que o tempo passa rápido demais todos sabemos, mas mesmo sabendo disso parece que sempre deixamos de aproveitar algo mais.

Foram 4 anos e 6 meses! E eu me lembro perfeitamente do meu primeiro dia de aula.
Cômico.
Viviane com seus 17 anos entrando em uma Universidade pública, longe de casa, sem conhecer praticamente ninguém. Muitos falaram que eu ia desistir logo, que seria muito difícil, que eu não iria aguentar acordar tão cedo (4h30min da madruga) todos os dias, e etc... Mas muitos também estiveram ao meu lado o tempo todo, apoiando, ajudando financeiramente e etc.
Voltando ao primeiro dia de aula (rs)... Lembro da minha roupa!! Que por sinal foi escolhida a dedo para o tão esperado dia (que tolinha!): Blusa verde (lóóógico) tipo regata com outra branca por baixo (daquelas 2 em 1), calça jeans e All Star vermelho (grande companheiro)! Tudo isso pra que??? Ah, pra voltar pra casa suja de tinta do trote! :-P
Eu, toda bicho do mato, no primeiro dia de aula não sabia nem onde era a sala! A UERJ pra quem não conhece é assustadora, são tantas rampas e escadas que qualquer um fica perdido, até hoje eu me perco lá dentro, rs rs. Enfim... fiquei que nem uma pata rodando pelo 6º andar sem saber onde era a sala e com vergonha de perguntar.
Nunca gostei muito de falar com as pessoas... (autismo crônico)
Fiquei lá perambulando pelo corredor até que uma alma boa me indicou o caminho das pedras!! E por conta desses imprevistos, cheguei atrasada em minha primeira aula!
O que dizer da primeira aula? INESQUECÍVEL. Por "n" motivos: aula de Cálculo I (o terror dos calouros), cheguei atrasada (depois fiquei sabendo que o professor odiava), só vi um rosto familiar na turma (Ariane \o/), não entendi NADA do que o professor falou, a voz dele era incompreensível, o professor era nada mais nada menos que o PINHA e parecia o "pegue o pombo".
Antes mesmo de acabar a aula os veteranos já estavam gritando "trote" pelo corredor e mal o professor saiu eles invadiram a sala. O trote não foi ruim, divertido até, ajudou a socializar um pouco... Nada além do clássico: tinta, elefantinho pelos DOZE andares da UERJ, cantar, pedir dinheiro e etc.
E na volta pra casa tive a companhia de minha querida amiga Ariane que era o único ser conhecido naquele antro, estudou comigo no Ensino Médio. Me agarrei na bichinha e não soltei mais, até hoje estamos sempre juntas :-)
E assim acabou o primeiro dia...
Sem o glamour que eu tinha sonhado, um pouco assustador, mas mesmo assim saí de lá com a esperança de fazer os próximos anos espetaculares. Afinal, eu conquistei o objetivo, passei no vestibular... Só não sabia que o vestibular era a etapa mais fácil, rs rs.
Tá! Eu tô nostálgica. E assim ficarei até a minha colação de grau que será dia 15/09 (todos mais que convidados!!).
Hoje eu peguei os convites! Estou horrível nas fotos, mas o convite tá lindo!!!
Nos próximos dias pretendo escrever um pouco sobre a minha experiência na graduação e dividir com vocês alguns dos momentos mais felizes da minha vida!

=**

sábado, 22 de agosto de 2009

All Magazine

Quero convidar a você que entra sempre aqui para conhecer o mais novo projeto que estou participando.
É a revista diária na internet "All Magazine", onde escrevo todos os sábados uma coluna sobre livros, cinema e outras coisitas mais. É um espaço que está começando agora, mas que tem tudo pra dar certo, pois conta com o apoio de pessoas responsáveis e determinadas em fazer da All um cantinho especial para sua leitura diária.
São 7 colunistas, um para cada dia da semana, que abordam temas diversos, tem assunto para todos os gostos, todas as tribos. Com certeza você irá se identificar com pelo menos uma das matérias.
Então não esqueça de colocar a All Magazine nos seus favoritos!
Conto sua visita lá todos os dias, principalmente aos sábados! ;-)
BeijO**

Para você...

Todo relacionamento é difícil.
Seja ele um amor, uma amizade, uma relação familiar, profissional. Eu não sei lidar muito bem com isso, eu sou boba, eu me apego e sempre acabo sofrendo.
Acreditar demais nas pessoas, se entregar demais, imaginar demais, idealizar... Coisas que deveríamos evitar, apenas para a queda não ser tão dolorida.
Pior é ouvir de quem você confia palavras duras, que cortam o coração.

Você não quis me compreender.
Você preferiu entender do seu jeito.
Você me colocou no lugar comum de onde eu tanto fujo.
Doeu saber o que você pensa de mim.
Doeu.
Mas eu gosto de você independente disso tudo, gosto de você pelo que já compartilhamos até aqui. Achei que depois daquela primeira discussão nunca mais iríamos brigar, porque conseguimos superar, eu pelo menos superei. Mas não foi assim, brigamos de novo e eu odeio ficar com raiva de você.
Não sou orgulhosa, te peço desculpas mesmo sabendo que não tive intenção nenhuma de te magoar.

Ainda quero ter sua amizade por muito tempo.

*Desculpe o post, mas precisava disso.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Sem muita paciência com esse povo ¬¬'

Olá, pessoal.
Saudade de estar aqui, mas ultimamente tá faltando tempo e também inspiração. É tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo que quando sento aqui não consigo decidir sobre o que escrever. Mas hoje eu tenho que colocar pra fora a minha raiva e indignação com a saúde pública brasileira e seus funcionários.
Eu espero do fundo do meu coração não precisar de hospital público, quero muito ter logo um emprego de verdade que me possibilite pagar um plano de saúde, pois é uma tristeza ter que enfrentar filas e ainda ter que aturar a falta de educação e paciência dos funcionários.
Tá certo que as condições de trabalho não são as melhores, paga-se pouco, não tem aumento, patati patatá, mas nada disso justifica trabalhar com aquela má vontade. Pra conseguir uma informação correta você tem que passar por umas 5 salas erradas, pra pegar o resultado de um exame tem que contar com a boa vontade de quem está lá atendendo.
Hoje ao ir buscar os exames da minha mãe a senhora que estava na recepção nem olhou pra minha cara, não respondeu ao bom dia, pegou o cartão da minha mãe, olhou por alto alguns papéis no arquivo e disse que não estava lá, que já deveria estar no prontuário (duvidei, né, eles não seriam tão organizados). Fomos para o consultório e quando a médica pegou o prontuário "cadê?", não estavam lá. Lá fui eu de novo na sala de exames, só que entreguei o cartão para outro senhor que pelo menos dessa vez se deu ao trabalho de olhar as fichas uma a uma para procurar a da minha mãe. E os exames estavam lá. A bicha feia mal educada que não quis se dar ao trabalho de olhar.
Sei que a situação do brasileiro não é favorável, que é difícil arrumar um emprego e que nem sempre trabalhamos onde queremos. Mas ainda assim eu acho que temos que fazer nosso trabalho com amor e dedicação! Ainda mais quando lidamos diretamente com pessoas, principalmente em hospitais. O paciente não está ali porque quer, ele provavelmente está passando por uma situação complicada, está sofrendo, com dor, e etc. O que ele mais precisa é ser bem recebido, sentir segurança e alguma confiança naqueles que estarão tratando do seu problema.
Tenho que me segurar pra não brigar com esse tipo de gente que trabalha de cara feia, eu odeio essas atitudes mesquinhas. Não quer estar ali? SAI! Não vá descontar em quem não tem nada a ver com seus problemas pessoais.
O mesmo se aplica à minha profissão, também trabalho diretamente com pessoas e preciso ter cuidado com certos detalhes, faço o maior esforço do mundo pra não transparecer meus problemas, mesmo quando estou muito mal, atordoada, tento tratar meus alunos da melhor maneira possível, com carinho e cuidado. É o que eles precisam e esperam de mim. E não faço mais do que a minha obrigação, pois eu escolhi isso pra minha vida, eu amo o que faço, sei que não vou ganhar rios de dinheiro, sempre soube disso, não posso reclamar agora. Tô aqui porque quero.

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BeijO**

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Gentileza gera Gentileza

Saudade de parar aqui pra escrever neste cantinho que já é tão especial. Mas cá estou dando uma fugidinha da rotina de escrava lerê-lerê para dividir algumas coisas.

Fiquei feliz hoje, o mundo não está totalmente perdido e ainda existem pessoas boas. Fui ao banheiro do Shopping e esqueci meu celular, só me dei conta disso uns 5 minutos depois quando estava na fila do elevador, aí voltei ao banheiro, mas logicamente não estava mais lá. Bateu aquele desespero, pensei: "já era". Meu celular é horrível, velho e tá todo arrebentado, mas ele liga e eu uso para resolver problemas do trabalho, para marcar aulas, é meu elo de contato com os alunos, ou seja, mesmo todo cacarecado ele é muito importante pra mim. Então, fui procurar um telefone público para tentar ligar para meu celular e falar com a pessoa que achou, pois provavelmente ainda estava no Shopping também. Liguei e deu ocupado, pensei: "já era²". Aí tive a brilhante ideia de ligar para uma amiga para que tentasse entrar em contato também, e ela conseguiu falar com a pessoa que achou!!!!!!!! A mulher que achou entregou na Loja da Oi do Shopping e o rapaz já tinha ligado para minha casa avisando que tinha encontrado e que eu poderia ir lá buscar. Sério, nem acreditei, eles foram muito rápidos em me ajudar. Em menos de 10 minutos eu já estava com meu celular em mãos de novo.
Por mais que tenhamos mil motivos para acreditar que as pessoas só querem ganhar, ganhar e ganhar mais e mais sem pensar no próximo, temos que admitir que ainda encontramos pessoas boas, que pensam no semelhante. Eu acredito e tenho fé no ser humano.

É como já dizia o véio carioca também maluco beleza:


Mudando de assunto, preciso dizer e cantar que "O Rio de Janeiro continua lindo, o Rio de Janeiro continua sendo..."

Moro na cidade maravilhosa desde quando nasci e só agora, aos 21 anos, estou tendo a oportunidade real de saber porque minha cidade é chamada assim. Nós que somos da parte pobre da cidade, ou seja, Zona Oeste, Baixada e adjacências não temos muita noção das maravilhas que nos cercam. Geralmente ficamos preso à rotina de escola/trabalho/faculdade/casa e nos momentos de lazer escolhemos lugares próximos. Sem contar que as opções de transporte são péssimas também.

Ora, passamos duas horas dentro de um ônibus para ir trabalhar, mas não podemos fazer o mesmo para passear e divertir?

Confesso que nunca fui de sair para Zona Sul nos momentos de diversão, mas agora eu começarei a ir, são tantos lugares legais, tantos teatros, museus, nossa... E tem também os pontos turísticos mais badalados do RJ, como o Cristo ou Pão-de-açúcar, que eu, carioca da gema, nunca fui!!!! E muitos cariocas estão na mesma situação, vivem aqui no RJ e nada aproveitam do que tem de maravilhoso.

O meu trabalho escravo lerê-lerê está me dando a oportunidade de conhecer muitos desses cantinhos especiais da cidade. Já que eu não ganho bem pelo menos aproveito o visual do caminho. Fico que nem criança na janela do ônibus, observando tudo que se passa.

Quero escrever sobre algumas manchetes de jornais que vi, mas estou morrendo de sono, fica para a próxima.

BeijO**

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Morrer é a solução

A TV só tem um assunto: Morte de Michael Jackson.
Tá certo que o cara foi um ícone, uma grande estrela e tal, mas ele só morreu, mais nada.
A mesma imprensa que só citava seu nome quando ele suspostamente tarava menininhos agora coloca Michael no mais alto pedestal, dizendo que lamenta muito a sua morte.
O que me faz concluir que morrer é a solução.
De rei do pop esquecido à manchete em todos os jornais, revistas e programas, Michael Jackson morto é um sucesso.

Reconheço o talento, o sucesso e a importância de Michael na história da música, mas ainda assim preciso confessar que tenho medo dele. Nesses últimos anos ele estava parecendo o fantasminha camarada.
O que é isso, companheiro?
Onde foi parar o nariz dele? o.O
Enfim, seja lá onde estiver, que descanse em paz.
E nós, reles mortais, teremos que suportar milhares de reportagens sobre a vida de Michael Jackson até que outro famoso morra ou que outro avião caia.
Repararam que ninguém lembra mais do avião da Air France?
¬¬'
BeijO*

quarta-feira, 24 de junho de 2009

terça-feira, 23 de junho de 2009

Apelidos

Estava pensando em quantos apelidos recebemos durante a nossa vida. Cada pessoa que conhecemos ou cada lugar onde vamos, seja lá onde estivermos, sempre vai ter alguém para nos chamar por algum nome incrivelmente estranho que nunca imaginamos.
Existem os apelidos clássicos, aqueles que as pessoas sem muita criativade e com mais noção das coisas vão usar, pois se é o que todo mundo te chama, não tem erro, não existe o risco de levar um baita 'fora'.
Existem os apelidos de família, aquele que sua mãe te chama, que deveria ficar ali entre vocês, mas que seu irmão escuta, que conta para o seu primo, que fala para sua tia, que conta para sua vó ... e quando você vê, já era, a família todo está te chamando por aquele apelidinho, que geralmente é vergonhoso. Caso do meu irmão Severino (ai, meu pai e seu gosto peculiar para nomes...) que é conhecido por todos como Bilú. Um homem enorme e barrigudo que se chama Bilú.
Existem os apelidos de escola, geralmente traumáticos, pois os amiguinhos do colégio são muito cruéis. Eles vão pegar aquela característica que você mais odeia, que você mais se envergonha de ter e vão te chamar assim pelo resto da vida. Até mesmo quando se encontrarem aos 40 anos de idade ele vai te chamar de 'bolinha', 'peitudo', 'mijão' e etc.
Existem os apelidos temporários, aqueles que você vai receber por ter feito, ou por ter acontecido, algo fora do normal em alguma situação. As pessoas vão te chamar assim por uma ou duas semanas e acabou. Nem vão lembrar mais do ocorrido...
E por último, mas não menos importantes, os apelidos imaginários. Ah, são os piores. Pois são aqueles que você nem sabe que tem, mas com certeza alguém pensa nele quando te encontra por aí, porém por educação e falta de coragem nunca vai te chamar assim. Bom, isso acontece comigo, acho que quase todas as pessoas que conheço têm apelidos imaginários, não por maldade, só que eu faço muitas associações. Por exemplo, tem um maluco que trabalha lá na xerox da facul que parece o Piu-Piu, toda vez que olho pra ele vejo o Piu-Piu, mas não tenho motivo nem intimidade pra chamar ele assim.
E por que eu falei em apelidos hoje?
É que tava pensando em uma família amiga da minha onde todas as pessoas têm apelidos e são chamadas por eles. Nada grave. Só que eu me dei conta que não sei o nome de ninguém, só os apelidos. Pessoas que conheço desde o dia que nasci, mas que não sei o nome... Que coisa.
E os apelidos são engraçados e sem sentido. Veja: Mãe - Nininha; Pai - Nanô; Filhos - Lula (é uma mulher), Suco (outra mulher e sim, é suco mesmo, não me pergunte o porquê), Ceiça (mais normalzinho), Póca e Néo. Ah, tem um filho normal, chamado Fabinho. O único que se livrou...
Eu mesma tenho vários apelidos. O clássico - Vivi; O clássico turbinado - ViviX (invenção minha, claro); Ane; Anerf (meu sobrinho depois que leu meu e-mail começou a me chamar assim...rs); Viva; Vick; Vi; Vívia; Vivinha; Vica; Biba (??? - coisas da minha mãe); Bibinha (mãe surtando mode ON); entre outros...
Também tenho a incrível mania de chamar as pessoas por vários apelidos diferentes. Meus sobrinhos que sofrem. Exemplos: Jadson - Jadinho, Dinho, Bibo, Bibinho, Bibensio, Bin, Bode, Bodão, Bodovsky, etc; Allan - xaxa, pipas, xá, e o mais novo, skimbó (kkkk).


Porém não tenho a criatividade que o Marcelo Tas (CQC) tem, ele inventa os apelidos mais legais para chamar as matérias dos meninos. Danilo (capeta em forma de guri) , Rafa (pudim de jiló, e etc), Oscar (pequeno pônei - clááássico) e Felipe (o crespo mais lisinho do Brasil) recebem um apelido novo a cada reportagem. Morro de rir. Adoro CQC.

Por hoje é só! Apenas uma passagem rápida por aqui para descontrair. É como dizem por aí: Nem só de posts cults viverá o homem ;-)


Um beijo, meu povo!

sábado, 20 de junho de 2009

Geração Blush

Não sei se eu estou realmente desligada do mundo e das coisas que estão consideras "in" no momento, mas esta semana eu notei que as adolescentezinhas estão viciadas em Blush.
Usado para dar um aspecto mais saudável, o Blush há muito tempo habita as bolsinhas de maquiagens das meninas e senhoras mais vaidosas.
Eu, particularmente, não gosto, acho que fica superficial. Mas eu também nem preciso, já tenho as bochechas rosadas por natureza. Nunca usei isso aí... Aliás, não uso nada.
Lembro de ver senhorinhas mais idosas com aquelas marcas avermelhadas horrorosas na cara, parecendo um maracujá pintado. Só que o Blush deixou de ser o queridinho das vovós para ser o novo namoradinho das netinhas!
O gloss, ou brilho labial, que há pouco tempo ganhou cadeira cativa nas bolsas das mocinhas, e até mesmo carteiras, pois tem o modelo pingente que também pode ser usado no celular, acaba de receber mais um irmão, o blush.
Estou até agora espantada com a cena que presenciei no trem (sim, com o trem em movimento). Quatro menininhas com os seus 14, 15 anos, arrumadinhas, com os cabelos devidamente esticados estavam passando blush. Ok, até aí cena normal cotidiana. Mas elas já estavam com a cara cheia de blush, porém não satisfeitas se entupiam ainda mais. Até que ficaram bem pintadinhas, literalmente pintadinhas, de longe pareciam réplicas da boneca Emília. Ou que estavam indo para uma festa junina. Uma delas estava tão pintada que do pescoço pra baixo parecia outra pessoa.
Hoje no Shopping eu estava reparando que quase todas as mocinhas estavam assim com os rostos pra lá de corados. É alguma tendência de maquiagem para o inverno? Será que até na pigmentação das nossas bochechas essa ditadura da moda vai mandar? Sinceramente acho que tudo em excesso fica feio. Se usado para dar um ar de juventude, de saúde (como dizia vovó quando via um rostinho avermelhadinho), tudo bem, fica legal. Mas se for pra virar palhaço, Emília, e coisas do tipo, fala sério, hein. Vamos deixar a nossa face respirar!
BeijO**

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Só o Caco

Jesus, acende a luz!
Que dias corridos. O relógio não quer ser meu amiguinho mesmo.
Metado do ano já se foi.
Sem tempo MESMO pra vir aqui escrever e pra visitar os blogs amigos, mas logo logo farei isso. Prometo! Tô cheia de assunto pra conversar com vocês, mas tá difícil mesmo.

Passei apenas pra dizer que essa semana tô só o CACO.

Beijos!

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Vacas


Quando pego algum ônibus que passe pela Avenida Brasil adoro ficar admirando aqueles morros, os famosos "campos elíseos". Acho lindo demais, todo aquele verde, as árvores formando aquele "chão" aveludado.

Em alguns morros eu sempre via umas vaquinhas lá no alto.
Vaquinhas sempre comendo e pastando.
Todo vez que eu passava, lá estavam as vaquinhas.
Nossa, como as vaquinhas comem.
Todo dia, comendo sem parar.
Comem muito e sempre no mesmo lugar.
Meu Deus, deve ter algum problema com essas vacas.
Vaquinhas que nem se mexem.
Caramba, não podem ser vacas!
Será que são vacas mesmo?
Ih, não parece vaca.
Nem saem do lugar.
Hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahaah!
Não são vacas mesmo!!!
São várias pedras pintadas de branco no alto do morro.
Que burra!

E eu desde pequena adorava ver as vaquinhas no alto do morro...

=(

terça-feira, 9 de junho de 2009

"n" coisas

Tornar-se gente grande é chato. Dá dor de cabeça.
Já tive o trabalho de passar no vestibular, cursar 4 anos e uns quebradinhos de uma faculdade mega estressante (mas que eu amo!)... Chega!
Quando você acha que acabou vem a pior parte.
Você percebe que está terminando a faculdade e será mais um nas estatísticas.
Mais um desempregado no mundo.

Deveria ser mais simples.

Semana deveras estressante na minha vida. 'N' coisas borbulhando na minha mente, mil coisas pra definir, pra decidir e o relógio parece não querer ajudar...

Esses dias ruins sempre me levam ao mesmo lugar: caixinha de recordações.
Adoro vasculhar e relembrar momentos legais da minha vida, ler cartas e cartões que ganhei de pessoas especiais. Daí achei um desenho muito feinho e estranho que fiz séculos atrás quando eu achava que tinha talento... Nossa, eu adorava esse desenho demais. Ai, ai, adolescente gosta de cada porcaria. Enfim...
Veio a calhar, pois criei uma comunidade super badalada no Orkut com seus 8 membros (rs): Eu faço desenhos estranhos.
Taí a obra de arte, está meio amarelado porque é muito velho, mais de 5 anos.

P.S.: Nem acreditei quando vi que o contador de membros passou dos 300. Como assim? Acho que eu preciso voltar a escrever coisas interessantes, pois tá vindo gente aqui, hein. Tô chique. Rs

Ganhei um selinho!

Estou tão feliz, ganhei um selinho. Não foi selinho de beijo, mas também foi bom :-)
O meu querido amigo lindo Felipe que deu.
Lipe é um anjo fofo.
E solteiro, hein, meninas!
Hahaha

Não tenho experiência com selos, mas pelo que entendi existem regras. Vamos lá:

A- Copiar a imagem do selinho em seu blog;

B- Escrever o link do blog que indicou: Blog do Engorda

C- Indicar mais 5 blogs que você tira o chapéu:

  1. Caixinha de Bonecas
  2. Histórias, nossas histórias!
  3. Ilícitas formas e amplitudes modernas
  4. Destruidores do Universo
  5. Cólica Mental

D- Avisar a todos que você indicar.

É isso.

BeijO*

P.S.: Aprendi agora como se faz um link decente, então desculpe pelos endereços gigantescos no post dos presentinhos, isso não mais acontecerá. Obrigada, Lipe, por me ajudar!

sábado, 6 de junho de 2009

Presentinhos

Tá certo que não vou dar nem receber presentes dia 12, mas nada me impede de criar aqui uma listinha de presentes romantiquinhos que eu adoraria ganhar, né?

Quem sabe alguém vê e resolve me dar!

;-)

Livro: CARTAS PARA VOCE: DECLARAÇOES DE AMOR EM TEMPOS MODERNOS
Joshua Knelman (Org.), Rosalind Porter (Org.)




Livro: O CLUBE DO FILME - David Gilmour



Livro: OSCAR WILDE: OBRA COMPLETA

http://www.travessa.com.br/OSCAR_WILDE_OBRA_COMPLETA/artigo/0f1e8407-b9fb-4cc8-b3d9-813b81724308

Só mais um livro!

Livro: CARTA A D.: HISTORIA DE UM AMOR - Andre Gorz

http://www.travessa.com.br/CARTA_A_D_HISTORIA_DE_UM_AMOR/artigo/6ca88e53-9085-4f3e-bf24-f461480a5e1c


Camiseta: "O amor é possível" > http://www.jaehcamisetas.com/estampa.asp?estampa=64


Quero mais umas 'n' coisas. Só que estou sem saco pra isso agora.

Então, aguardem a parte II.

Beijos!


sábado, 30 de maio de 2009

E lá vem ele... o tão esperado dia (pra quem?)

Maio tá chegando ao fim, aliás, passou tão rápido que nem vi. Tanto que pouco apareci aqui no Blog, realmente os dias têm sido de muita correria na minha vida. Cada coisa acontecendo, nossa. Mas eu não estou aqui pra falar dessas coisas e sim sobre o mês de junho e seus dias nada legais e festivos (pra mim).

Eis que se aproxima o tão (?) esperado dia 12 de junho. A televisão começa a passar aqueles comerciais românticos cheios de gente apaixonada, as lojas fazem revistas e panfletos cheios de corações, os shopping fazem promoções, os namoradinhos começam a quebrar os cofrinhos só pra presentear a pessoa amada (?).

E o que eu tenho com isso?
Eu não quero comprar presente.
Eu não aguento mais ver esses corações apaixonados.
Argh!

Lado bom disso tudo.
Ontem fui ao 'EstShopis' com mamys comprar um casaquito e tals. Aí eu vi o stand da nova promoção, do dia dos namorados (¬¬), nas compras acima de 150 mangos você ganha dois ingressos para o cinema!
Cinema? Opaaaa! Adoro cinema, empolguei-me e fui lá pra pegar os meus.
Fiquei toda feliz com um par de ingressos para o cinema, vi que posso usar até o dia 21 de junho, então resolvi guardar pra outro dia, já que estava meio tarde.

Lado ruim disso tudo.
Cheguei em casa e fiquei olhando aqueles ingressos, para um CASAL.
PARA CASAL!!!!!!!!!
E eu vou ter que assistir sozinha.
Aí pensei: será que posso usar um ingresso de cada vez? Já que é promoção do dia dos namorados... Xiii.
Enfim, espero que possa, pois quero assistir dois filmes seguidos.
E me entupir de pipoca.
Mentira, aquela pipoca é cara demais.
Hahahahahaha

Resumindo:
Vou ver dois filmes de graça.
Sozinha.
Porque antes só do que mal acompanhada.

=P

domingo, 17 de maio de 2009

5 passos para me tirar do sério em 5 minutos

1 - Seja indiferente comigo num dia em que eu estou alegre e sorridente com você;
2 - Ignore os meus comentários fofos;
3 - Demore a responder no msn justamente no dia em que te dou total exclusividade;
4 - Tente virar o jogo quando sabe que está errado;
5 - Não me dê colo quando é disso que mais preciso.

Pronto.
Vou explodir.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Acordo Ortográfico

Só pra deixar claro que eu não vou aderir isso nem tão cedo. Não dá, é mais forte do que eu. Seria como mudar meu nome depois de me chamarem de Viviane a vida toda. Aos poucos eu sei que vou ter que aderir, mas será aos poucos mesmooooooo.
Ficou feio demais.

Enfim: DIVÃ!

[OFF] Sabe aquela dorzinha estranha, quando alguma coisa tá incomodando, quando algo tá fora do lugar? Pois é. De novo. Mas eu não sei o que é. Só pra variar um pouquinho.

--

Enfim consegui ver Divã! Eu, uma das maiores divulgadoras do filme, por ser superhipermegablaster fã da Martha Medeiros, demorei tanto pra ver. Sério, eu estava ficando irritada já com isso, TODOS os meus amigos assistiram, até mesmo quem eu nem imaginava assistiu. E eu não? Não pode! Então na quarta fui lá assistir.
Tenho medo de filmes em que crio muita expectativa, quase sempre é decepcionante. Mas Divã não foi. Ufa. Que filme tudo de bão. Martha tem umas sacadas incríveis. Mercedes tem muito de mim, compartilhamos algumas idéias que muitos acham loucura. Eu também acho que fidelidade e lealdade são coisas bem diferentes que nada tem uma com a outra. Sério. E daí que ela não se importava com as puladas de cerca do marido? Ou fingia não se importar, enfim... Que seja. Vão me tacar mil pedras se eu realmente expor o que acho. E eu acho isso porque não vivi ainda uma situação do tipo, tá certo. Realmente posso mudar de idéia quando for comigo. Xápralá.

--

Um trecho do livro que me identifico muito:

"“Sou eu que começo? Não sei bem o que dizer sobre mim. Não me sinto uma mulher como as outras. [...] Mas segui todos os mandamentos de uma boa menina: brinquei de boneca, tive medo do escuro e fiquei nervosa com o primeiro beijo. [...] Adoro massas cinzentas, detesto cor-de-rosa*. Penso como um homem, mas sinto como mulher. Não me considero vítima de nada. Sou autoritária, teimosa e um verdadeiro desastre na cozinha. Peça para eu arrumar uma cama e estrague meu dia. Vida doméstica é para os gatos."

*De rosa eu gosto, né? rs

--

Por que ela me define melhor que eu mesma.

--

Beijos, chiquitos!

domingo, 10 de maio de 2009

Água. Muita água. Medo. Muito medo.

Madrugada, acordo atordoada com um barulho esquisito. Fico com medo. Prefiro pensar que é um sonho. Fecho os olhos. Mas o barulho insiste. Algo diferente, não sei o que é. Vontade de levantar da cama e acender a luz pra ver. Porém o medo é maior. Pego o celular e tento olhar o quarto com a sua luz. Não vejo nada. A luz do celular também não é boa. O que fazer? Dormir. Deve ser coisa da minha cabeça. Ou um sonho.
Manhã seguinte, acordo bem, sem pensar no ocorrido da madrugada. Começo o meu ritual matutino de acordar. Ligo o computador para ler e-mails. Minha mãe entra no quarto e pergunta porque o chão está molhado. Não sei, a garrafinha de água deve ter caído e entornado. Olho para o lado e vejo a garrafinha lá, intacta no mesmo lugar. Ah, deve ter sido meu sobrinho que entrou aqui com o pé molhado. Mas ele nem veio aqui hoje. Então não sei, mas um pouco molhado só, né, tem problema não. De repente, minha mãe grita: Ai, meu Deus, o que é isso? Muita água no meu quarto, muita. Parecia um mar na minha casa. Como assim? Pegamos panos para limpar, mas não deu conta, tivemos que pegar um rodo e puxar pra fora. Como? Como explicar um mundo de água no chão? Procuramos vazamentos pelas paredes, pelo chão e NADA. Tudo perfeitamente normal. MEDO.
Eu sou muito racional. Tem que ter uma explicação lógica para o ocorrido. Tem que ter. Eu sei que tem. Não sei qual é ainda. Mas sei que tem.
Acho que está brotando do piso, já que alguns canos passam por baixo da casa. Vamos esperar o dia de hoje pra ver. Se foi o piso, com certeza durante o dia vai continuar vazando. Fiquei o dia todo na expectativa por um molhadinho no chão, pois isso confirmaria minha hipótese. Mas NADA. Nem sinal de água no chão. Medo.
Logo as pessoas começam a dar seus pitacos. Minha mãe disse que eu devo estar com sonambulismo e jogado baldes com água no quarto de madrugada. Ora, se nem quando estou acordada eu gosto de lavar o chão, imagine se eu ia fazer isso dormindo! Fora de cogitação. Minha sobrinha acha que isso é algum espírito. Hahahaha. Sou obrigada a ouvir essas coisas, coisas das quais sempre debochei. Acho tosco. Aí quando eu contei do barulho da madrugada ela realmente se convenceu de que era um espírito. Vê se pode uma coisa dessas.
Noite, hora de dormir. Não estou com medo de espíritos atrevidinhos que jogam água no chão. Não. Mas tô com medo de alguma coisa. Medo de dormir aqui. Mas eu sou forte e racional. Daqui não sairei. Custo a pegar no sono, mas durmo.
Manhã, ao acordar vou logo olhar o chão pra ver algo aconteceu na madrugada e nada. Chão mais seco do que nunca. Isso me assusta ainda mais, pois se molhasse de novo eu teria que achar uma explicação lógica. Mas como achar para um fenômeno isolado? É melhor esquecer isso. E viver com essa dúvida.
Mais uma madrugada. Já sem tanto medo, vou dormir. Deito e pego no sono. Mas de repente, acordo novamente com o tal barulho do primeiro parágrafo. Barulho ainda mais forte do que na primeira vez. Então lá não foi sonho. E agora? O coração pulsou, a mão gelou, mas a cabeça pensou. É preciso descobrir o que está acontecendo e o momento é este. Vamos lá. Agora. Levante daí e acenda a luz. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10. ÁGUA. Muita água de novo. Só que agora uma água que me fez rir, sorrir aliviada por não ter que ficar sem resposta para o povo babaca. Aliviada por ser feliz racionalmente assim como sou. Água vindo do teto. E agora com marcas no teto. Vazamento aonde? Caixa d'água! Lógico! Por que não pensei nisso antes? Acordo minha mãe rindo para que ela veja o que é.
Que droga, agora tenho um chão pra limpar de madrugada. E o restante da noite? Foi chato demais com aquele balde debaixo da goteira pra não molhar o chão fazendo aquele barulhinho irritante, mas foi um sono aliviado e feliz.
Oh, Deus, obrigada por me fazer assim tão racional e lógica.
Livrai-me dessas pessoas alienadas.
Hoje e sempre!
BeijO*

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Sutilmente

Que música linda! Adorei-ei-ei.
Estou ouvindo pela milésima vez. Não esperava uma música bonita assim cantada pelo Skank! Tá, a letra é do Samuel Rosa e do Nando Reis, o Nando tem algumas músicas legais e tal. O Samuel também. Algumas.
Sutilmente
Composição: Samuel Rosa / Nando Reis
"E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
Quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
Quando eu estiver fogo
Suavemente se encaixe
E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
E quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce
Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate, não
Dentro de ti, dentro de ti
Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti"
--
Preciso contar o caso "sobrenatural" que aconteceu aqui em casa!
Mas será em outro post.
A música é tão linda que não seria justo dividir o post com outra coisa.
--
Simplesmente me abrace!

domingo, 26 de abril de 2009

Vamos nos permitir!

Pra que ficar tentando não querer?
Pra que evitar conhecer?
Pra que fingir que não quero?

Por medo de sofrer?
Que se dane.

Tenho mais é que ser feliz.
Temos que ser felizes.

Então, permita mais.

Permita-se conhecer um desconhecido.
Permita-se deixar o outro te conhecer.
Permita-se amar.
Permita-se ser feliz.

Vamos nos permitir, baby!
;-)

sábado, 25 de abril de 2009

A instabilidade das coisas

Algumas coisas que vemos em filmes e novelas nos chocam, mas geralmente é algo que vemos tão distante da nossa realidade. Nunca pensamos que pode acontecer com alguém conhecido, com algum parente, vizinho, amigo... Mas acontece. E quando acontece parece que tudo sai do seu lugar. Não gosto de sair de mim. Estou assustada. Com medo.
Como pode alguém explodir assim? Sempre tive medo de pessoas certinhas demais, que fazem tudo de maneira correta, que sempre estão 'prontas' a ajudar, pois estas são as que mais têm chances de ter um surto e de repente estourar.
OMG! Tenho medo de mim.
Medo de não saber controlar minhas emoções. Medo do meu não-medo da vida.

Argh!
Odeio ficar confusa.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Mundo pequeno

O Orkut é mesmo uma febre nacional.
De cachorro à papagaio, de recém-nascido à idoso. Todos têm orkut.
Hoje eu fui mais uma vez surpreendida pelo referido site de relacionamentos... Um carinha muito especial, que fez parte de um momento confuso da minha vida. Um 'namoradinho', sabe aquela coisa de menininha de 13 anos, nada mais que uns beijinhos, aliás, coitado, eu nem devia saber beijar... Corajoso! Enfim, ele estava passando as férias no RJ nessa época, depois disso nunca mais nos vimos, nem tive notícias dele. Até hoje, quando a pessoa me achou no Orkut!
Fiquei tão feliz com isso, tão feliz por ele ter lembrado de mim ao ver minha foto no perfil de uma conhecida nossa. É que é uma história complicada demais pra tentar resumir aqui, mas eu fui meio idiota nessa época, acabei não tratando o menino da forma que ele merecia. Mas eu tinha 13 anos!!! Era uma criança entrando na adolescência, nem sabia lidar com isso direito. Além disso, foi uma época complicada na minha família, coisas ruins aconteceram. Ou seja, tudo conspirou para que eu fosse uma babaca com ele.
Ele foi embora do RJ sem que eu pudesse me despedir... Até um tempo atrás eu pensava em procurar os parentes dele daqui pra saber como ele estava, se tinha endereço, queria escrever me desculpando... Só que não tive coragem de fazer isso. Ficou por isso. História encerrada.
É bom ver que ele não guardou mágoas, também se ele guardasse depois de 8 anos seria muita bobeira. Espero que o Orkut venha tornar possível uma amizade que eu nem deixei nascer naquela época, por pura ingenuidade, babaquice... Como eu era tola! ¬¬

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Por que peixe tem que ter espinha?

Eu gosto de peixe.
Mas odeio comer peixe.
Por um simples motivo: ESPINHAS!
E sexta-feira santa me faz ter que encarar a comida que mais me assusta. Mamys sempre faz um filé básico justamente por minha causa, mas devido à crise mundial que afetou os nossos bolsos, este ano só teve o já tradicional 'peixe com coco'.
Depois de horas reclamando decidi encarar o peixe, peguei um pedaço fiquei quase uns 40 minutos desfiando e tirando todas as espinhas possíveis. Por pouco não vira um patê de peixe. Tanto trabalho, achei que tivesse encontrado um jeito de comer peixe feliz. Engano meu. Quando comecei a comer, feliz e contente, me empolguei com a ausência das bichas horrendas e nem olhava mais com aquele medo. Putz. De repenteeeee.... Ai! Algo me furou. E não só furou como ficou grudada na minha gengiva como uma agulha! Pior que anestesia de dentista, aquela coisa enfiada em mim. Gritei, né. E minha mamys ainda me chama de escandalosa... Tive meus motivos. Como assim? E todo meu trabalho de desfiar o peixe? Pra nada? Vou ter que usar uma lupa da próxima vez? Que meleca....

Me lembrem de comprar uma latinha de atum para comer com pão no ano que vem.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Blás + Kutner

Apenas esclarecendo:

Prometi que não faria disso aqui o recanto dos meus devaneios. Não quero mais postar coisas como no tópico anterior. Acabou esse lenga lenga de menina sofredora. Não sou. Nem preciso dele.
Operação expurgar: 100% completa.

**

Novidades no feriadão. Prometo!

**

E daí que eu mudei?

**


Oh, Deus. O Kutner morreu. Eu gostava tanto dele. Sério. Mas pelo menos o ator quis sair da série, isso mostra que ele ainda renderia boas coisas por lá, mas... A vida continua, e o cara tá super feliz com o novo emprego lá com tio Obama.
Eu ainda tinha esperanças de que não seria ele a morrer. Suicídio? Os próximos episódios serão bombásticos, pois tenho certeza de que o 5x20 foi apenas o comecinho do que nos reserva o final da temporada.


Boa sorte, Kal Penn.

Saudades, Kutner. Vai fazer falta.

domingo, 5 de abril de 2009

Ele fala italiano? CORRA!

Ele é fluente em italiano, te escreve em italiano, te manda poesias e músicas em italiano?
Fuja dele, querida!
Ele só quer te envolver nessa atmosfera de paixão e sedução que essa língua maravilhosa proporciona.
Ele vai te chamar pelos adjetivos mais fofos e lindos: bambina, piccina, bella, principessa, angiol mio, e etc. (Não sei se o meu italiano está correto, apenas lembrando do que ele já me disse)
Ele vai te fazer chorar diante das mais belas poesias que ele faz questão de traduzir pra você sentir a essência, mas não deixa de mandar a versão em italiano, pois é ela que seduz...
Ele vai te fazer gostar de músicas italianas que você nem sonhava conhecer, vai te fazer baixá-las e com o coração aflito pensar mais e mais nele.
Ele vai fazer tudo isso.
E vai sumir.
E te deixar que nem uma idiota escrevendo coisas sem sentido.
¬¬'

* Quando eu tô assim meio doente fico pensando besteira mesmo, não liguem. Efeito do remédio que me deixa meio dopada. *Ainda bem que tenho meus chocolates. * É, preciso voltar a malhar. *Odeio sentir saudade.


sexta-feira, 3 de abril de 2009

Abismo do desencanto

Um trecho do livro que estou lendo me chamou muito a atenção, pois é uma realidade já vivida por mim e me colocou a pensar e refletir sobre os famosos 'pedestais' em que colocamos as pessoas amadas. A história do livro vai ter seu rumo, mas independente dele quero discutir apenas esse momento e falar do abismo do desencanto.

"Às suas costas, tão perto de sua orelha que só ela pôde escutá-la no tumulto, tinha ouvido a voz:
- Este não é um bom lugar para uma deusa coroada.
Voltou a cabeça e viu a dois palmos de seus olhos os outros olhos glaciais, o rosto lívido, os lábios petrificados de medo, tal como os vira no tumulto da missa do galo pela primeira vez em que ele estivera tão perto dela, mas ao contrário daquela vez não sentiu agora a comoção do amor e sim o abismo do desencanto. Num instante teve a revelação completa da magnitude do próprio engano, e perguntando a si mesma, aterrada, como tinha podido incubar durante tanto tempo e com tanta ferocidade semelhante quimera no coração. Mal conseguiu pensar: "Deus meu, pobre homem!" Florentino Ariza sorriu, procurou dizer alguma coisa, procurou acompanhá-la, mas ela o apagou de sua vida com um gesto da mão.
- Não, por favor - disse. - Esqueça. "
(O Amor nos Tempos do Cólera - Gabriel Gárcia Márquez)

Também um trecho da música Devaneio de Jorge Vercillo traduz perfeitamente a idéia do abismo do desencanto.


“Mergulhei no mar / E não dava pé

Me apaixonei / Mas não sei por quem

Sonho com alguém / Que você não é...

Eu me entreguei demais / Eu imaginei demais (...)”.


Quantas e quantas vezes já nos pegamos assim encantados, abismados e embasbacados. Quantas e quantas vezes já colocamos a mão no fogo por nossos tão sinceros sentimentos e por acreditar tão piamente na eternidade deles.


Eternidade...


Afinal, o que é eterno? Ninguém melhor o descreveu do que nosso querido poetinha Vinícius em seu tão famoso Soneto de Fidelidade:


"Eu possa lhe dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure"


Mas como acabará? Quando acabará? Como receberemos a notícia de que é chegado o fim? Acaba para um ou para os dois ao mesmo tempo? Tão raras são as vezes onde acaba para os dois... Sempre vai ter um que sofre, sempre vai ter um que chora, enquanto o outro comemora a alegria da liberdade em meio ao abismo do desencanto. Que estranha liberdade.


Durante o efeito do feitiço do encanto nada consegue atingir a imagem idealizada que criamos do objeto amado. Por mais críticas que possam existir, por mais que as evidências estejam tão claras às nossas vistas. Simplesmente não enxergamos, não escutamos, nos ensurdecemos e cegamos para manter acesa a chama da ilusão de que finalmente encontramos o tão sonhado amor perfeito. Colocamos o nosso objeto de desejo no mais alto dos pedestais e ficamos a admirar e amar independente de tudo, mesmo com o mundo caindo ao nosso redor.


Mas eis que chega o momento em que voltamos a ouvir e enxergar. E esse momento inevitavelmente chega. E geralmente acontece por acaso, sem maiores explicações. Acordamos de um sonho e nos deparamos com a realidade, enfim começamos a enxergar aquele objeto de desejo como ele na verdade é, na sua essência verdadeira, não mais naquela loucura insana que queríamos acreditar a qualquer custo.


E o mundo cai.
Não é o que imaginávamos.
Não merece nosso amor.
Ele é apenas mais um no meio da multidão.
É o abismo do desencanto.


Será possível viver sem se enganar assim? Nós gostamos de nos iludir, gostamos de idealizar, gostamos de criar a imagem do perfeito e intocável. Como evitar então o tal abismo do desencanto? Não sei. Mas acho que o caminho mais curto é não se encantar. Por mais difícil que seja acho que devemos tentar conter a nossa fértil imaginação, enxergar o outro como ser humano que é, com todos os defeitos e falhas que lhe são pertinentes. Colocá-lo num pedestal acima da realidade faz a queda ser muito maior, torna o abismo ainda mais profundo.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Presente de Grego

Tinha até me esquecido que hoje é dia 1º abril e que é o dia da mentira.
Que bobagem.
Aqui perto colocaram um papel na boteco do vizinho dizendo que estava fechado por motivo de falecimento do mesmo. Isso é coisa que se faça? É coisa de que não sabe brincar. É por essas e outras que acho o dia uma palhaçada só.
Todos os programas de TV da manhã estavam discutindo sobre mentiras e vi um livro numa dessas reportagens que era tipo um 'guia do mentiroso', ensinando como agir para que todos acreditem quando você estiver mentindo. Patético.
Achei legal um bate-papo que estava tendo no Hoje em Dia com psicólogos falando sobre crianças que mentem e que isso no futuro pode gerar um desvio sério de caráter. Então pais, cuidado, fiquem de olho no que os filhos dizem, achar as mentirinhas das crianças uma coisa bonitinha é um erro muito grande. O Sem Censura também teve um debate bacana, como sempre. (Suspeita pra falar, nééé? rs)
Tá certo que todos mentimos, quem diz que não mente é o maior dos mentirosos, mas daí a promover essa prática são outros quinhentos... As tais mentirinhas sociais são as que fazem mais sucesso.


Eu admito que menti no meu aniversário, mas foi um caso extreme (extremamente necessário), pois ganhei um vestido RI-DÍ-CU-LO, sério, a coisa mais feia que já vi na minha vida. Sem falar que ali caberiam umas três de mim, pois era enorme, preto... parecia uma roupa de bate-bola daquelas bem rodadas. E ainda por cima tinha uns 'pequenos' enfeites em pedrarias (leia-se: umas pedras enormes e brilhantes horrorosas). Minha mãe rolou de rir quando eu vesti e fui na sala 'desfilar', eu morri de rir com aquela situação patética. A pessoa que me deu é realmente meio sem noção, mas achei essa do vestido o cúmulo do absurdo. Podia ter vindo sem presente, eu não ia me importar. Além de ter sido feito para uma baleia orca obesa (acho que indiretamente ela quis me chamar de gorda, será?), o vestido tinha aquele cheiro característico de roupa velha guardada há muito tempo, tipo presente repassado. Quando ela me entregou o pacote eu vi que era algo pesado e como não tenho o costume de abrir presentes na frente da pessoa entrei para o quarto, aí abri o pacotinho do mal: tcharam!!!! Eu nem acreditei no que vi, dei umas risadas básicas em silêncio e voltei para a 'festinha', aí ela me perguntou: gostou? E agora, o que fazer? Não tive saída a não ser dizer: Vestido bonito, tia, vou provar depois. É, menti... Que vergonha. Aí, durante a festa essa pessoa me confidenciou que ganhou o tal vestido do mal de presente do neto, só que não deu nela (óbvio, o vestido daria pra fazer uma lona cultural). Aí está o ponto, provavelmente isso que a pessoa me disse também foi uma mentira apenas para justificar o cheiro característico do vestido, pois o seu neto tem menos de 3 anos e a mãe dele não é insana a ponto de comprar um vestido daquele para a sogra. Menos mal, ficamos quites.
Como, enquanto eu for uma pessoa sã, JAMAIS usaria aquele vestido minha mãe me convenceu a devolver. Mas como fazer isso sem chatear? Nessas horas eu agradeço a Deus por ter me dado uma mãe mais cara-de-pau que eu. Quando eu pensei em ir lá devolver, mamãe já tinha encontrado com ela na rua e falado que o vestido ficou muito grande e que não ia dar pra usar. Ufaaa... Não precisei morrer de vergonha na frente dela ao devolver o tal 'presente de grego'. Acho que nem os gregos são tão malvados assim a ponto de dar um vestido desse pra alguém...
Eu deveria ter tirado uma foto... Rsrsrsrsrsrs


Mas tenho evitado até mesmo as mentiras sociais, pois a verdade é sempre o melhor caminho.

BeijO**

Que belo estranho dia pra se ter alegria

Belo Estranho Dia de Amanhã
Roberta Sá
Composição: Lula Queiroga

Notícias perderão todo o controle dos fatos
Celebridades cairão no anonimato
Palavras deformadas
Fotos desfocadas, vão atravessar o atlântico
Jornais sairão em branco
E as telas planas de plasma vão se dissolver
O argumento ficou sem assunto.
Vai ter mais tempo pra gente ficar junto
Vai ter mais tempo pra enlouquecer com você
Vai ter mais tempo pra gente ficar junto
Vai ter mais tempo pra enlouquecer...
Os políticos amanhecerão sem voz
O outdoor com as letras trocadas
Dentro do banco central o pessoal vai esquecer
Como é que assina a própria assinatura
E os taxistas já não sabem que rua pegar
Que belo estranho dia pra se ter alegria
E eu respondo e pergunto.
É só o tempo pra gente ficar junto
É só o tempo de eu enlouquecer por você
É só o tempo pra gente ficar junto
É só o tempo de eu enlouquecer...
Alarmes já pararam de apitar
O telefone celular descarregou
O aeroporto tá sem teto
E a moça da tv prevê silêncios e nuvens
A firma que eu trabalho faliu
E o governo decretou feriado amanhã no Brasil
Será que é pedir muito?
É só um jeito da gente ficar junto
É só um jeito de eu enlouquecer com você
É só um jeito da gente ficar junto
É só um jeito de eu enlouquecer...
É só um jeito da gente ficar junto
É só um jeito de eu enlouquecer com você
É só um jeito da gente ficar junto
É só um jeito de eu enlouquecer...
**
Quando eu escrevi o tópico ontem fiquei com o nome dessa música da Roberta Sá na cabeça, aí fui buscar no Google, pois eu não conhecia a letra da música. Não era bem o que eu esperava, mas não é de todo ruim.
=*

terça-feira, 31 de março de 2009

Estranhamente feliz

Boa tarde!

Hoje no trem vindo para a UERJ (sim, estou aqui agora) percebi o quanto eu estava com saudades dessas viagens longas e chatas que eu tanto reclamo. Pude continuar a ler traquilamente o livro que a Ju me emprestou (O Amor nos Tempos do Cólera - Gabriel García Márquez, que é bárbaro), ri que nem uma louca sozinha, pois o livro é deveras engraçado (ainda bem que o trem estava vazio e poucos presenciaram esse meu momento insano), comprei bala a preço de banana, enfim, coisas que só uma longa viagem de trem pode te proporcionar. Aquele balanço, aquele remelexo que te remete à infância quando ainda era ninado para dormir... Ah, eu amo andar de trem. Trem é o melhor transporte público do mundo.
(É claro que eu estou dizendo isso de acordo com a viagem que fiz para vir em um horário fora de pico. É claro que vou xingar o trem quando eu sair daqui na hora do rush...rs).
Sair da estação da Mangueira com chuva, ver aquele cenário feio e sujo, avistar de longe a UERJ, tão grande e bela, mesmo em meio a uma paisagem por demais urbanizada, mesmo com a sua cor cinza fria e dura. Lá estava ela, de pé, erguida como um monumento em homenagem a um herói de guerra, e foram tantas as guerras... E mesmo assim ela está lá, firme e forte.
Ao passar naquele semáforo onde todos avançam eu parei, aguardei pacientemente o verde piscar e brilhar para mim... E vi que eu estou tão feliz, estranhamente feliz. Feliz só de ter lido parte de uma história engraçada, feliz por ter comprado balas, feliz por ver a UERJ ali me esperando, feliz por ser estranha e não estar nem aí pra isso, feliz por estar com uma blusa azul, sapato xadrez marrom e guarda-chuva verde. Feliz por todas as contradições que existem em mim, mas que me fazem ser a Viviane que eu tanto amo e admiro.

É bom me ver de novo.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Depois de muito tempo. Eis que ela volta...
Mas ela sabe que vai te abandonar de novo.
Ela sabe que infelizmente não consegue deixar de lado o seu jeito de ser, sempre enjoando fácil e rápido das coisas.
Ela sabe...
Eu sei!

domingo, 4 de janeiro de 2009

Detesto desmancha-prazeres

Apenas um trechinho que eu adoro:

Strip-Tease, 1985
Martha Medeiros

se você for
exatamente como imagino
igualzinho aos meus sonhos
eu vou embora
detesto desmancha-prazeres

--

Amanhã o ano começa pra mim. De volta ao estágio no CAP, acordar cedo, pegar trem cheio e, é claro, dar boas risadas com aquele povo louco.

--

Hasta!

.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

O ano virou e nada mudou

Depois da turbulenta virada as coisas parecem voltar ao normal.
Ao normal mesmo. Tudo como era antes.
Oh, ano novo, por que faz isso comigo?
Eu esperava que num passe de mágica me tornasse mais confiante, mais esperançosa, mais bonita (uh-uh).

>> Hahahaha <<

Nem tudo foi tão ruim na primeira madrugada de 2009. A parte boa é segredo... xiiiu.
Meu senso de humor tá até melhorando...

Até amanhã!

BeijO**

É, começamos bem... bem mal!

Se você vai passar a festa da "virada" em Copacabana as pessoas dizem: Não vai, é muito perigoso... Fica em casa que é melhor.
Será?
Infelizmente as primeiras horas de 2009 estão sendo angustiantes aqui em casa. Por que? Porque decidimos passar a "virada" reunidos em família, churrasquinho no quintal pra evitar os perigos das festas de fim de ano. Afinal estamos dentro de casa, o que pode acontecer?
TUDO pode acontecer.
Os idiotas daqui não sabem comemorar e acham que atirar para o alto é legal. Resultado, a bala caiu aqui no MEU quintal e pegou na perna da sogra do meu sobrinho. Ela estava sentada conversando, DENTRO do quintal, quando de repente, Pfut, sentiu algo na perna, pensou até que tivesse sido uma fruta da árvore, quando olhou viu sangue. Era uma bala perdida. Perdida que encontrou um caminho, caminho que nunca deveria ter seguido.
Será que é assim que as pessoas comemoram o tal ano novo? É assim que desejam paz para o mundo? Atirando para o alto? A bala que deveria ser perdida foi achada por uma pessoa que não tinha nada a ver com a história.
Se você sai é perigoso. Agora, se você fica em casa também é perigoso.
Que mundo!

Por isso que eu digo e repito: Quanto tem que acontecer, ACONTECE. Seja lá onde você estiver.

Infelizmente inocentes estão pagando pela irresponsabilidade de muitos. Onde isso vai parar?
Que mundo!

--

Revoltada com esse mundo.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Que saco!

Tô com raiva. Muita raiva. Morrendo de raiva.
Eu escrevi um texto GIGANTE com o título "Retrospectiva 2009" e na hora de postar minha conexão falhou.
Ok, sem pânico, pois o texto é salvo como rascunho automaticamente, certo?
ERRADO!
Eu perdi tudo que escrevi.
Ódio!!!!!!!!!

Não vou lembrar nem da metade do que escrevi antes e não tenho mais saco também. Tô com raiva.
Putz, logo hoje que me animei pra escrever aqui.
Saco.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

É Natal lá lá lá


Lá vem ele, o bom velhinho vai finalmente sair de seu período de hibernação e perder uns quilinhos na entrega dos presentes.
Não tenho nem ideia do que o Papai Noel faz o ano todo, já que só trabalha no Natal e quem faz os brinquedos durante o ano são os anões, duendes e elfos (sim, elfos!! rs).
Talvez isso explique aquela pança enorme que ele tem, deve ficar o ano todo deitado no sofá assistindo novela e comendo bolinho de chuva.
Ê vida boa, hein... Deve ser bem remunerado, pois com um dia de trabalho ele consegue sustentar a casa por 364 dias! Acho que vou me candidtar ao cargo! :)

Eu amo o Natal! Mas.... tem gente que exagera nas declarações de amor...

Aqui na minha rua tem uma casa que mais parece um carro alegórico! Acho que a pessoa reuniu todos os enfeites de Natal de 5 gerações de sua família e colocou tudo de uma vez na casa! Não dá nem pra olhar por muito tempo, se ficar 5 minutos olhando você fica até vendo coisas, o mundo começa a ficar mais colorido, começa a rodar... é praticamente um alucinógeno.
Não estou exagerando, a casa está realmente, literalmente, totalmente enfeitadaa!

Será que isso é para o Papai Noel enxergar a casa deles primeiro?
Ou eles querem que a casa apareça no Google Earth como naquele filme "Um natal brilhante"?
Seja lá o que for, não é um comportamente normal. Eu tenho medo daquele lugar... ainda bem que não conheço os moradores, devem ser pessoas esquisitas.
Ah, e parece que a cada dia surge um novo enfeite. Toda vez que olho vejo algum pisca-pisca novo... Sinistro! Deve ter alguma competição pré-carnavalesca da casa mais enfeitada do bairro com temas natalinos e eu não tô sabendo...

--

Pessoas, estou com saudades de vocês e de postar aqui!
Porém a vida tá corrida, assim que os dias mais frenéticos passarem virei aqui com calma para escrever sobre as últimas novidades: Váários livros novos e viagem nas férias :)

BeijO*

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Stu, a cacatua

Acho que vou comprar o livro que deixou Sheldon bem animado na livraria quando estava em busca de algum que explicasse como fazer amigos - Stu, a cacatua.
Ou quem sabe até tentar o "The Friendship Algorithm" inventado por ele.



Preciso de alternativas ou orientação psicológica (ou psiquiátrica) porque, definitivamente, não sei fazer amigos. Não tenho o dom e as pessoas parecem fugir de mim.

Hoje o meu ônibus decidiu demorar mais que o normal na hora de voltar para casa, depois do curso de inglês. Como pego o mesmo ônibus, no mesmo horário toda semana, obviamente reconheci as pessoas que também esperavam por ele.
Todas os ônibus passaram e o ponto foi ficando vazio... até que ficamos apenas nós de Campo Grande esperando o querido S-07. Pensei com meus botões "Hmmm, uma boa oportunidade de fazer amigos, vou puxar assunto!". Sem saber bem o que fazer comentei, idiotamente, sobre a demora e tal. Para minha surpresa eles responderam gentilmente, ficando felizes por alguém ter quebrado o silêncio. Uma das garotas resolveu pegar outro caminho e só ficamos nós 3 (eu, a menina da bunda grande e o guri) lá.
A menina que ficou era bonita e depois que eu quebrei o gelo ela soltou a matraca. Como falavaaa! E o menino, obviamente, voltou toda atenção para ela (claro, ela estava com calça de ginástica e tinha a bunda grande, não há como concorrer com isso).
Por causa da minha atitude os dois que nem estavam se falando começaram a conversar freneticamente até que, pouco a pouco, fui me sentindo excluída do assunto. Quando percebi os dois estavam todos amiguinhos e eu, babaca, sozinha.

Aprendi a lição: Só puxar assunto com pessoas sozinhas. Assim não corro o risco de ser preterida e excluída da conversa.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

A dor que dói mais é aquela que não tem explicação, que médico algum poderia diagnosticar, que pessoa alguma poderia compreender.
Só quem sente sabe o que é.
Dói.
Dói demais.
E parece que não haverá cura.

domingo, 1 de novembro de 2009

Preferencial

Eu evito sentar naqueles assentos preferenciais em ônibus, trem, metrô e etc. Me sinto constrangida por estar no banco que não foi feito pra mim e, além disso, toda vez que eu sento entra alguém preferencial e eu tenho que levantar. Aí sinto a pessoa me olhando como se eu tivesse cometendo um crime por estar ali. Ei, se as pessoas estiverem ausentes nós podemos SIM sentar naqueles banquinhos.
Enfim, por essas e outras eu evito.
Mas semana passada eu estava muito cansada e já estressada da vida e não tive outra opção, o único banco livro era preferencial, sentei.
Parei e fiquei lendo aquele adesivo no vidro com as explicações sobre quem poderia sentar ali. Para minha surpresa eu me encaixava nas condições e, pela primeira vez, fiquei com a consciência tranquila por estar ali.
Veja se não tenho razão. O banco é especialmente para:

1 - Pessoas obesas (Sim, pessoas obesas, essa é nova e ainda colocaram um boneco extremamente gordo para ilustrar)
Estou acima do peso, basta olhar pra mim para saber disso. E se ainda assim houver dúvida, pegue calculadora, balança e fita métrica: vamos calcular meu IMC. O banco é meu por direito :D

2 - Mulheres grávidas
Devido à obesidade minha barriga gigante mais parece uma criança de 7 meses, me sinto como uma mulher grávida. E no aviso não especifica se a gravidez psicológica está excluída dos benefícios. Logo... também posso me sentar ali.

3 - Pessoas com bebês ou crianças de colo
Tenho uma relação quase maternal com minha mochila, um amor incondicional, coisa de mãe. E ela é muito pesadinha, mais que um bebê normal. É a minha bebezinha gorducha. Sim, minha mochila merece tanto quanto os bebês de verdade aquele posto no ônibus.

4 - Idosos
Eu sou uma jovem idosa. Tenho dores de velho, mentalidade de pessoa idosa e gosto de coisas que meus sobrinhos dizem que é de velho. Ou seja, sou uma velha. O lugar é meu.

5 - Pessoas com deficiência
Meus amigos vivem dizendo: 'Vivi, você tem problemas, não pode ser normal". E eu não discordo disso. Problemas psicológicos também são um tipo de deficiência se você pensar por um lado. Sou ansiosa, ciumenta, estressada e estou em depressão (quase). Ou seja, não estou em condições normais como a maioria da população.

Yuuupi! Sou preferencial, posso descansar minhas perninhas :D

P.S.: Aos desavisados: É óbvio que isso é uma brincadeira e sempre dou meu lugar para pessoas nessas condições, pois se tem uma coisa que eu respeito muito é isso. Embora as pessoas mal agradecidas nem segurem a minha mochila, rs.

sábado, 10 de outubro de 2009

domingo, 30 de agosto de 2009

Cinco

1 - Você, mulher moderna, já parou para pensar em que tipo de avó você será? Aquela imagem que temos de vovó velhinha, com roupas que parecem camisola e coque no cabelo, não mais existirá daqui uns anos. Primeiro porque estamos envelhecendo bem, porque temos nossas carreiras e não pretendemos ficar apenas em casa preparando biscoitos e bolos para os netinhos. Só que é estranho pensar em uma vovó batendo papo via msn e com o celular sempre pronto para uma twittada básica!

Por que eu tô pensando nisso? Fui dar aula na casa de uma aluna e a vovózinha dela veio me atender. Imagine aquela velhinha bem velha, estilo vó do piu-piu, tipo Maria Luíza, como a velhinha do filme Duplex, quase Dercy Gonçalves, enfim... Eu fiquei pensando: 'que senhorinha com carinha de vovó' e fiquei conversando com ela enquanto a aluna não se aprontava. Estávamos falando sobre café a velhinha manda: "café é bom demais, eu gosto, dá um lift*, né?". Como assim dá um lift? Nossa, uma vovó usando inglês num bate papo, cara!

São as vós do amanhã...

*lift /lIft / verbo, substantivo

1 vt lift sb/sth (up) levantar alguém/algo
2 vt (embargo, toque de recolher, etc.) suspender

2 - Os vendedores ambulantes dos ônibus e trens da vida são muito engraçados e criativos! O homem entrou vendendo aquele Mentos chiclete e não economizou na hora de divulgar: "Senhores passageiros, esse é o mais novo lançamento, novidade da Mentos, o chichete que é melhor que o 'traidenti' (ele disse assim), é melhor porque esse aqui é produto europeu". Cara, europeu, tive que comprar. Há.

3 - Ainda no mesmo ônibus, estava eu lá olhando a rua quando passa um caminhão daqueles com caçamba com vários homens gritando, chamando atenção das pessoas no ônibus e, adivinhem só, DANÇANDO! Quase o Village People da Avenida Brasil. Eu ri.

4 - Há tempos venha ouvindo uma música chamada 'Esconderijo' da Ana Cañas na MPB FM, mas nunca tinha escutado nada mais dessa cantora. Hoje eu baixei o CD 'Hein?' (adorei o título) e vi uns vídeos no Youtube. Uau. Que show. Adorei. Ela é bem poética e tem um jeito meio louco de ser. Identificação, né?


5 - Comprei finalmente o meu querido livro 'O diário de Bridget Jones', é ainda melhor que o filme, claro. Várias passagens sublinhadas, nossa, eu 'me li' ali várias vezes. E que chegue logo o meu Mark Darcy :-)

BeijO*

terça-feira, 25 de agosto de 2009

É apenas o começo!

Hoje começou a cair a ficha de que estou formada!
Acabou, não posso mais preencher cadastros como "estudante". Nova categoria: "desempregada" (por pouco tempo, rs).

Que o tempo passa rápido demais todos sabemos, mas mesmo sabendo disso parece que sempre deixamos de aproveitar algo mais.

Foram 4 anos e 6 meses! E eu me lembro perfeitamente do meu primeiro dia de aula.
Cômico.
Viviane com seus 17 anos entrando em uma Universidade pública, longe de casa, sem conhecer praticamente ninguém. Muitos falaram que eu ia desistir logo, que seria muito difícil, que eu não iria aguentar acordar tão cedo (4h30min da madruga) todos os dias, e etc... Mas muitos também estiveram ao meu lado o tempo todo, apoiando, ajudando financeiramente e etc.
Voltando ao primeiro dia de aula (rs)... Lembro da minha roupa!! Que por sinal foi escolhida a dedo para o tão esperado dia (que tolinha!): Blusa verde (lóóógico) tipo regata com outra branca por baixo (daquelas 2 em 1), calça jeans e All Star vermelho (grande companheiro)! Tudo isso pra que??? Ah, pra voltar pra casa suja de tinta do trote! :-P
Eu, toda bicho do mato, no primeiro dia de aula não sabia nem onde era a sala! A UERJ pra quem não conhece é assustadora, são tantas rampas e escadas que qualquer um fica perdido, até hoje eu me perco lá dentro, rs rs. Enfim... fiquei que nem uma pata rodando pelo 6º andar sem saber onde era a sala e com vergonha de perguntar.
Nunca gostei muito de falar com as pessoas... (autismo crônico)
Fiquei lá perambulando pelo corredor até que uma alma boa me indicou o caminho das pedras!! E por conta desses imprevistos, cheguei atrasada em minha primeira aula!
O que dizer da primeira aula? INESQUECÍVEL. Por "n" motivos: aula de Cálculo I (o terror dos calouros), cheguei atrasada (depois fiquei sabendo que o professor odiava), só vi um rosto familiar na turma (Ariane \o/), não entendi NADA do que o professor falou, a voz dele era incompreensível, o professor era nada mais nada menos que o PINHA e parecia o "pegue o pombo".
Antes mesmo de acabar a aula os veteranos já estavam gritando "trote" pelo corredor e mal o professor saiu eles invadiram a sala. O trote não foi ruim, divertido até, ajudou a socializar um pouco... Nada além do clássico: tinta, elefantinho pelos DOZE andares da UERJ, cantar, pedir dinheiro e etc.
E na volta pra casa tive a companhia de minha querida amiga Ariane que era o único ser conhecido naquele antro, estudou comigo no Ensino Médio. Me agarrei na bichinha e não soltei mais, até hoje estamos sempre juntas :-)
E assim acabou o primeiro dia...
Sem o glamour que eu tinha sonhado, um pouco assustador, mas mesmo assim saí de lá com a esperança de fazer os próximos anos espetaculares. Afinal, eu conquistei o objetivo, passei no vestibular... Só não sabia que o vestibular era a etapa mais fácil, rs rs.
Tá! Eu tô nostálgica. E assim ficarei até a minha colação de grau que será dia 15/09 (todos mais que convidados!!).
Hoje eu peguei os convites! Estou horrível nas fotos, mas o convite tá lindo!!!
Nos próximos dias pretendo escrever um pouco sobre a minha experiência na graduação e dividir com vocês alguns dos momentos mais felizes da minha vida!

=**

sábado, 22 de agosto de 2009

All Magazine

Quero convidar a você que entra sempre aqui para conhecer o mais novo projeto que estou participando.
É a revista diária na internet "All Magazine", onde escrevo todos os sábados uma coluna sobre livros, cinema e outras coisitas mais. É um espaço que está começando agora, mas que tem tudo pra dar certo, pois conta com o apoio de pessoas responsáveis e determinadas em fazer da All um cantinho especial para sua leitura diária.
São 7 colunistas, um para cada dia da semana, que abordam temas diversos, tem assunto para todos os gostos, todas as tribos. Com certeza você irá se identificar com pelo menos uma das matérias.
Então não esqueça de colocar a All Magazine nos seus favoritos!
Conto sua visita lá todos os dias, principalmente aos sábados! ;-)
BeijO**

Para você...

Todo relacionamento é difícil.
Seja ele um amor, uma amizade, uma relação familiar, profissional. Eu não sei lidar muito bem com isso, eu sou boba, eu me apego e sempre acabo sofrendo.
Acreditar demais nas pessoas, se entregar demais, imaginar demais, idealizar... Coisas que deveríamos evitar, apenas para a queda não ser tão dolorida.
Pior é ouvir de quem você confia palavras duras, que cortam o coração.

Você não quis me compreender.
Você preferiu entender do seu jeito.
Você me colocou no lugar comum de onde eu tanto fujo.
Doeu saber o que você pensa de mim.
Doeu.
Mas eu gosto de você independente disso tudo, gosto de você pelo que já compartilhamos até aqui. Achei que depois daquela primeira discussão nunca mais iríamos brigar, porque conseguimos superar, eu pelo menos superei. Mas não foi assim, brigamos de novo e eu odeio ficar com raiva de você.
Não sou orgulhosa, te peço desculpas mesmo sabendo que não tive intenção nenhuma de te magoar.

Ainda quero ter sua amizade por muito tempo.

*Desculpe o post, mas precisava disso.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Sem muita paciência com esse povo ¬¬'

Olá, pessoal.
Saudade de estar aqui, mas ultimamente tá faltando tempo e também inspiração. É tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo que quando sento aqui não consigo decidir sobre o que escrever. Mas hoje eu tenho que colocar pra fora a minha raiva e indignação com a saúde pública brasileira e seus funcionários.
Eu espero do fundo do meu coração não precisar de hospital público, quero muito ter logo um emprego de verdade que me possibilite pagar um plano de saúde, pois é uma tristeza ter que enfrentar filas e ainda ter que aturar a falta de educação e paciência dos funcionários.
Tá certo que as condições de trabalho não são as melhores, paga-se pouco, não tem aumento, patati patatá, mas nada disso justifica trabalhar com aquela má vontade. Pra conseguir uma informação correta você tem que passar por umas 5 salas erradas, pra pegar o resultado de um exame tem que contar com a boa vontade de quem está lá atendendo.
Hoje ao ir buscar os exames da minha mãe a senhora que estava na recepção nem olhou pra minha cara, não respondeu ao bom dia, pegou o cartão da minha mãe, olhou por alto alguns papéis no arquivo e disse que não estava lá, que já deveria estar no prontuário (duvidei, né, eles não seriam tão organizados). Fomos para o consultório e quando a médica pegou o prontuário "cadê?", não estavam lá. Lá fui eu de novo na sala de exames, só que entreguei o cartão para outro senhor que pelo menos dessa vez se deu ao trabalho de olhar as fichas uma a uma para procurar a da minha mãe. E os exames estavam lá. A bicha feia mal educada que não quis se dar ao trabalho de olhar.
Sei que a situação do brasileiro não é favorável, que é difícil arrumar um emprego e que nem sempre trabalhamos onde queremos. Mas ainda assim eu acho que temos que fazer nosso trabalho com amor e dedicação! Ainda mais quando lidamos diretamente com pessoas, principalmente em hospitais. O paciente não está ali porque quer, ele provavelmente está passando por uma situação complicada, está sofrendo, com dor, e etc. O que ele mais precisa é ser bem recebido, sentir segurança e alguma confiança naqueles que estarão tratando do seu problema.
Tenho que me segurar pra não brigar com esse tipo de gente que trabalha de cara feia, eu odeio essas atitudes mesquinhas. Não quer estar ali? SAI! Não vá descontar em quem não tem nada a ver com seus problemas pessoais.
O mesmo se aplica à minha profissão, também trabalho diretamente com pessoas e preciso ter cuidado com certos detalhes, faço o maior esforço do mundo pra não transparecer meus problemas, mesmo quando estou muito mal, atordoada, tento tratar meus alunos da melhor maneira possível, com carinho e cuidado. É o que eles precisam e esperam de mim. E não faço mais do que a minha obrigação, pois eu escolhi isso pra minha vida, eu amo o que faço, sei que não vou ganhar rios de dinheiro, sempre soube disso, não posso reclamar agora. Tô aqui porque quero.

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BeijO**

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Gentileza gera Gentileza

Saudade de parar aqui pra escrever neste cantinho que já é tão especial. Mas cá estou dando uma fugidinha da rotina de escrava lerê-lerê para dividir algumas coisas.

Fiquei feliz hoje, o mundo não está totalmente perdido e ainda existem pessoas boas. Fui ao banheiro do Shopping e esqueci meu celular, só me dei conta disso uns 5 minutos depois quando estava na fila do elevador, aí voltei ao banheiro, mas logicamente não estava mais lá. Bateu aquele desespero, pensei: "já era". Meu celular é horrível, velho e tá todo arrebentado, mas ele liga e eu uso para resolver problemas do trabalho, para marcar aulas, é meu elo de contato com os alunos, ou seja, mesmo todo cacarecado ele é muito importante pra mim. Então, fui procurar um telefone público para tentar ligar para meu celular e falar com a pessoa que achou, pois provavelmente ainda estava no Shopping também. Liguei e deu ocupado, pensei: "já era²". Aí tive a brilhante ideia de ligar para uma amiga para que tentasse entrar em contato também, e ela conseguiu falar com a pessoa que achou!!!!!!!! A mulher que achou entregou na Loja da Oi do Shopping e o rapaz já tinha ligado para minha casa avisando que tinha encontrado e que eu poderia ir lá buscar. Sério, nem acreditei, eles foram muito rápidos em me ajudar. Em menos de 10 minutos eu já estava com meu celular em mãos de novo.
Por mais que tenhamos mil motivos para acreditar que as pessoas só querem ganhar, ganhar e ganhar mais e mais sem pensar no próximo, temos que admitir que ainda encontramos pessoas boas, que pensam no semelhante. Eu acredito e tenho fé no ser humano.

É como já dizia o véio carioca também maluco beleza:


Mudando de assunto, preciso dizer e cantar que "O Rio de Janeiro continua lindo, o Rio de Janeiro continua sendo..."

Moro na cidade maravilhosa desde quando nasci e só agora, aos 21 anos, estou tendo a oportunidade real de saber porque minha cidade é chamada assim. Nós que somos da parte pobre da cidade, ou seja, Zona Oeste, Baixada e adjacências não temos muita noção das maravilhas que nos cercam. Geralmente ficamos preso à rotina de escola/trabalho/faculdade/casa e nos momentos de lazer escolhemos lugares próximos. Sem contar que as opções de transporte são péssimas também.

Ora, passamos duas horas dentro de um ônibus para ir trabalhar, mas não podemos fazer o mesmo para passear e divertir?

Confesso que nunca fui de sair para Zona Sul nos momentos de diversão, mas agora eu começarei a ir, são tantos lugares legais, tantos teatros, museus, nossa... E tem também os pontos turísticos mais badalados do RJ, como o Cristo ou Pão-de-açúcar, que eu, carioca da gema, nunca fui!!!! E muitos cariocas estão na mesma situação, vivem aqui no RJ e nada aproveitam do que tem de maravilhoso.

O meu trabalho escravo lerê-lerê está me dando a oportunidade de conhecer muitos desses cantinhos especiais da cidade. Já que eu não ganho bem pelo menos aproveito o visual do caminho. Fico que nem criança na janela do ônibus, observando tudo que se passa.

Quero escrever sobre algumas manchetes de jornais que vi, mas estou morrendo de sono, fica para a próxima.

BeijO**

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Morrer é a solução

A TV só tem um assunto: Morte de Michael Jackson.
Tá certo que o cara foi um ícone, uma grande estrela e tal, mas ele só morreu, mais nada.
A mesma imprensa que só citava seu nome quando ele suspostamente tarava menininhos agora coloca Michael no mais alto pedestal, dizendo que lamenta muito a sua morte.
O que me faz concluir que morrer é a solução.
De rei do pop esquecido à manchete em todos os jornais, revistas e programas, Michael Jackson morto é um sucesso.

Reconheço o talento, o sucesso e a importância de Michael na história da música, mas ainda assim preciso confessar que tenho medo dele. Nesses últimos anos ele estava parecendo o fantasminha camarada.
O que é isso, companheiro?
Onde foi parar o nariz dele? o.O
Enfim, seja lá onde estiver, que descanse em paz.
E nós, reles mortais, teremos que suportar milhares de reportagens sobre a vida de Michael Jackson até que outro famoso morra ou que outro avião caia.
Repararam que ninguém lembra mais do avião da Air France?
¬¬'
BeijO*

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Por falar em Suco...


Olha só de quem eu lembrei: Besouro suco!!!
Viviane e suas associações perigosas!
;-)


terça-feira, 23 de junho de 2009

Apelidos

Estava pensando em quantos apelidos recebemos durante a nossa vida. Cada pessoa que conhecemos ou cada lugar onde vamos, seja lá onde estivermos, sempre vai ter alguém para nos chamar por algum nome incrivelmente estranho que nunca imaginamos.
Existem os apelidos clássicos, aqueles que as pessoas sem muita criativade e com mais noção das coisas vão usar, pois se é o que todo mundo te chama, não tem erro, não existe o risco de levar um baita 'fora'.
Existem os apelidos de família, aquele que sua mãe te chama, que deveria ficar ali entre vocês, mas que seu irmão escuta, que conta para o seu primo, que fala para sua tia, que conta para sua vó ... e quando você vê, já era, a família todo está te chamando por aquele apelidinho, que geralmente é vergonhoso. Caso do meu irmão Severino (ai, meu pai e seu gosto peculiar para nomes...) que é conhecido por todos como Bilú. Um homem enorme e barrigudo que se chama Bilú.
Existem os apelidos de escola, geralmente traumáticos, pois os amiguinhos do colégio são muito cruéis. Eles vão pegar aquela característica que você mais odeia, que você mais se envergonha de ter e vão te chamar assim pelo resto da vida. Até mesmo quando se encontrarem aos 40 anos de idade ele vai te chamar de 'bolinha', 'peitudo', 'mijão' e etc.
Existem os apelidos temporários, aqueles que você vai receber por ter feito, ou por ter acontecido, algo fora do normal em alguma situação. As pessoas vão te chamar assim por uma ou duas semanas e acabou. Nem vão lembrar mais do ocorrido...
E por último, mas não menos importantes, os apelidos imaginários. Ah, são os piores. Pois são aqueles que você nem sabe que tem, mas com certeza alguém pensa nele quando te encontra por aí, porém por educação e falta de coragem nunca vai te chamar assim. Bom, isso acontece comigo, acho que quase todas as pessoas que conheço têm apelidos imaginários, não por maldade, só que eu faço muitas associações. Por exemplo, tem um maluco que trabalha lá na xerox da facul que parece o Piu-Piu, toda vez que olho pra ele vejo o Piu-Piu, mas não tenho motivo nem intimidade pra chamar ele assim.
E por que eu falei em apelidos hoje?
É que tava pensando em uma família amiga da minha onde todas as pessoas têm apelidos e são chamadas por eles. Nada grave. Só que eu me dei conta que não sei o nome de ninguém, só os apelidos. Pessoas que conheço desde o dia que nasci, mas que não sei o nome... Que coisa.
E os apelidos são engraçados e sem sentido. Veja: Mãe - Nininha; Pai - Nanô; Filhos - Lula (é uma mulher), Suco (outra mulher e sim, é suco mesmo, não me pergunte o porquê), Ceiça (mais normalzinho), Póca e Néo. Ah, tem um filho normal, chamado Fabinho. O único que se livrou...
Eu mesma tenho vários apelidos. O clássico - Vivi; O clássico turbinado - ViviX (invenção minha, claro); Ane; Anerf (meu sobrinho depois que leu meu e-mail começou a me chamar assim...rs); Viva; Vick; Vi; Vívia; Vivinha; Vica; Biba (??? - coisas da minha mãe); Bibinha (mãe surtando mode ON); entre outros...
Também tenho a incrível mania de chamar as pessoas por vários apelidos diferentes. Meus sobrinhos que sofrem. Exemplos: Jadson - Jadinho, Dinho, Bibo, Bibinho, Bibensio, Bin, Bode, Bodão, Bodovsky, etc; Allan - xaxa, pipas, xá, e o mais novo, skimbó (kkkk).


Porém não tenho a criatividade que o Marcelo Tas (CQC) tem, ele inventa os apelidos mais legais para chamar as matérias dos meninos. Danilo (capeta em forma de guri) , Rafa (pudim de jiló, e etc), Oscar (pequeno pônei - clááássico) e Felipe (o crespo mais lisinho do Brasil) recebem um apelido novo a cada reportagem. Morro de rir. Adoro CQC.

Por hoje é só! Apenas uma passagem rápida por aqui para descontrair. É como dizem por aí: Nem só de posts cults viverá o homem ;-)


Um beijo, meu povo!

sábado, 20 de junho de 2009

Geração Blush

Não sei se eu estou realmente desligada do mundo e das coisas que estão consideras "in" no momento, mas esta semana eu notei que as adolescentezinhas estão viciadas em Blush.
Usado para dar um aspecto mais saudável, o Blush há muito tempo habita as bolsinhas de maquiagens das meninas e senhoras mais vaidosas.
Eu, particularmente, não gosto, acho que fica superficial. Mas eu também nem preciso, já tenho as bochechas rosadas por natureza. Nunca usei isso aí... Aliás, não uso nada.
Lembro de ver senhorinhas mais idosas com aquelas marcas avermelhadas horrorosas na cara, parecendo um maracujá pintado. Só que o Blush deixou de ser o queridinho das vovós para ser o novo namoradinho das netinhas!
O gloss, ou brilho labial, que há pouco tempo ganhou cadeira cativa nas bolsas das mocinhas, e até mesmo carteiras, pois tem o modelo pingente que também pode ser usado no celular, acaba de receber mais um irmão, o blush.
Estou até agora espantada com a cena que presenciei no trem (sim, com o trem em movimento). Quatro menininhas com os seus 14, 15 anos, arrumadinhas, com os cabelos devidamente esticados estavam passando blush. Ok, até aí cena normal cotidiana. Mas elas já estavam com a cara cheia de blush, porém não satisfeitas se entupiam ainda mais. Até que ficaram bem pintadinhas, literalmente pintadinhas, de longe pareciam réplicas da boneca Emília. Ou que estavam indo para uma festa junina. Uma delas estava tão pintada que do pescoço pra baixo parecia outra pessoa.
Hoje no Shopping eu estava reparando que quase todas as mocinhas estavam assim com os rostos pra lá de corados. É alguma tendência de maquiagem para o inverno? Será que até na pigmentação das nossas bochechas essa ditadura da moda vai mandar? Sinceramente acho que tudo em excesso fica feio. Se usado para dar um ar de juventude, de saúde (como dizia vovó quando via um rostinho avermelhadinho), tudo bem, fica legal. Mas se for pra virar palhaço, Emília, e coisas do tipo, fala sério, hein. Vamos deixar a nossa face respirar!
BeijO**

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Só o Caco

Jesus, acende a luz!
Que dias corridos. O relógio não quer ser meu amiguinho mesmo.
Metado do ano já se foi.
Sem tempo MESMO pra vir aqui escrever e pra visitar os blogs amigos, mas logo logo farei isso. Prometo! Tô cheia de assunto pra conversar com vocês, mas tá difícil mesmo.

Passei apenas pra dizer que essa semana tô só o CACO.

Beijos!

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Vacas


Quando pego algum ônibus que passe pela Avenida Brasil adoro ficar admirando aqueles morros, os famosos "campos elíseos". Acho lindo demais, todo aquele verde, as árvores formando aquele "chão" aveludado.

Em alguns morros eu sempre via umas vaquinhas lá no alto.
Vaquinhas sempre comendo e pastando.
Todo vez que eu passava, lá estavam as vaquinhas.
Nossa, como as vaquinhas comem.
Todo dia, comendo sem parar.
Comem muito e sempre no mesmo lugar.
Meu Deus, deve ter algum problema com essas vacas.
Vaquinhas que nem se mexem.
Caramba, não podem ser vacas!
Será que são vacas mesmo?
Ih, não parece vaca.
Nem saem do lugar.
Hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahaah!
Não são vacas mesmo!!!
São várias pedras pintadas de branco no alto do morro.
Que burra!

E eu desde pequena adorava ver as vaquinhas no alto do morro...

=(

terça-feira, 9 de junho de 2009

"n" coisas

Tornar-se gente grande é chato. Dá dor de cabeça.
Já tive o trabalho de passar no vestibular, cursar 4 anos e uns quebradinhos de uma faculdade mega estressante (mas que eu amo!)... Chega!
Quando você acha que acabou vem a pior parte.
Você percebe que está terminando a faculdade e será mais um nas estatísticas.
Mais um desempregado no mundo.

Deveria ser mais simples.

Semana deveras estressante na minha vida. 'N' coisas borbulhando na minha mente, mil coisas pra definir, pra decidir e o relógio parece não querer ajudar...

Esses dias ruins sempre me levam ao mesmo lugar: caixinha de recordações.
Adoro vasculhar e relembrar momentos legais da minha vida, ler cartas e cartões que ganhei de pessoas especiais. Daí achei um desenho muito feinho e estranho que fiz séculos atrás quando eu achava que tinha talento... Nossa, eu adorava esse desenho demais. Ai, ai, adolescente gosta de cada porcaria. Enfim...
Veio a calhar, pois criei uma comunidade super badalada no Orkut com seus 8 membros (rs): Eu faço desenhos estranhos.
Taí a obra de arte, está meio amarelado porque é muito velho, mais de 5 anos.

P.S.: Nem acreditei quando vi que o contador de membros passou dos 300. Como assim? Acho que eu preciso voltar a escrever coisas interessantes, pois tá vindo gente aqui, hein. Tô chique. Rs

Ganhei um selinho!

Estou tão feliz, ganhei um selinho. Não foi selinho de beijo, mas também foi bom :-)
O meu querido amigo lindo Felipe que deu.
Lipe é um anjo fofo.
E solteiro, hein, meninas!
Hahaha

Não tenho experiência com selos, mas pelo que entendi existem regras. Vamos lá:

A- Copiar a imagem do selinho em seu blog;

B- Escrever o link do blog que indicou: Blog do Engorda

C- Indicar mais 5 blogs que você tira o chapéu:

  1. Caixinha de Bonecas
  2. Histórias, nossas histórias!
  3. Ilícitas formas e amplitudes modernas
  4. Destruidores do Universo
  5. Cólica Mental

D- Avisar a todos que você indicar.

É isso.

BeijO*

P.S.: Aprendi agora como se faz um link decente, então desculpe pelos endereços gigantescos no post dos presentinhos, isso não mais acontecerá. Obrigada, Lipe, por me ajudar!

sábado, 6 de junho de 2009

Presentinhos

Tá certo que não vou dar nem receber presentes dia 12, mas nada me impede de criar aqui uma listinha de presentes romantiquinhos que eu adoraria ganhar, né?

Quem sabe alguém vê e resolve me dar!

;-)

Livro: CARTAS PARA VOCE: DECLARAÇOES DE AMOR EM TEMPOS MODERNOS
Joshua Knelman (Org.), Rosalind Porter (Org.)




Livro: O CLUBE DO FILME - David Gilmour



Livro: OSCAR WILDE: OBRA COMPLETA

http://www.travessa.com.br/OSCAR_WILDE_OBRA_COMPLETA/artigo/0f1e8407-b9fb-4cc8-b3d9-813b81724308

Só mais um livro!

Livro: CARTA A D.: HISTORIA DE UM AMOR - Andre Gorz

http://www.travessa.com.br/CARTA_A_D_HISTORIA_DE_UM_AMOR/artigo/6ca88e53-9085-4f3e-bf24-f461480a5e1c


Camiseta: "O amor é possível" > http://www.jaehcamisetas.com/estampa.asp?estampa=64


Quero mais umas 'n' coisas. Só que estou sem saco pra isso agora.

Então, aguardem a parte II.

Beijos!


sábado, 30 de maio de 2009

E lá vem ele... o tão esperado dia (pra quem?)

Maio tá chegando ao fim, aliás, passou tão rápido que nem vi. Tanto que pouco apareci aqui no Blog, realmente os dias têm sido de muita correria na minha vida. Cada coisa acontecendo, nossa. Mas eu não estou aqui pra falar dessas coisas e sim sobre o mês de junho e seus dias nada legais e festivos (pra mim).

Eis que se aproxima o tão (?) esperado dia 12 de junho. A televisão começa a passar aqueles comerciais românticos cheios de gente apaixonada, as lojas fazem revistas e panfletos cheios de corações, os shopping fazem promoções, os namoradinhos começam a quebrar os cofrinhos só pra presentear a pessoa amada (?).

E o que eu tenho com isso?
Eu não quero comprar presente.
Eu não aguento mais ver esses corações apaixonados.
Argh!

Lado bom disso tudo.
Ontem fui ao 'EstShopis' com mamys comprar um casaquito e tals. Aí eu vi o stand da nova promoção, do dia dos namorados (¬¬), nas compras acima de 150 mangos você ganha dois ingressos para o cinema!
Cinema? Opaaaa! Adoro cinema, empolguei-me e fui lá pra pegar os meus.
Fiquei toda feliz com um par de ingressos para o cinema, vi que posso usar até o dia 21 de junho, então resolvi guardar pra outro dia, já que estava meio tarde.

Lado ruim disso tudo.
Cheguei em casa e fiquei olhando aqueles ingressos, para um CASAL.
PARA CASAL!!!!!!!!!
E eu vou ter que assistir sozinha.
Aí pensei: será que posso usar um ingresso de cada vez? Já que é promoção do dia dos namorados... Xiii.
Enfim, espero que possa, pois quero assistir dois filmes seguidos.
E me entupir de pipoca.
Mentira, aquela pipoca é cara demais.
Hahahahahaha

Resumindo:
Vou ver dois filmes de graça.
Sozinha.
Porque antes só do que mal acompanhada.

=P

domingo, 17 de maio de 2009

5 passos para me tirar do sério em 5 minutos

1 - Seja indiferente comigo num dia em que eu estou alegre e sorridente com você;
2 - Ignore os meus comentários fofos;
3 - Demore a responder no msn justamente no dia em que te dou total exclusividade;
4 - Tente virar o jogo quando sabe que está errado;
5 - Não me dê colo quando é disso que mais preciso.

Pronto.
Vou explodir.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Acordo Ortográfico

Só pra deixar claro que eu não vou aderir isso nem tão cedo. Não dá, é mais forte do que eu. Seria como mudar meu nome depois de me chamarem de Viviane a vida toda. Aos poucos eu sei que vou ter que aderir, mas será aos poucos mesmooooooo.
Ficou feio demais.

Enfim: DIVÃ!

[OFF] Sabe aquela dorzinha estranha, quando alguma coisa tá incomodando, quando algo tá fora do lugar? Pois é. De novo. Mas eu não sei o que é. Só pra variar um pouquinho.

--

Enfim consegui ver Divã! Eu, uma das maiores divulgadoras do filme, por ser superhipermegablaster fã da Martha Medeiros, demorei tanto pra ver. Sério, eu estava ficando irritada já com isso, TODOS os meus amigos assistiram, até mesmo quem eu nem imaginava assistiu. E eu não? Não pode! Então na quarta fui lá assistir.
Tenho medo de filmes em que crio muita expectativa, quase sempre é decepcionante. Mas Divã não foi. Ufa. Que filme tudo de bão. Martha tem umas sacadas incríveis. Mercedes tem muito de mim, compartilhamos algumas idéias que muitos acham loucura. Eu também acho que fidelidade e lealdade são coisas bem diferentes que nada tem uma com a outra. Sério. E daí que ela não se importava com as puladas de cerca do marido? Ou fingia não se importar, enfim... Que seja. Vão me tacar mil pedras se eu realmente expor o que acho. E eu acho isso porque não vivi ainda uma situação do tipo, tá certo. Realmente posso mudar de idéia quando for comigo. Xápralá.

--

Um trecho do livro que me identifico muito:

"“Sou eu que começo? Não sei bem o que dizer sobre mim. Não me sinto uma mulher como as outras. [...] Mas segui todos os mandamentos de uma boa menina: brinquei de boneca, tive medo do escuro e fiquei nervosa com o primeiro beijo. [...] Adoro massas cinzentas, detesto cor-de-rosa*. Penso como um homem, mas sinto como mulher. Não me considero vítima de nada. Sou autoritária, teimosa e um verdadeiro desastre na cozinha. Peça para eu arrumar uma cama e estrague meu dia. Vida doméstica é para os gatos."

*De rosa eu gosto, né? rs

--

Por que ela me define melhor que eu mesma.

--

Beijos, chiquitos!

domingo, 10 de maio de 2009

Água. Muita água. Medo. Muito medo.

Madrugada, acordo atordoada com um barulho esquisito. Fico com medo. Prefiro pensar que é um sonho. Fecho os olhos. Mas o barulho insiste. Algo diferente, não sei o que é. Vontade de levantar da cama e acender a luz pra ver. Porém o medo é maior. Pego o celular e tento olhar o quarto com a sua luz. Não vejo nada. A luz do celular também não é boa. O que fazer? Dormir. Deve ser coisa da minha cabeça. Ou um sonho.
Manhã seguinte, acordo bem, sem pensar no ocorrido da madrugada. Começo o meu ritual matutino de acordar. Ligo o computador para ler e-mails. Minha mãe entra no quarto e pergunta porque o chão está molhado. Não sei, a garrafinha de água deve ter caído e entornado. Olho para o lado e vejo a garrafinha lá, intacta no mesmo lugar. Ah, deve ter sido meu sobrinho que entrou aqui com o pé molhado. Mas ele nem veio aqui hoje. Então não sei, mas um pouco molhado só, né, tem problema não. De repente, minha mãe grita: Ai, meu Deus, o que é isso? Muita água no meu quarto, muita. Parecia um mar na minha casa. Como assim? Pegamos panos para limpar, mas não deu conta, tivemos que pegar um rodo e puxar pra fora. Como? Como explicar um mundo de água no chão? Procuramos vazamentos pelas paredes, pelo chão e NADA. Tudo perfeitamente normal. MEDO.
Eu sou muito racional. Tem que ter uma explicação lógica para o ocorrido. Tem que ter. Eu sei que tem. Não sei qual é ainda. Mas sei que tem.
Acho que está brotando do piso, já que alguns canos passam por baixo da casa. Vamos esperar o dia de hoje pra ver. Se foi o piso, com certeza durante o dia vai continuar vazando. Fiquei o dia todo na expectativa por um molhadinho no chão, pois isso confirmaria minha hipótese. Mas NADA. Nem sinal de água no chão. Medo.
Logo as pessoas começam a dar seus pitacos. Minha mãe disse que eu devo estar com sonambulismo e jogado baldes com água no quarto de madrugada. Ora, se nem quando estou acordada eu gosto de lavar o chão, imagine se eu ia fazer isso dormindo! Fora de cogitação. Minha sobrinha acha que isso é algum espírito. Hahahaha. Sou obrigada a ouvir essas coisas, coisas das quais sempre debochei. Acho tosco. Aí quando eu contei do barulho da madrugada ela realmente se convenceu de que era um espírito. Vê se pode uma coisa dessas.
Noite, hora de dormir. Não estou com medo de espíritos atrevidinhos que jogam água no chão. Não. Mas tô com medo de alguma coisa. Medo de dormir aqui. Mas eu sou forte e racional. Daqui não sairei. Custo a pegar no sono, mas durmo.
Manhã, ao acordar vou logo olhar o chão pra ver algo aconteceu na madrugada e nada. Chão mais seco do que nunca. Isso me assusta ainda mais, pois se molhasse de novo eu teria que achar uma explicação lógica. Mas como achar para um fenômeno isolado? É melhor esquecer isso. E viver com essa dúvida.
Mais uma madrugada. Já sem tanto medo, vou dormir. Deito e pego no sono. Mas de repente, acordo novamente com o tal barulho do primeiro parágrafo. Barulho ainda mais forte do que na primeira vez. Então lá não foi sonho. E agora? O coração pulsou, a mão gelou, mas a cabeça pensou. É preciso descobrir o que está acontecendo e o momento é este. Vamos lá. Agora. Levante daí e acenda a luz. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10. ÁGUA. Muita água de novo. Só que agora uma água que me fez rir, sorrir aliviada por não ter que ficar sem resposta para o povo babaca. Aliviada por ser feliz racionalmente assim como sou. Água vindo do teto. E agora com marcas no teto. Vazamento aonde? Caixa d'água! Lógico! Por que não pensei nisso antes? Acordo minha mãe rindo para que ela veja o que é.
Que droga, agora tenho um chão pra limpar de madrugada. E o restante da noite? Foi chato demais com aquele balde debaixo da goteira pra não molhar o chão fazendo aquele barulhinho irritante, mas foi um sono aliviado e feliz.
Oh, Deus, obrigada por me fazer assim tão racional e lógica.
Livrai-me dessas pessoas alienadas.
Hoje e sempre!
BeijO*

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Sutilmente

Que música linda! Adorei-ei-ei.
Estou ouvindo pela milésima vez. Não esperava uma música bonita assim cantada pelo Skank! Tá, a letra é do Samuel Rosa e do Nando Reis, o Nando tem algumas músicas legais e tal. O Samuel também. Algumas.
Sutilmente
Composição: Samuel Rosa / Nando Reis
"E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
Quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
Quando eu estiver fogo
Suavemente se encaixe
E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
E quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce
Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate, não
Dentro de ti, dentro de ti
Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti"
--
Preciso contar o caso "sobrenatural" que aconteceu aqui em casa!
Mas será em outro post.
A música é tão linda que não seria justo dividir o post com outra coisa.
--
Simplesmente me abrace!

domingo, 26 de abril de 2009

Vamos nos permitir!

Pra que ficar tentando não querer?
Pra que evitar conhecer?
Pra que fingir que não quero?

Por medo de sofrer?
Que se dane.

Tenho mais é que ser feliz.
Temos que ser felizes.

Então, permita mais.

Permita-se conhecer um desconhecido.
Permita-se deixar o outro te conhecer.
Permita-se amar.
Permita-se ser feliz.

Vamos nos permitir, baby!
;-)

sábado, 25 de abril de 2009

A instabilidade das coisas

Algumas coisas que vemos em filmes e novelas nos chocam, mas geralmente é algo que vemos tão distante da nossa realidade. Nunca pensamos que pode acontecer com alguém conhecido, com algum parente, vizinho, amigo... Mas acontece. E quando acontece parece que tudo sai do seu lugar. Não gosto de sair de mim. Estou assustada. Com medo.
Como pode alguém explodir assim? Sempre tive medo de pessoas certinhas demais, que fazem tudo de maneira correta, que sempre estão 'prontas' a ajudar, pois estas são as que mais têm chances de ter um surto e de repente estourar.
OMG! Tenho medo de mim.
Medo de não saber controlar minhas emoções. Medo do meu não-medo da vida.

Argh!
Odeio ficar confusa.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Mundo pequeno

O Orkut é mesmo uma febre nacional.
De cachorro à papagaio, de recém-nascido à idoso. Todos têm orkut.
Hoje eu fui mais uma vez surpreendida pelo referido site de relacionamentos... Um carinha muito especial, que fez parte de um momento confuso da minha vida. Um 'namoradinho', sabe aquela coisa de menininha de 13 anos, nada mais que uns beijinhos, aliás, coitado, eu nem devia saber beijar... Corajoso! Enfim, ele estava passando as férias no RJ nessa época, depois disso nunca mais nos vimos, nem tive notícias dele. Até hoje, quando a pessoa me achou no Orkut!
Fiquei tão feliz com isso, tão feliz por ele ter lembrado de mim ao ver minha foto no perfil de uma conhecida nossa. É que é uma história complicada demais pra tentar resumir aqui, mas eu fui meio idiota nessa época, acabei não tratando o menino da forma que ele merecia. Mas eu tinha 13 anos!!! Era uma criança entrando na adolescência, nem sabia lidar com isso direito. Além disso, foi uma época complicada na minha família, coisas ruins aconteceram. Ou seja, tudo conspirou para que eu fosse uma babaca com ele.
Ele foi embora do RJ sem que eu pudesse me despedir... Até um tempo atrás eu pensava em procurar os parentes dele daqui pra saber como ele estava, se tinha endereço, queria escrever me desculpando... Só que não tive coragem de fazer isso. Ficou por isso. História encerrada.
É bom ver que ele não guardou mágoas, também se ele guardasse depois de 8 anos seria muita bobeira. Espero que o Orkut venha tornar possível uma amizade que eu nem deixei nascer naquela época, por pura ingenuidade, babaquice... Como eu era tola! ¬¬

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Por que peixe tem que ter espinha?

Eu gosto de peixe.
Mas odeio comer peixe.
Por um simples motivo: ESPINHAS!
E sexta-feira santa me faz ter que encarar a comida que mais me assusta. Mamys sempre faz um filé básico justamente por minha causa, mas devido à crise mundial que afetou os nossos bolsos, este ano só teve o já tradicional 'peixe com coco'.
Depois de horas reclamando decidi encarar o peixe, peguei um pedaço fiquei quase uns 40 minutos desfiando e tirando todas as espinhas possíveis. Por pouco não vira um patê de peixe. Tanto trabalho, achei que tivesse encontrado um jeito de comer peixe feliz. Engano meu. Quando comecei a comer, feliz e contente, me empolguei com a ausência das bichas horrendas e nem olhava mais com aquele medo. Putz. De repenteeeee.... Ai! Algo me furou. E não só furou como ficou grudada na minha gengiva como uma agulha! Pior que anestesia de dentista, aquela coisa enfiada em mim. Gritei, né. E minha mamys ainda me chama de escandalosa... Tive meus motivos. Como assim? E todo meu trabalho de desfiar o peixe? Pra nada? Vou ter que usar uma lupa da próxima vez? Que meleca....

Me lembrem de comprar uma latinha de atum para comer com pão no ano que vem.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Blás + Kutner

Apenas esclarecendo:

Prometi que não faria disso aqui o recanto dos meus devaneios. Não quero mais postar coisas como no tópico anterior. Acabou esse lenga lenga de menina sofredora. Não sou. Nem preciso dele.
Operação expurgar: 100% completa.

**

Novidades no feriadão. Prometo!

**

E daí que eu mudei?

**


Oh, Deus. O Kutner morreu. Eu gostava tanto dele. Sério. Mas pelo menos o ator quis sair da série, isso mostra que ele ainda renderia boas coisas por lá, mas... A vida continua, e o cara tá super feliz com o novo emprego lá com tio Obama.
Eu ainda tinha esperanças de que não seria ele a morrer. Suicídio? Os próximos episódios serão bombásticos, pois tenho certeza de que o 5x20 foi apenas o comecinho do que nos reserva o final da temporada.


Boa sorte, Kal Penn.

Saudades, Kutner. Vai fazer falta.

domingo, 5 de abril de 2009

Ele fala italiano? CORRA!

Ele é fluente em italiano, te escreve em italiano, te manda poesias e músicas em italiano?
Fuja dele, querida!
Ele só quer te envolver nessa atmosfera de paixão e sedução que essa língua maravilhosa proporciona.
Ele vai te chamar pelos adjetivos mais fofos e lindos: bambina, piccina, bella, principessa, angiol mio, e etc. (Não sei se o meu italiano está correto, apenas lembrando do que ele já me disse)
Ele vai te fazer chorar diante das mais belas poesias que ele faz questão de traduzir pra você sentir a essência, mas não deixa de mandar a versão em italiano, pois é ela que seduz...
Ele vai te fazer gostar de músicas italianas que você nem sonhava conhecer, vai te fazer baixá-las e com o coração aflito pensar mais e mais nele.
Ele vai fazer tudo isso.
E vai sumir.
E te deixar que nem uma idiota escrevendo coisas sem sentido.
¬¬'

* Quando eu tô assim meio doente fico pensando besteira mesmo, não liguem. Efeito do remédio que me deixa meio dopada. *Ainda bem que tenho meus chocolates. * É, preciso voltar a malhar. *Odeio sentir saudade.


sexta-feira, 3 de abril de 2009

Abismo do desencanto

Um trecho do livro que estou lendo me chamou muito a atenção, pois é uma realidade já vivida por mim e me colocou a pensar e refletir sobre os famosos 'pedestais' em que colocamos as pessoas amadas. A história do livro vai ter seu rumo, mas independente dele quero discutir apenas esse momento e falar do abismo do desencanto.

"Às suas costas, tão perto de sua orelha que só ela pôde escutá-la no tumulto, tinha ouvido a voz:
- Este não é um bom lugar para uma deusa coroada.
Voltou a cabeça e viu a dois palmos de seus olhos os outros olhos glaciais, o rosto lívido, os lábios petrificados de medo, tal como os vira no tumulto da missa do galo pela primeira vez em que ele estivera tão perto dela, mas ao contrário daquela vez não sentiu agora a comoção do amor e sim o abismo do desencanto. Num instante teve a revelação completa da magnitude do próprio engano, e perguntando a si mesma, aterrada, como tinha podido incubar durante tanto tempo e com tanta ferocidade semelhante quimera no coração. Mal conseguiu pensar: "Deus meu, pobre homem!" Florentino Ariza sorriu, procurou dizer alguma coisa, procurou acompanhá-la, mas ela o apagou de sua vida com um gesto da mão.
- Não, por favor - disse. - Esqueça. "
(O Amor nos Tempos do Cólera - Gabriel Gárcia Márquez)

Também um trecho da música Devaneio de Jorge Vercillo traduz perfeitamente a idéia do abismo do desencanto.


“Mergulhei no mar / E não dava pé

Me apaixonei / Mas não sei por quem

Sonho com alguém / Que você não é...

Eu me entreguei demais / Eu imaginei demais (...)”.


Quantas e quantas vezes já nos pegamos assim encantados, abismados e embasbacados. Quantas e quantas vezes já colocamos a mão no fogo por nossos tão sinceros sentimentos e por acreditar tão piamente na eternidade deles.


Eternidade...


Afinal, o que é eterno? Ninguém melhor o descreveu do que nosso querido poetinha Vinícius em seu tão famoso Soneto de Fidelidade:


"Eu possa lhe dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure"


Mas como acabará? Quando acabará? Como receberemos a notícia de que é chegado o fim? Acaba para um ou para os dois ao mesmo tempo? Tão raras são as vezes onde acaba para os dois... Sempre vai ter um que sofre, sempre vai ter um que chora, enquanto o outro comemora a alegria da liberdade em meio ao abismo do desencanto. Que estranha liberdade.


Durante o efeito do feitiço do encanto nada consegue atingir a imagem idealizada que criamos do objeto amado. Por mais críticas que possam existir, por mais que as evidências estejam tão claras às nossas vistas. Simplesmente não enxergamos, não escutamos, nos ensurdecemos e cegamos para manter acesa a chama da ilusão de que finalmente encontramos o tão sonhado amor perfeito. Colocamos o nosso objeto de desejo no mais alto dos pedestais e ficamos a admirar e amar independente de tudo, mesmo com o mundo caindo ao nosso redor.


Mas eis que chega o momento em que voltamos a ouvir e enxergar. E esse momento inevitavelmente chega. E geralmente acontece por acaso, sem maiores explicações. Acordamos de um sonho e nos deparamos com a realidade, enfim começamos a enxergar aquele objeto de desejo como ele na verdade é, na sua essência verdadeira, não mais naquela loucura insana que queríamos acreditar a qualquer custo.


E o mundo cai.
Não é o que imaginávamos.
Não merece nosso amor.
Ele é apenas mais um no meio da multidão.
É o abismo do desencanto.


Será possível viver sem se enganar assim? Nós gostamos de nos iludir, gostamos de idealizar, gostamos de criar a imagem do perfeito e intocável. Como evitar então o tal abismo do desencanto? Não sei. Mas acho que o caminho mais curto é não se encantar. Por mais difícil que seja acho que devemos tentar conter a nossa fértil imaginação, enxergar o outro como ser humano que é, com todos os defeitos e falhas que lhe são pertinentes. Colocá-lo num pedestal acima da realidade faz a queda ser muito maior, torna o abismo ainda mais profundo.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Presente de Grego

Tinha até me esquecido que hoje é dia 1º abril e que é o dia da mentira.
Que bobagem.
Aqui perto colocaram um papel na boteco do vizinho dizendo que estava fechado por motivo de falecimento do mesmo. Isso é coisa que se faça? É coisa de que não sabe brincar. É por essas e outras que acho o dia uma palhaçada só.
Todos os programas de TV da manhã estavam discutindo sobre mentiras e vi um livro numa dessas reportagens que era tipo um 'guia do mentiroso', ensinando como agir para que todos acreditem quando você estiver mentindo. Patético.
Achei legal um bate-papo que estava tendo no Hoje em Dia com psicólogos falando sobre crianças que mentem e que isso no futuro pode gerar um desvio sério de caráter. Então pais, cuidado, fiquem de olho no que os filhos dizem, achar as mentirinhas das crianças uma coisa bonitinha é um erro muito grande. O Sem Censura também teve um debate bacana, como sempre. (Suspeita pra falar, nééé? rs)
Tá certo que todos mentimos, quem diz que não mente é o maior dos mentirosos, mas daí a promover essa prática são outros quinhentos... As tais mentirinhas sociais são as que fazem mais sucesso.


Eu admito que menti no meu aniversário, mas foi um caso extreme (extremamente necessário), pois ganhei um vestido RI-DÍ-CU-LO, sério, a coisa mais feia que já vi na minha vida. Sem falar que ali caberiam umas três de mim, pois era enorme, preto... parecia uma roupa de bate-bola daquelas bem rodadas. E ainda por cima tinha uns 'pequenos' enfeites em pedrarias (leia-se: umas pedras enormes e brilhantes horrorosas). Minha mãe rolou de rir quando eu vesti e fui na sala 'desfilar', eu morri de rir com aquela situação patética. A pessoa que me deu é realmente meio sem noção, mas achei essa do vestido o cúmulo do absurdo. Podia ter vindo sem presente, eu não ia me importar. Além de ter sido feito para uma baleia orca obesa (acho que indiretamente ela quis me chamar de gorda, será?), o vestido tinha aquele cheiro característico de roupa velha guardada há muito tempo, tipo presente repassado. Quando ela me entregou o pacote eu vi que era algo pesado e como não tenho o costume de abrir presentes na frente da pessoa entrei para o quarto, aí abri o pacotinho do mal: tcharam!!!! Eu nem acreditei no que vi, dei umas risadas básicas em silêncio e voltei para a 'festinha', aí ela me perguntou: gostou? E agora, o que fazer? Não tive saída a não ser dizer: Vestido bonito, tia, vou provar depois. É, menti... Que vergonha. Aí, durante a festa essa pessoa me confidenciou que ganhou o tal vestido do mal de presente do neto, só que não deu nela (óbvio, o vestido daria pra fazer uma lona cultural). Aí está o ponto, provavelmente isso que a pessoa me disse também foi uma mentira apenas para justificar o cheiro característico do vestido, pois o seu neto tem menos de 3 anos e a mãe dele não é insana a ponto de comprar um vestido daquele para a sogra. Menos mal, ficamos quites.
Como, enquanto eu for uma pessoa sã, JAMAIS usaria aquele vestido minha mãe me convenceu a devolver. Mas como fazer isso sem chatear? Nessas horas eu agradeço a Deus por ter me dado uma mãe mais cara-de-pau que eu. Quando eu pensei em ir lá devolver, mamãe já tinha encontrado com ela na rua e falado que o vestido ficou muito grande e que não ia dar pra usar. Ufaaa... Não precisei morrer de vergonha na frente dela ao devolver o tal 'presente de grego'. Acho que nem os gregos são tão malvados assim a ponto de dar um vestido desse pra alguém...
Eu deveria ter tirado uma foto... Rsrsrsrsrsrs


Mas tenho evitado até mesmo as mentiras sociais, pois a verdade é sempre o melhor caminho.

BeijO**

Que belo estranho dia pra se ter alegria

Belo Estranho Dia de Amanhã
Roberta Sá
Composição: Lula Queiroga

Notícias perderão todo o controle dos fatos
Celebridades cairão no anonimato
Palavras deformadas
Fotos desfocadas, vão atravessar o atlântico
Jornais sairão em branco
E as telas planas de plasma vão se dissolver
O argumento ficou sem assunto.
Vai ter mais tempo pra gente ficar junto
Vai ter mais tempo pra enlouquecer com você
Vai ter mais tempo pra gente ficar junto
Vai ter mais tempo pra enlouquecer...
Os políticos amanhecerão sem voz
O outdoor com as letras trocadas
Dentro do banco central o pessoal vai esquecer
Como é que assina a própria assinatura
E os taxistas já não sabem que rua pegar
Que belo estranho dia pra se ter alegria
E eu respondo e pergunto.
É só o tempo pra gente ficar junto
É só o tempo de eu enlouquecer por você
É só o tempo pra gente ficar junto
É só o tempo de eu enlouquecer...
Alarmes já pararam de apitar
O telefone celular descarregou
O aeroporto tá sem teto
E a moça da tv prevê silêncios e nuvens
A firma que eu trabalho faliu
E o governo decretou feriado amanhã no Brasil
Será que é pedir muito?
É só um jeito da gente ficar junto
É só um jeito de eu enlouquecer com você
É só um jeito da gente ficar junto
É só um jeito de eu enlouquecer...
É só um jeito da gente ficar junto
É só um jeito de eu enlouquecer com você
É só um jeito da gente ficar junto
É só um jeito de eu enlouquecer...
**
Quando eu escrevi o tópico ontem fiquei com o nome dessa música da Roberta Sá na cabeça, aí fui buscar no Google, pois eu não conhecia a letra da música. Não era bem o que eu esperava, mas não é de todo ruim.
=*

terça-feira, 31 de março de 2009

Estranhamente feliz

Boa tarde!

Hoje no trem vindo para a UERJ (sim, estou aqui agora) percebi o quanto eu estava com saudades dessas viagens longas e chatas que eu tanto reclamo. Pude continuar a ler traquilamente o livro que a Ju me emprestou (O Amor nos Tempos do Cólera - Gabriel García Márquez, que é bárbaro), ri que nem uma louca sozinha, pois o livro é deveras engraçado (ainda bem que o trem estava vazio e poucos presenciaram esse meu momento insano), comprei bala a preço de banana, enfim, coisas que só uma longa viagem de trem pode te proporcionar. Aquele balanço, aquele remelexo que te remete à infância quando ainda era ninado para dormir... Ah, eu amo andar de trem. Trem é o melhor transporte público do mundo.
(É claro que eu estou dizendo isso de acordo com a viagem que fiz para vir em um horário fora de pico. É claro que vou xingar o trem quando eu sair daqui na hora do rush...rs).
Sair da estação da Mangueira com chuva, ver aquele cenário feio e sujo, avistar de longe a UERJ, tão grande e bela, mesmo em meio a uma paisagem por demais urbanizada, mesmo com a sua cor cinza fria e dura. Lá estava ela, de pé, erguida como um monumento em homenagem a um herói de guerra, e foram tantas as guerras... E mesmo assim ela está lá, firme e forte.
Ao passar naquele semáforo onde todos avançam eu parei, aguardei pacientemente o verde piscar e brilhar para mim... E vi que eu estou tão feliz, estranhamente feliz. Feliz só de ter lido parte de uma história engraçada, feliz por ter comprado balas, feliz por ver a UERJ ali me esperando, feliz por ser estranha e não estar nem aí pra isso, feliz por estar com uma blusa azul, sapato xadrez marrom e guarda-chuva verde. Feliz por todas as contradições que existem em mim, mas que me fazem ser a Viviane que eu tanto amo e admiro.

É bom me ver de novo.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Depois de muito tempo. Eis que ela volta...
Mas ela sabe que vai te abandonar de novo.
Ela sabe que infelizmente não consegue deixar de lado o seu jeito de ser, sempre enjoando fácil e rápido das coisas.
Ela sabe...
Eu sei!

domingo, 4 de janeiro de 2009

Detesto desmancha-prazeres

Apenas um trechinho que eu adoro:

Strip-Tease, 1985
Martha Medeiros

se você for
exatamente como imagino
igualzinho aos meus sonhos
eu vou embora
detesto desmancha-prazeres

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Amanhã o ano começa pra mim. De volta ao estágio no CAP, acordar cedo, pegar trem cheio e, é claro, dar boas risadas com aquele povo louco.

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Hasta!

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quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

O ano virou e nada mudou

Depois da turbulenta virada as coisas parecem voltar ao normal.
Ao normal mesmo. Tudo como era antes.
Oh, ano novo, por que faz isso comigo?
Eu esperava que num passe de mágica me tornasse mais confiante, mais esperançosa, mais bonita (uh-uh).

>> Hahahaha <<

Nem tudo foi tão ruim na primeira madrugada de 2009. A parte boa é segredo... xiiiu.
Meu senso de humor tá até melhorando...

Até amanhã!

BeijO**

É, começamos bem... bem mal!

Se você vai passar a festa da "virada" em Copacabana as pessoas dizem: Não vai, é muito perigoso... Fica em casa que é melhor.
Será?
Infelizmente as primeiras horas de 2009 estão sendo angustiantes aqui em casa. Por que? Porque decidimos passar a "virada" reunidos em família, churrasquinho no quintal pra evitar os perigos das festas de fim de ano. Afinal estamos dentro de casa, o que pode acontecer?
TUDO pode acontecer.
Os idiotas daqui não sabem comemorar e acham que atirar para o alto é legal. Resultado, a bala caiu aqui no MEU quintal e pegou na perna da sogra do meu sobrinho. Ela estava sentada conversando, DENTRO do quintal, quando de repente, Pfut, sentiu algo na perna, pensou até que tivesse sido uma fruta da árvore, quando olhou viu sangue. Era uma bala perdida. Perdida que encontrou um caminho, caminho que nunca deveria ter seguido.
Será que é assim que as pessoas comemoram o tal ano novo? É assim que desejam paz para o mundo? Atirando para o alto? A bala que deveria ser perdida foi achada por uma pessoa que não tinha nada a ver com a história.
Se você sai é perigoso. Agora, se você fica em casa também é perigoso.
Que mundo!

Por isso que eu digo e repito: Quanto tem que acontecer, ACONTECE. Seja lá onde você estiver.

Infelizmente inocentes estão pagando pela irresponsabilidade de muitos. Onde isso vai parar?
Que mundo!

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Revoltada com esse mundo.