About

Blogger news

Estou Lendo!

Visitantes!

Receba novidades no e-mail!

Enter your email address:

Delivered by FeedBurner

Snag a button


Parceiros

">Selo By Bruna Kitty

Meu Cantinho de leitura

Followers

About me

Minha foto
Professora de Matemática do Estado do RJ e do Município do Rio de Janeiro; tutora presencial do CEDERJ; pós-graduanda em Planejamento, Gestão e Implementação da EaD pela UFF.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Sutilmente

Que música linda! Adorei-ei-ei.
Estou ouvindo pela milésima vez. Não esperava uma música bonita assim cantada pelo Skank! Tá, a letra é do Samuel Rosa e do Nando Reis, o Nando tem algumas músicas legais e tal. O Samuel também. Algumas.
Sutilmente
Composição: Samuel Rosa / Nando Reis
"E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
Quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
Quando eu estiver fogo
Suavemente se encaixe
E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
E quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce
Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate, não
Dentro de ti, dentro de ti
Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti"
--
Preciso contar o caso "sobrenatural" que aconteceu aqui em casa!
Mas será em outro post.
A música é tão linda que não seria justo dividir o post com outra coisa.
--
Simplesmente me abrace!

domingo, 26 de abril de 2009

Vamos nos permitir!

Pra que ficar tentando não querer?
Pra que evitar conhecer?
Pra que fingir que não quero?

Por medo de sofrer?
Que se dane.

Tenho mais é que ser feliz.
Temos que ser felizes.

Então, permita mais.

Permita-se conhecer um desconhecido.
Permita-se deixar o outro te conhecer.
Permita-se amar.
Permita-se ser feliz.

Vamos nos permitir, baby!
;-)

sábado, 25 de abril de 2009

A instabilidade das coisas

Algumas coisas que vemos em filmes e novelas nos chocam, mas geralmente é algo que vemos tão distante da nossa realidade. Nunca pensamos que pode acontecer com alguém conhecido, com algum parente, vizinho, amigo... Mas acontece. E quando acontece parece que tudo sai do seu lugar. Não gosto de sair de mim. Estou assustada. Com medo.
Como pode alguém explodir assim? Sempre tive medo de pessoas certinhas demais, que fazem tudo de maneira correta, que sempre estão 'prontas' a ajudar, pois estas são as que mais têm chances de ter um surto e de repente estourar.
OMG! Tenho medo de mim.
Medo de não saber controlar minhas emoções. Medo do meu não-medo da vida.

Argh!
Odeio ficar confusa.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Mundo pequeno

O Orkut é mesmo uma febre nacional.
De cachorro à papagaio, de recém-nascido à idoso. Todos têm orkut.
Hoje eu fui mais uma vez surpreendida pelo referido site de relacionamentos... Um carinha muito especial, que fez parte de um momento confuso da minha vida. Um 'namoradinho', sabe aquela coisa de menininha de 13 anos, nada mais que uns beijinhos, aliás, coitado, eu nem devia saber beijar... Corajoso! Enfim, ele estava passando as férias no RJ nessa época, depois disso nunca mais nos vimos, nem tive notícias dele. Até hoje, quando a pessoa me achou no Orkut!
Fiquei tão feliz com isso, tão feliz por ele ter lembrado de mim ao ver minha foto no perfil de uma conhecida nossa. É que é uma história complicada demais pra tentar resumir aqui, mas eu fui meio idiota nessa época, acabei não tratando o menino da forma que ele merecia. Mas eu tinha 13 anos!!! Era uma criança entrando na adolescência, nem sabia lidar com isso direito. Além disso, foi uma época complicada na minha família, coisas ruins aconteceram. Ou seja, tudo conspirou para que eu fosse uma babaca com ele.
Ele foi embora do RJ sem que eu pudesse me despedir... Até um tempo atrás eu pensava em procurar os parentes dele daqui pra saber como ele estava, se tinha endereço, queria escrever me desculpando... Só que não tive coragem de fazer isso. Ficou por isso. História encerrada.
É bom ver que ele não guardou mágoas, também se ele guardasse depois de 8 anos seria muita bobeira. Espero que o Orkut venha tornar possível uma amizade que eu nem deixei nascer naquela época, por pura ingenuidade, babaquice... Como eu era tola! ¬¬

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Por que peixe tem que ter espinha?

Eu gosto de peixe.
Mas odeio comer peixe.
Por um simples motivo: ESPINHAS!
E sexta-feira santa me faz ter que encarar a comida que mais me assusta. Mamys sempre faz um filé básico justamente por minha causa, mas devido à crise mundial que afetou os nossos bolsos, este ano só teve o já tradicional 'peixe com coco'.
Depois de horas reclamando decidi encarar o peixe, peguei um pedaço fiquei quase uns 40 minutos desfiando e tirando todas as espinhas possíveis. Por pouco não vira um patê de peixe. Tanto trabalho, achei que tivesse encontrado um jeito de comer peixe feliz. Engano meu. Quando comecei a comer, feliz e contente, me empolguei com a ausência das bichas horrendas e nem olhava mais com aquele medo. Putz. De repenteeeee.... Ai! Algo me furou. E não só furou como ficou grudada na minha gengiva como uma agulha! Pior que anestesia de dentista, aquela coisa enfiada em mim. Gritei, né. E minha mamys ainda me chama de escandalosa... Tive meus motivos. Como assim? E todo meu trabalho de desfiar o peixe? Pra nada? Vou ter que usar uma lupa da próxima vez? Que meleca....

Me lembrem de comprar uma latinha de atum para comer com pão no ano que vem.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Blás + Kutner

Apenas esclarecendo:

Prometi que não faria disso aqui o recanto dos meus devaneios. Não quero mais postar coisas como no tópico anterior. Acabou esse lenga lenga de menina sofredora. Não sou. Nem preciso dele.
Operação expurgar: 100% completa.

**

Novidades no feriadão. Prometo!

**

E daí que eu mudei?

**


Oh, Deus. O Kutner morreu. Eu gostava tanto dele. Sério. Mas pelo menos o ator quis sair da série, isso mostra que ele ainda renderia boas coisas por lá, mas... A vida continua, e o cara tá super feliz com o novo emprego lá com tio Obama.
Eu ainda tinha esperanças de que não seria ele a morrer. Suicídio? Os próximos episódios serão bombásticos, pois tenho certeza de que o 5x20 foi apenas o comecinho do que nos reserva o final da temporada.


Boa sorte, Kal Penn.

Saudades, Kutner. Vai fazer falta.

domingo, 5 de abril de 2009

Ele fala italiano? CORRA!

Ele é fluente em italiano, te escreve em italiano, te manda poesias e músicas em italiano?
Fuja dele, querida!
Ele só quer te envolver nessa atmosfera de paixão e sedução que essa língua maravilhosa proporciona.
Ele vai te chamar pelos adjetivos mais fofos e lindos: bambina, piccina, bella, principessa, angiol mio, e etc. (Não sei se o meu italiano está correto, apenas lembrando do que ele já me disse)
Ele vai te fazer chorar diante das mais belas poesias que ele faz questão de traduzir pra você sentir a essência, mas não deixa de mandar a versão em italiano, pois é ela que seduz...
Ele vai te fazer gostar de músicas italianas que você nem sonhava conhecer, vai te fazer baixá-las e com o coração aflito pensar mais e mais nele.
Ele vai fazer tudo isso.
E vai sumir.
E te deixar que nem uma idiota escrevendo coisas sem sentido.
¬¬'

* Quando eu tô assim meio doente fico pensando besteira mesmo, não liguem. Efeito do remédio que me deixa meio dopada. *Ainda bem que tenho meus chocolates. * É, preciso voltar a malhar. *Odeio sentir saudade.


sexta-feira, 3 de abril de 2009

Abismo do desencanto

Um trecho do livro que estou lendo me chamou muito a atenção, pois é uma realidade já vivida por mim e me colocou a pensar e refletir sobre os famosos 'pedestais' em que colocamos as pessoas amadas. A história do livro vai ter seu rumo, mas independente dele quero discutir apenas esse momento e falar do abismo do desencanto.

"Às suas costas, tão perto de sua orelha que só ela pôde escutá-la no tumulto, tinha ouvido a voz:
- Este não é um bom lugar para uma deusa coroada.
Voltou a cabeça e viu a dois palmos de seus olhos os outros olhos glaciais, o rosto lívido, os lábios petrificados de medo, tal como os vira no tumulto da missa do galo pela primeira vez em que ele estivera tão perto dela, mas ao contrário daquela vez não sentiu agora a comoção do amor e sim o abismo do desencanto. Num instante teve a revelação completa da magnitude do próprio engano, e perguntando a si mesma, aterrada, como tinha podido incubar durante tanto tempo e com tanta ferocidade semelhante quimera no coração. Mal conseguiu pensar: "Deus meu, pobre homem!" Florentino Ariza sorriu, procurou dizer alguma coisa, procurou acompanhá-la, mas ela o apagou de sua vida com um gesto da mão.
- Não, por favor - disse. - Esqueça. "
(O Amor nos Tempos do Cólera - Gabriel Gárcia Márquez)

Também um trecho da música Devaneio de Jorge Vercillo traduz perfeitamente a idéia do abismo do desencanto.


“Mergulhei no mar / E não dava pé

Me apaixonei / Mas não sei por quem

Sonho com alguém / Que você não é...

Eu me entreguei demais / Eu imaginei demais (...)”.


Quantas e quantas vezes já nos pegamos assim encantados, abismados e embasbacados. Quantas e quantas vezes já colocamos a mão no fogo por nossos tão sinceros sentimentos e por acreditar tão piamente na eternidade deles.


Eternidade...


Afinal, o que é eterno? Ninguém melhor o descreveu do que nosso querido poetinha Vinícius em seu tão famoso Soneto de Fidelidade:


"Eu possa lhe dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure"


Mas como acabará? Quando acabará? Como receberemos a notícia de que é chegado o fim? Acaba para um ou para os dois ao mesmo tempo? Tão raras são as vezes onde acaba para os dois... Sempre vai ter um que sofre, sempre vai ter um que chora, enquanto o outro comemora a alegria da liberdade em meio ao abismo do desencanto. Que estranha liberdade.


Durante o efeito do feitiço do encanto nada consegue atingir a imagem idealizada que criamos do objeto amado. Por mais críticas que possam existir, por mais que as evidências estejam tão claras às nossas vistas. Simplesmente não enxergamos, não escutamos, nos ensurdecemos e cegamos para manter acesa a chama da ilusão de que finalmente encontramos o tão sonhado amor perfeito. Colocamos o nosso objeto de desejo no mais alto dos pedestais e ficamos a admirar e amar independente de tudo, mesmo com o mundo caindo ao nosso redor.


Mas eis que chega o momento em que voltamos a ouvir e enxergar. E esse momento inevitavelmente chega. E geralmente acontece por acaso, sem maiores explicações. Acordamos de um sonho e nos deparamos com a realidade, enfim começamos a enxergar aquele objeto de desejo como ele na verdade é, na sua essência verdadeira, não mais naquela loucura insana que queríamos acreditar a qualquer custo.


E o mundo cai.
Não é o que imaginávamos.
Não merece nosso amor.
Ele é apenas mais um no meio da multidão.
É o abismo do desencanto.


Será possível viver sem se enganar assim? Nós gostamos de nos iludir, gostamos de idealizar, gostamos de criar a imagem do perfeito e intocável. Como evitar então o tal abismo do desencanto? Não sei. Mas acho que o caminho mais curto é não se encantar. Por mais difícil que seja acho que devemos tentar conter a nossa fértil imaginação, enxergar o outro como ser humano que é, com todos os defeitos e falhas que lhe são pertinentes. Colocá-lo num pedestal acima da realidade faz a queda ser muito maior, torna o abismo ainda mais profundo.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Presente de Grego

Tinha até me esquecido que hoje é dia 1º abril e que é o dia da mentira.
Que bobagem.
Aqui perto colocaram um papel na boteco do vizinho dizendo que estava fechado por motivo de falecimento do mesmo. Isso é coisa que se faça? É coisa de que não sabe brincar. É por essas e outras que acho o dia uma palhaçada só.
Todos os programas de TV da manhã estavam discutindo sobre mentiras e vi um livro numa dessas reportagens que era tipo um 'guia do mentiroso', ensinando como agir para que todos acreditem quando você estiver mentindo. Patético.
Achei legal um bate-papo que estava tendo no Hoje em Dia com psicólogos falando sobre crianças que mentem e que isso no futuro pode gerar um desvio sério de caráter. Então pais, cuidado, fiquem de olho no que os filhos dizem, achar as mentirinhas das crianças uma coisa bonitinha é um erro muito grande. O Sem Censura também teve um debate bacana, como sempre. (Suspeita pra falar, nééé? rs)
Tá certo que todos mentimos, quem diz que não mente é o maior dos mentirosos, mas daí a promover essa prática são outros quinhentos... As tais mentirinhas sociais são as que fazem mais sucesso.


Eu admito que menti no meu aniversário, mas foi um caso extreme (extremamente necessário), pois ganhei um vestido RI-DÍ-CU-LO, sério, a coisa mais feia que já vi na minha vida. Sem falar que ali caberiam umas três de mim, pois era enorme, preto... parecia uma roupa de bate-bola daquelas bem rodadas. E ainda por cima tinha uns 'pequenos' enfeites em pedrarias (leia-se: umas pedras enormes e brilhantes horrorosas). Minha mãe rolou de rir quando eu vesti e fui na sala 'desfilar', eu morri de rir com aquela situação patética. A pessoa que me deu é realmente meio sem noção, mas achei essa do vestido o cúmulo do absurdo. Podia ter vindo sem presente, eu não ia me importar. Além de ter sido feito para uma baleia orca obesa (acho que indiretamente ela quis me chamar de gorda, será?), o vestido tinha aquele cheiro característico de roupa velha guardada há muito tempo, tipo presente repassado. Quando ela me entregou o pacote eu vi que era algo pesado e como não tenho o costume de abrir presentes na frente da pessoa entrei para o quarto, aí abri o pacotinho do mal: tcharam!!!! Eu nem acreditei no que vi, dei umas risadas básicas em silêncio e voltei para a 'festinha', aí ela me perguntou: gostou? E agora, o que fazer? Não tive saída a não ser dizer: Vestido bonito, tia, vou provar depois. É, menti... Que vergonha. Aí, durante a festa essa pessoa me confidenciou que ganhou o tal vestido do mal de presente do neto, só que não deu nela (óbvio, o vestido daria pra fazer uma lona cultural). Aí está o ponto, provavelmente isso que a pessoa me disse também foi uma mentira apenas para justificar o cheiro característico do vestido, pois o seu neto tem menos de 3 anos e a mãe dele não é insana a ponto de comprar um vestido daquele para a sogra. Menos mal, ficamos quites.
Como, enquanto eu for uma pessoa sã, JAMAIS usaria aquele vestido minha mãe me convenceu a devolver. Mas como fazer isso sem chatear? Nessas horas eu agradeço a Deus por ter me dado uma mãe mais cara-de-pau que eu. Quando eu pensei em ir lá devolver, mamãe já tinha encontrado com ela na rua e falado que o vestido ficou muito grande e que não ia dar pra usar. Ufaaa... Não precisei morrer de vergonha na frente dela ao devolver o tal 'presente de grego'. Acho que nem os gregos são tão malvados assim a ponto de dar um vestido desse pra alguém...
Eu deveria ter tirado uma foto... Rsrsrsrsrsrs


Mas tenho evitado até mesmo as mentiras sociais, pois a verdade é sempre o melhor caminho.

BeijO**

Que belo estranho dia pra se ter alegria

Belo Estranho Dia de Amanhã
Roberta Sá
Composição: Lula Queiroga

Notícias perderão todo o controle dos fatos
Celebridades cairão no anonimato
Palavras deformadas
Fotos desfocadas, vão atravessar o atlântico
Jornais sairão em branco
E as telas planas de plasma vão se dissolver
O argumento ficou sem assunto.
Vai ter mais tempo pra gente ficar junto
Vai ter mais tempo pra enlouquecer com você
Vai ter mais tempo pra gente ficar junto
Vai ter mais tempo pra enlouquecer...
Os políticos amanhecerão sem voz
O outdoor com as letras trocadas
Dentro do banco central o pessoal vai esquecer
Como é que assina a própria assinatura
E os taxistas já não sabem que rua pegar
Que belo estranho dia pra se ter alegria
E eu respondo e pergunto.
É só o tempo pra gente ficar junto
É só o tempo de eu enlouquecer por você
É só o tempo pra gente ficar junto
É só o tempo de eu enlouquecer...
Alarmes já pararam de apitar
O telefone celular descarregou
O aeroporto tá sem teto
E a moça da tv prevê silêncios e nuvens
A firma que eu trabalho faliu
E o governo decretou feriado amanhã no Brasil
Será que é pedir muito?
É só um jeito da gente ficar junto
É só um jeito de eu enlouquecer com você
É só um jeito da gente ficar junto
É só um jeito de eu enlouquecer...
É só um jeito da gente ficar junto
É só um jeito de eu enlouquecer com você
É só um jeito da gente ficar junto
É só um jeito de eu enlouquecer...
**
Quando eu escrevi o tópico ontem fiquei com o nome dessa música da Roberta Sá na cabeça, aí fui buscar no Google, pois eu não conhecia a letra da música. Não era bem o que eu esperava, mas não é de todo ruim.
=*

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Sutilmente

Que música linda! Adorei-ei-ei.
Estou ouvindo pela milésima vez. Não esperava uma música bonita assim cantada pelo Skank! Tá, a letra é do Samuel Rosa e do Nando Reis, o Nando tem algumas músicas legais e tal. O Samuel também. Algumas.
Sutilmente
Composição: Samuel Rosa / Nando Reis
"E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
Quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
Quando eu estiver fogo
Suavemente se encaixe
E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
E quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce
Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate, não
Dentro de ti, dentro de ti
Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti"
--
Preciso contar o caso "sobrenatural" que aconteceu aqui em casa!
Mas será em outro post.
A música é tão linda que não seria justo dividir o post com outra coisa.
--
Simplesmente me abrace!

domingo, 26 de abril de 2009

Vamos nos permitir!

Pra que ficar tentando não querer?
Pra que evitar conhecer?
Pra que fingir que não quero?

Por medo de sofrer?
Que se dane.

Tenho mais é que ser feliz.
Temos que ser felizes.

Então, permita mais.

Permita-se conhecer um desconhecido.
Permita-se deixar o outro te conhecer.
Permita-se amar.
Permita-se ser feliz.

Vamos nos permitir, baby!
;-)

sábado, 25 de abril de 2009

A instabilidade das coisas

Algumas coisas que vemos em filmes e novelas nos chocam, mas geralmente é algo que vemos tão distante da nossa realidade. Nunca pensamos que pode acontecer com alguém conhecido, com algum parente, vizinho, amigo... Mas acontece. E quando acontece parece que tudo sai do seu lugar. Não gosto de sair de mim. Estou assustada. Com medo.
Como pode alguém explodir assim? Sempre tive medo de pessoas certinhas demais, que fazem tudo de maneira correta, que sempre estão 'prontas' a ajudar, pois estas são as que mais têm chances de ter um surto e de repente estourar.
OMG! Tenho medo de mim.
Medo de não saber controlar minhas emoções. Medo do meu não-medo da vida.

Argh!
Odeio ficar confusa.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Mundo pequeno

O Orkut é mesmo uma febre nacional.
De cachorro à papagaio, de recém-nascido à idoso. Todos têm orkut.
Hoje eu fui mais uma vez surpreendida pelo referido site de relacionamentos... Um carinha muito especial, que fez parte de um momento confuso da minha vida. Um 'namoradinho', sabe aquela coisa de menininha de 13 anos, nada mais que uns beijinhos, aliás, coitado, eu nem devia saber beijar... Corajoso! Enfim, ele estava passando as férias no RJ nessa época, depois disso nunca mais nos vimos, nem tive notícias dele. Até hoje, quando a pessoa me achou no Orkut!
Fiquei tão feliz com isso, tão feliz por ele ter lembrado de mim ao ver minha foto no perfil de uma conhecida nossa. É que é uma história complicada demais pra tentar resumir aqui, mas eu fui meio idiota nessa época, acabei não tratando o menino da forma que ele merecia. Mas eu tinha 13 anos!!! Era uma criança entrando na adolescência, nem sabia lidar com isso direito. Além disso, foi uma época complicada na minha família, coisas ruins aconteceram. Ou seja, tudo conspirou para que eu fosse uma babaca com ele.
Ele foi embora do RJ sem que eu pudesse me despedir... Até um tempo atrás eu pensava em procurar os parentes dele daqui pra saber como ele estava, se tinha endereço, queria escrever me desculpando... Só que não tive coragem de fazer isso. Ficou por isso. História encerrada.
É bom ver que ele não guardou mágoas, também se ele guardasse depois de 8 anos seria muita bobeira. Espero que o Orkut venha tornar possível uma amizade que eu nem deixei nascer naquela época, por pura ingenuidade, babaquice... Como eu era tola! ¬¬

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Por que peixe tem que ter espinha?

Eu gosto de peixe.
Mas odeio comer peixe.
Por um simples motivo: ESPINHAS!
E sexta-feira santa me faz ter que encarar a comida que mais me assusta. Mamys sempre faz um filé básico justamente por minha causa, mas devido à crise mundial que afetou os nossos bolsos, este ano só teve o já tradicional 'peixe com coco'.
Depois de horas reclamando decidi encarar o peixe, peguei um pedaço fiquei quase uns 40 minutos desfiando e tirando todas as espinhas possíveis. Por pouco não vira um patê de peixe. Tanto trabalho, achei que tivesse encontrado um jeito de comer peixe feliz. Engano meu. Quando comecei a comer, feliz e contente, me empolguei com a ausência das bichas horrendas e nem olhava mais com aquele medo. Putz. De repenteeeee.... Ai! Algo me furou. E não só furou como ficou grudada na minha gengiva como uma agulha! Pior que anestesia de dentista, aquela coisa enfiada em mim. Gritei, né. E minha mamys ainda me chama de escandalosa... Tive meus motivos. Como assim? E todo meu trabalho de desfiar o peixe? Pra nada? Vou ter que usar uma lupa da próxima vez? Que meleca....

Me lembrem de comprar uma latinha de atum para comer com pão no ano que vem.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Blás + Kutner

Apenas esclarecendo:

Prometi que não faria disso aqui o recanto dos meus devaneios. Não quero mais postar coisas como no tópico anterior. Acabou esse lenga lenga de menina sofredora. Não sou. Nem preciso dele.
Operação expurgar: 100% completa.

**

Novidades no feriadão. Prometo!

**

E daí que eu mudei?

**


Oh, Deus. O Kutner morreu. Eu gostava tanto dele. Sério. Mas pelo menos o ator quis sair da série, isso mostra que ele ainda renderia boas coisas por lá, mas... A vida continua, e o cara tá super feliz com o novo emprego lá com tio Obama.
Eu ainda tinha esperanças de que não seria ele a morrer. Suicídio? Os próximos episódios serão bombásticos, pois tenho certeza de que o 5x20 foi apenas o comecinho do que nos reserva o final da temporada.


Boa sorte, Kal Penn.

Saudades, Kutner. Vai fazer falta.

domingo, 5 de abril de 2009

Ele fala italiano? CORRA!

Ele é fluente em italiano, te escreve em italiano, te manda poesias e músicas em italiano?
Fuja dele, querida!
Ele só quer te envolver nessa atmosfera de paixão e sedução que essa língua maravilhosa proporciona.
Ele vai te chamar pelos adjetivos mais fofos e lindos: bambina, piccina, bella, principessa, angiol mio, e etc. (Não sei se o meu italiano está correto, apenas lembrando do que ele já me disse)
Ele vai te fazer chorar diante das mais belas poesias que ele faz questão de traduzir pra você sentir a essência, mas não deixa de mandar a versão em italiano, pois é ela que seduz...
Ele vai te fazer gostar de músicas italianas que você nem sonhava conhecer, vai te fazer baixá-las e com o coração aflito pensar mais e mais nele.
Ele vai fazer tudo isso.
E vai sumir.
E te deixar que nem uma idiota escrevendo coisas sem sentido.
¬¬'

* Quando eu tô assim meio doente fico pensando besteira mesmo, não liguem. Efeito do remédio que me deixa meio dopada. *Ainda bem que tenho meus chocolates. * É, preciso voltar a malhar. *Odeio sentir saudade.


sexta-feira, 3 de abril de 2009

Abismo do desencanto

Um trecho do livro que estou lendo me chamou muito a atenção, pois é uma realidade já vivida por mim e me colocou a pensar e refletir sobre os famosos 'pedestais' em que colocamos as pessoas amadas. A história do livro vai ter seu rumo, mas independente dele quero discutir apenas esse momento e falar do abismo do desencanto.

"Às suas costas, tão perto de sua orelha que só ela pôde escutá-la no tumulto, tinha ouvido a voz:
- Este não é um bom lugar para uma deusa coroada.
Voltou a cabeça e viu a dois palmos de seus olhos os outros olhos glaciais, o rosto lívido, os lábios petrificados de medo, tal como os vira no tumulto da missa do galo pela primeira vez em que ele estivera tão perto dela, mas ao contrário daquela vez não sentiu agora a comoção do amor e sim o abismo do desencanto. Num instante teve a revelação completa da magnitude do próprio engano, e perguntando a si mesma, aterrada, como tinha podido incubar durante tanto tempo e com tanta ferocidade semelhante quimera no coração. Mal conseguiu pensar: "Deus meu, pobre homem!" Florentino Ariza sorriu, procurou dizer alguma coisa, procurou acompanhá-la, mas ela o apagou de sua vida com um gesto da mão.
- Não, por favor - disse. - Esqueça. "
(O Amor nos Tempos do Cólera - Gabriel Gárcia Márquez)

Também um trecho da música Devaneio de Jorge Vercillo traduz perfeitamente a idéia do abismo do desencanto.


“Mergulhei no mar / E não dava pé

Me apaixonei / Mas não sei por quem

Sonho com alguém / Que você não é...

Eu me entreguei demais / Eu imaginei demais (...)”.


Quantas e quantas vezes já nos pegamos assim encantados, abismados e embasbacados. Quantas e quantas vezes já colocamos a mão no fogo por nossos tão sinceros sentimentos e por acreditar tão piamente na eternidade deles.


Eternidade...


Afinal, o que é eterno? Ninguém melhor o descreveu do que nosso querido poetinha Vinícius em seu tão famoso Soneto de Fidelidade:


"Eu possa lhe dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure"


Mas como acabará? Quando acabará? Como receberemos a notícia de que é chegado o fim? Acaba para um ou para os dois ao mesmo tempo? Tão raras são as vezes onde acaba para os dois... Sempre vai ter um que sofre, sempre vai ter um que chora, enquanto o outro comemora a alegria da liberdade em meio ao abismo do desencanto. Que estranha liberdade.


Durante o efeito do feitiço do encanto nada consegue atingir a imagem idealizada que criamos do objeto amado. Por mais críticas que possam existir, por mais que as evidências estejam tão claras às nossas vistas. Simplesmente não enxergamos, não escutamos, nos ensurdecemos e cegamos para manter acesa a chama da ilusão de que finalmente encontramos o tão sonhado amor perfeito. Colocamos o nosso objeto de desejo no mais alto dos pedestais e ficamos a admirar e amar independente de tudo, mesmo com o mundo caindo ao nosso redor.


Mas eis que chega o momento em que voltamos a ouvir e enxergar. E esse momento inevitavelmente chega. E geralmente acontece por acaso, sem maiores explicações. Acordamos de um sonho e nos deparamos com a realidade, enfim começamos a enxergar aquele objeto de desejo como ele na verdade é, na sua essência verdadeira, não mais naquela loucura insana que queríamos acreditar a qualquer custo.


E o mundo cai.
Não é o que imaginávamos.
Não merece nosso amor.
Ele é apenas mais um no meio da multidão.
É o abismo do desencanto.


Será possível viver sem se enganar assim? Nós gostamos de nos iludir, gostamos de idealizar, gostamos de criar a imagem do perfeito e intocável. Como evitar então o tal abismo do desencanto? Não sei. Mas acho que o caminho mais curto é não se encantar. Por mais difícil que seja acho que devemos tentar conter a nossa fértil imaginação, enxergar o outro como ser humano que é, com todos os defeitos e falhas que lhe são pertinentes. Colocá-lo num pedestal acima da realidade faz a queda ser muito maior, torna o abismo ainda mais profundo.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Presente de Grego

Tinha até me esquecido que hoje é dia 1º abril e que é o dia da mentira.
Que bobagem.
Aqui perto colocaram um papel na boteco do vizinho dizendo que estava fechado por motivo de falecimento do mesmo. Isso é coisa que se faça? É coisa de que não sabe brincar. É por essas e outras que acho o dia uma palhaçada só.
Todos os programas de TV da manhã estavam discutindo sobre mentiras e vi um livro numa dessas reportagens que era tipo um 'guia do mentiroso', ensinando como agir para que todos acreditem quando você estiver mentindo. Patético.
Achei legal um bate-papo que estava tendo no Hoje em Dia com psicólogos falando sobre crianças que mentem e que isso no futuro pode gerar um desvio sério de caráter. Então pais, cuidado, fiquem de olho no que os filhos dizem, achar as mentirinhas das crianças uma coisa bonitinha é um erro muito grande. O Sem Censura também teve um debate bacana, como sempre. (Suspeita pra falar, nééé? rs)
Tá certo que todos mentimos, quem diz que não mente é o maior dos mentirosos, mas daí a promover essa prática são outros quinhentos... As tais mentirinhas sociais são as que fazem mais sucesso.


Eu admito que menti no meu aniversário, mas foi um caso extreme (extremamente necessário), pois ganhei um vestido RI-DÍ-CU-LO, sério, a coisa mais feia que já vi na minha vida. Sem falar que ali caberiam umas três de mim, pois era enorme, preto... parecia uma roupa de bate-bola daquelas bem rodadas. E ainda por cima tinha uns 'pequenos' enfeites em pedrarias (leia-se: umas pedras enormes e brilhantes horrorosas). Minha mãe rolou de rir quando eu vesti e fui na sala 'desfilar', eu morri de rir com aquela situação patética. A pessoa que me deu é realmente meio sem noção, mas achei essa do vestido o cúmulo do absurdo. Podia ter vindo sem presente, eu não ia me importar. Além de ter sido feito para uma baleia orca obesa (acho que indiretamente ela quis me chamar de gorda, será?), o vestido tinha aquele cheiro característico de roupa velha guardada há muito tempo, tipo presente repassado. Quando ela me entregou o pacote eu vi que era algo pesado e como não tenho o costume de abrir presentes na frente da pessoa entrei para o quarto, aí abri o pacotinho do mal: tcharam!!!! Eu nem acreditei no que vi, dei umas risadas básicas em silêncio e voltei para a 'festinha', aí ela me perguntou: gostou? E agora, o que fazer? Não tive saída a não ser dizer: Vestido bonito, tia, vou provar depois. É, menti... Que vergonha. Aí, durante a festa essa pessoa me confidenciou que ganhou o tal vestido do mal de presente do neto, só que não deu nela (óbvio, o vestido daria pra fazer uma lona cultural). Aí está o ponto, provavelmente isso que a pessoa me disse também foi uma mentira apenas para justificar o cheiro característico do vestido, pois o seu neto tem menos de 3 anos e a mãe dele não é insana a ponto de comprar um vestido daquele para a sogra. Menos mal, ficamos quites.
Como, enquanto eu for uma pessoa sã, JAMAIS usaria aquele vestido minha mãe me convenceu a devolver. Mas como fazer isso sem chatear? Nessas horas eu agradeço a Deus por ter me dado uma mãe mais cara-de-pau que eu. Quando eu pensei em ir lá devolver, mamãe já tinha encontrado com ela na rua e falado que o vestido ficou muito grande e que não ia dar pra usar. Ufaaa... Não precisei morrer de vergonha na frente dela ao devolver o tal 'presente de grego'. Acho que nem os gregos são tão malvados assim a ponto de dar um vestido desse pra alguém...
Eu deveria ter tirado uma foto... Rsrsrsrsrsrs


Mas tenho evitado até mesmo as mentiras sociais, pois a verdade é sempre o melhor caminho.

BeijO**

Que belo estranho dia pra se ter alegria

Belo Estranho Dia de Amanhã
Roberta Sá
Composição: Lula Queiroga

Notícias perderão todo o controle dos fatos
Celebridades cairão no anonimato
Palavras deformadas
Fotos desfocadas, vão atravessar o atlântico
Jornais sairão em branco
E as telas planas de plasma vão se dissolver
O argumento ficou sem assunto.
Vai ter mais tempo pra gente ficar junto
Vai ter mais tempo pra enlouquecer com você
Vai ter mais tempo pra gente ficar junto
Vai ter mais tempo pra enlouquecer...
Os políticos amanhecerão sem voz
O outdoor com as letras trocadas
Dentro do banco central o pessoal vai esquecer
Como é que assina a própria assinatura
E os taxistas já não sabem que rua pegar
Que belo estranho dia pra se ter alegria
E eu respondo e pergunto.
É só o tempo pra gente ficar junto
É só o tempo de eu enlouquecer por você
É só o tempo pra gente ficar junto
É só o tempo de eu enlouquecer...
Alarmes já pararam de apitar
O telefone celular descarregou
O aeroporto tá sem teto
E a moça da tv prevê silêncios e nuvens
A firma que eu trabalho faliu
E o governo decretou feriado amanhã no Brasil
Será que é pedir muito?
É só um jeito da gente ficar junto
É só um jeito de eu enlouquecer com você
É só um jeito da gente ficar junto
É só um jeito de eu enlouquecer...
É só um jeito da gente ficar junto
É só um jeito de eu enlouquecer com você
É só um jeito da gente ficar junto
É só um jeito de eu enlouquecer...
**
Quando eu escrevi o tópico ontem fiquei com o nome dessa música da Roberta Sá na cabeça, aí fui buscar no Google, pois eu não conhecia a letra da música. Não era bem o que eu esperava, mas não é de todo ruim.
=*