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Professora de Matemática do Estado do RJ e do Município do Rio de Janeiro; tutora presencial do CEDERJ; pós-graduanda em Planejamento, Gestão e Implementação da EaD pela UFF.

sábado, 30 de maio de 2009

E lá vem ele... o tão esperado dia (pra quem?)

Maio tá chegando ao fim, aliás, passou tão rápido que nem vi. Tanto que pouco apareci aqui no Blog, realmente os dias têm sido de muita correria na minha vida. Cada coisa acontecendo, nossa. Mas eu não estou aqui pra falar dessas coisas e sim sobre o mês de junho e seus dias nada legais e festivos (pra mim).

Eis que se aproxima o tão (?) esperado dia 12 de junho. A televisão começa a passar aqueles comerciais românticos cheios de gente apaixonada, as lojas fazem revistas e panfletos cheios de corações, os shopping fazem promoções, os namoradinhos começam a quebrar os cofrinhos só pra presentear a pessoa amada (?).

E o que eu tenho com isso?
Eu não quero comprar presente.
Eu não aguento mais ver esses corações apaixonados.
Argh!

Lado bom disso tudo.
Ontem fui ao 'EstShopis' com mamys comprar um casaquito e tals. Aí eu vi o stand da nova promoção, do dia dos namorados (¬¬), nas compras acima de 150 mangos você ganha dois ingressos para o cinema!
Cinema? Opaaaa! Adoro cinema, empolguei-me e fui lá pra pegar os meus.
Fiquei toda feliz com um par de ingressos para o cinema, vi que posso usar até o dia 21 de junho, então resolvi guardar pra outro dia, já que estava meio tarde.

Lado ruim disso tudo.
Cheguei em casa e fiquei olhando aqueles ingressos, para um CASAL.
PARA CASAL!!!!!!!!!
E eu vou ter que assistir sozinha.
Aí pensei: será que posso usar um ingresso de cada vez? Já que é promoção do dia dos namorados... Xiii.
Enfim, espero que possa, pois quero assistir dois filmes seguidos.
E me entupir de pipoca.
Mentira, aquela pipoca é cara demais.
Hahahahahaha

Resumindo:
Vou ver dois filmes de graça.
Sozinha.
Porque antes só do que mal acompanhada.

=P

domingo, 17 de maio de 2009

5 passos para me tirar do sério em 5 minutos

1 - Seja indiferente comigo num dia em que eu estou alegre e sorridente com você;
2 - Ignore os meus comentários fofos;
3 - Demore a responder no msn justamente no dia em que te dou total exclusividade;
4 - Tente virar o jogo quando sabe que está errado;
5 - Não me dê colo quando é disso que mais preciso.

Pronto.
Vou explodir.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Acordo Ortográfico

Só pra deixar claro que eu não vou aderir isso nem tão cedo. Não dá, é mais forte do que eu. Seria como mudar meu nome depois de me chamarem de Viviane a vida toda. Aos poucos eu sei que vou ter que aderir, mas será aos poucos mesmooooooo.
Ficou feio demais.

Enfim: DIVÃ!

[OFF] Sabe aquela dorzinha estranha, quando alguma coisa tá incomodando, quando algo tá fora do lugar? Pois é. De novo. Mas eu não sei o que é. Só pra variar um pouquinho.

--

Enfim consegui ver Divã! Eu, uma das maiores divulgadoras do filme, por ser superhipermegablaster fã da Martha Medeiros, demorei tanto pra ver. Sério, eu estava ficando irritada já com isso, TODOS os meus amigos assistiram, até mesmo quem eu nem imaginava assistiu. E eu não? Não pode! Então na quarta fui lá assistir.
Tenho medo de filmes em que crio muita expectativa, quase sempre é decepcionante. Mas Divã não foi. Ufa. Que filme tudo de bão. Martha tem umas sacadas incríveis. Mercedes tem muito de mim, compartilhamos algumas idéias que muitos acham loucura. Eu também acho que fidelidade e lealdade são coisas bem diferentes que nada tem uma com a outra. Sério. E daí que ela não se importava com as puladas de cerca do marido? Ou fingia não se importar, enfim... Que seja. Vão me tacar mil pedras se eu realmente expor o que acho. E eu acho isso porque não vivi ainda uma situação do tipo, tá certo. Realmente posso mudar de idéia quando for comigo. Xápralá.

--

Um trecho do livro que me identifico muito:

"“Sou eu que começo? Não sei bem o que dizer sobre mim. Não me sinto uma mulher como as outras. [...] Mas segui todos os mandamentos de uma boa menina: brinquei de boneca, tive medo do escuro e fiquei nervosa com o primeiro beijo. [...] Adoro massas cinzentas, detesto cor-de-rosa*. Penso como um homem, mas sinto como mulher. Não me considero vítima de nada. Sou autoritária, teimosa e um verdadeiro desastre na cozinha. Peça para eu arrumar uma cama e estrague meu dia. Vida doméstica é para os gatos."

*De rosa eu gosto, né? rs

--

Por que ela me define melhor que eu mesma.

--

Beijos, chiquitos!

domingo, 10 de maio de 2009

Água. Muita água. Medo. Muito medo.

Madrugada, acordo atordoada com um barulho esquisito. Fico com medo. Prefiro pensar que é um sonho. Fecho os olhos. Mas o barulho insiste. Algo diferente, não sei o que é. Vontade de levantar da cama e acender a luz pra ver. Porém o medo é maior. Pego o celular e tento olhar o quarto com a sua luz. Não vejo nada. A luz do celular também não é boa. O que fazer? Dormir. Deve ser coisa da minha cabeça. Ou um sonho.
Manhã seguinte, acordo bem, sem pensar no ocorrido da madrugada. Começo o meu ritual matutino de acordar. Ligo o computador para ler e-mails. Minha mãe entra no quarto e pergunta porque o chão está molhado. Não sei, a garrafinha de água deve ter caído e entornado. Olho para o lado e vejo a garrafinha lá, intacta no mesmo lugar. Ah, deve ter sido meu sobrinho que entrou aqui com o pé molhado. Mas ele nem veio aqui hoje. Então não sei, mas um pouco molhado só, né, tem problema não. De repente, minha mãe grita: Ai, meu Deus, o que é isso? Muita água no meu quarto, muita. Parecia um mar na minha casa. Como assim? Pegamos panos para limpar, mas não deu conta, tivemos que pegar um rodo e puxar pra fora. Como? Como explicar um mundo de água no chão? Procuramos vazamentos pelas paredes, pelo chão e NADA. Tudo perfeitamente normal. MEDO.
Eu sou muito racional. Tem que ter uma explicação lógica para o ocorrido. Tem que ter. Eu sei que tem. Não sei qual é ainda. Mas sei que tem.
Acho que está brotando do piso, já que alguns canos passam por baixo da casa. Vamos esperar o dia de hoje pra ver. Se foi o piso, com certeza durante o dia vai continuar vazando. Fiquei o dia todo na expectativa por um molhadinho no chão, pois isso confirmaria minha hipótese. Mas NADA. Nem sinal de água no chão. Medo.
Logo as pessoas começam a dar seus pitacos. Minha mãe disse que eu devo estar com sonambulismo e jogado baldes com água no quarto de madrugada. Ora, se nem quando estou acordada eu gosto de lavar o chão, imagine se eu ia fazer isso dormindo! Fora de cogitação. Minha sobrinha acha que isso é algum espírito. Hahahaha. Sou obrigada a ouvir essas coisas, coisas das quais sempre debochei. Acho tosco. Aí quando eu contei do barulho da madrugada ela realmente se convenceu de que era um espírito. Vê se pode uma coisa dessas.
Noite, hora de dormir. Não estou com medo de espíritos atrevidinhos que jogam água no chão. Não. Mas tô com medo de alguma coisa. Medo de dormir aqui. Mas eu sou forte e racional. Daqui não sairei. Custo a pegar no sono, mas durmo.
Manhã, ao acordar vou logo olhar o chão pra ver algo aconteceu na madrugada e nada. Chão mais seco do que nunca. Isso me assusta ainda mais, pois se molhasse de novo eu teria que achar uma explicação lógica. Mas como achar para um fenômeno isolado? É melhor esquecer isso. E viver com essa dúvida.
Mais uma madrugada. Já sem tanto medo, vou dormir. Deito e pego no sono. Mas de repente, acordo novamente com o tal barulho do primeiro parágrafo. Barulho ainda mais forte do que na primeira vez. Então lá não foi sonho. E agora? O coração pulsou, a mão gelou, mas a cabeça pensou. É preciso descobrir o que está acontecendo e o momento é este. Vamos lá. Agora. Levante daí e acenda a luz. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10. ÁGUA. Muita água de novo. Só que agora uma água que me fez rir, sorrir aliviada por não ter que ficar sem resposta para o povo babaca. Aliviada por ser feliz racionalmente assim como sou. Água vindo do teto. E agora com marcas no teto. Vazamento aonde? Caixa d'água! Lógico! Por que não pensei nisso antes? Acordo minha mãe rindo para que ela veja o que é.
Que droga, agora tenho um chão pra limpar de madrugada. E o restante da noite? Foi chato demais com aquele balde debaixo da goteira pra não molhar o chão fazendo aquele barulhinho irritante, mas foi um sono aliviado e feliz.
Oh, Deus, obrigada por me fazer assim tão racional e lógica.
Livrai-me dessas pessoas alienadas.
Hoje e sempre!
BeijO*

sábado, 30 de maio de 2009

E lá vem ele... o tão esperado dia (pra quem?)

Maio tá chegando ao fim, aliás, passou tão rápido que nem vi. Tanto que pouco apareci aqui no Blog, realmente os dias têm sido de muita correria na minha vida. Cada coisa acontecendo, nossa. Mas eu não estou aqui pra falar dessas coisas e sim sobre o mês de junho e seus dias nada legais e festivos (pra mim).

Eis que se aproxima o tão (?) esperado dia 12 de junho. A televisão começa a passar aqueles comerciais românticos cheios de gente apaixonada, as lojas fazem revistas e panfletos cheios de corações, os shopping fazem promoções, os namoradinhos começam a quebrar os cofrinhos só pra presentear a pessoa amada (?).

E o que eu tenho com isso?
Eu não quero comprar presente.
Eu não aguento mais ver esses corações apaixonados.
Argh!

Lado bom disso tudo.
Ontem fui ao 'EstShopis' com mamys comprar um casaquito e tals. Aí eu vi o stand da nova promoção, do dia dos namorados (¬¬), nas compras acima de 150 mangos você ganha dois ingressos para o cinema!
Cinema? Opaaaa! Adoro cinema, empolguei-me e fui lá pra pegar os meus.
Fiquei toda feliz com um par de ingressos para o cinema, vi que posso usar até o dia 21 de junho, então resolvi guardar pra outro dia, já que estava meio tarde.

Lado ruim disso tudo.
Cheguei em casa e fiquei olhando aqueles ingressos, para um CASAL.
PARA CASAL!!!!!!!!!
E eu vou ter que assistir sozinha.
Aí pensei: será que posso usar um ingresso de cada vez? Já que é promoção do dia dos namorados... Xiii.
Enfim, espero que possa, pois quero assistir dois filmes seguidos.
E me entupir de pipoca.
Mentira, aquela pipoca é cara demais.
Hahahahahaha

Resumindo:
Vou ver dois filmes de graça.
Sozinha.
Porque antes só do que mal acompanhada.

=P

domingo, 17 de maio de 2009

5 passos para me tirar do sério em 5 minutos

1 - Seja indiferente comigo num dia em que eu estou alegre e sorridente com você;
2 - Ignore os meus comentários fofos;
3 - Demore a responder no msn justamente no dia em que te dou total exclusividade;
4 - Tente virar o jogo quando sabe que está errado;
5 - Não me dê colo quando é disso que mais preciso.

Pronto.
Vou explodir.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Acordo Ortográfico

Só pra deixar claro que eu não vou aderir isso nem tão cedo. Não dá, é mais forte do que eu. Seria como mudar meu nome depois de me chamarem de Viviane a vida toda. Aos poucos eu sei que vou ter que aderir, mas será aos poucos mesmooooooo.
Ficou feio demais.

Enfim: DIVÃ!

[OFF] Sabe aquela dorzinha estranha, quando alguma coisa tá incomodando, quando algo tá fora do lugar? Pois é. De novo. Mas eu não sei o que é. Só pra variar um pouquinho.

--

Enfim consegui ver Divã! Eu, uma das maiores divulgadoras do filme, por ser superhipermegablaster fã da Martha Medeiros, demorei tanto pra ver. Sério, eu estava ficando irritada já com isso, TODOS os meus amigos assistiram, até mesmo quem eu nem imaginava assistiu. E eu não? Não pode! Então na quarta fui lá assistir.
Tenho medo de filmes em que crio muita expectativa, quase sempre é decepcionante. Mas Divã não foi. Ufa. Que filme tudo de bão. Martha tem umas sacadas incríveis. Mercedes tem muito de mim, compartilhamos algumas idéias que muitos acham loucura. Eu também acho que fidelidade e lealdade são coisas bem diferentes que nada tem uma com a outra. Sério. E daí que ela não se importava com as puladas de cerca do marido? Ou fingia não se importar, enfim... Que seja. Vão me tacar mil pedras se eu realmente expor o que acho. E eu acho isso porque não vivi ainda uma situação do tipo, tá certo. Realmente posso mudar de idéia quando for comigo. Xápralá.

--

Um trecho do livro que me identifico muito:

"“Sou eu que começo? Não sei bem o que dizer sobre mim. Não me sinto uma mulher como as outras. [...] Mas segui todos os mandamentos de uma boa menina: brinquei de boneca, tive medo do escuro e fiquei nervosa com o primeiro beijo. [...] Adoro massas cinzentas, detesto cor-de-rosa*. Penso como um homem, mas sinto como mulher. Não me considero vítima de nada. Sou autoritária, teimosa e um verdadeiro desastre na cozinha. Peça para eu arrumar uma cama e estrague meu dia. Vida doméstica é para os gatos."

*De rosa eu gosto, né? rs

--

Por que ela me define melhor que eu mesma.

--

Beijos, chiquitos!

domingo, 10 de maio de 2009

Água. Muita água. Medo. Muito medo.

Madrugada, acordo atordoada com um barulho esquisito. Fico com medo. Prefiro pensar que é um sonho. Fecho os olhos. Mas o barulho insiste. Algo diferente, não sei o que é. Vontade de levantar da cama e acender a luz pra ver. Porém o medo é maior. Pego o celular e tento olhar o quarto com a sua luz. Não vejo nada. A luz do celular também não é boa. O que fazer? Dormir. Deve ser coisa da minha cabeça. Ou um sonho.
Manhã seguinte, acordo bem, sem pensar no ocorrido da madrugada. Começo o meu ritual matutino de acordar. Ligo o computador para ler e-mails. Minha mãe entra no quarto e pergunta porque o chão está molhado. Não sei, a garrafinha de água deve ter caído e entornado. Olho para o lado e vejo a garrafinha lá, intacta no mesmo lugar. Ah, deve ter sido meu sobrinho que entrou aqui com o pé molhado. Mas ele nem veio aqui hoje. Então não sei, mas um pouco molhado só, né, tem problema não. De repente, minha mãe grita: Ai, meu Deus, o que é isso? Muita água no meu quarto, muita. Parecia um mar na minha casa. Como assim? Pegamos panos para limpar, mas não deu conta, tivemos que pegar um rodo e puxar pra fora. Como? Como explicar um mundo de água no chão? Procuramos vazamentos pelas paredes, pelo chão e NADA. Tudo perfeitamente normal. MEDO.
Eu sou muito racional. Tem que ter uma explicação lógica para o ocorrido. Tem que ter. Eu sei que tem. Não sei qual é ainda. Mas sei que tem.
Acho que está brotando do piso, já que alguns canos passam por baixo da casa. Vamos esperar o dia de hoje pra ver. Se foi o piso, com certeza durante o dia vai continuar vazando. Fiquei o dia todo na expectativa por um molhadinho no chão, pois isso confirmaria minha hipótese. Mas NADA. Nem sinal de água no chão. Medo.
Logo as pessoas começam a dar seus pitacos. Minha mãe disse que eu devo estar com sonambulismo e jogado baldes com água no quarto de madrugada. Ora, se nem quando estou acordada eu gosto de lavar o chão, imagine se eu ia fazer isso dormindo! Fora de cogitação. Minha sobrinha acha que isso é algum espírito. Hahahaha. Sou obrigada a ouvir essas coisas, coisas das quais sempre debochei. Acho tosco. Aí quando eu contei do barulho da madrugada ela realmente se convenceu de que era um espírito. Vê se pode uma coisa dessas.
Noite, hora de dormir. Não estou com medo de espíritos atrevidinhos que jogam água no chão. Não. Mas tô com medo de alguma coisa. Medo de dormir aqui. Mas eu sou forte e racional. Daqui não sairei. Custo a pegar no sono, mas durmo.
Manhã, ao acordar vou logo olhar o chão pra ver algo aconteceu na madrugada e nada. Chão mais seco do que nunca. Isso me assusta ainda mais, pois se molhasse de novo eu teria que achar uma explicação lógica. Mas como achar para um fenômeno isolado? É melhor esquecer isso. E viver com essa dúvida.
Mais uma madrugada. Já sem tanto medo, vou dormir. Deito e pego no sono. Mas de repente, acordo novamente com o tal barulho do primeiro parágrafo. Barulho ainda mais forte do que na primeira vez. Então lá não foi sonho. E agora? O coração pulsou, a mão gelou, mas a cabeça pensou. É preciso descobrir o que está acontecendo e o momento é este. Vamos lá. Agora. Levante daí e acenda a luz. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10. ÁGUA. Muita água de novo. Só que agora uma água que me fez rir, sorrir aliviada por não ter que ficar sem resposta para o povo babaca. Aliviada por ser feliz racionalmente assim como sou. Água vindo do teto. E agora com marcas no teto. Vazamento aonde? Caixa d'água! Lógico! Por que não pensei nisso antes? Acordo minha mãe rindo para que ela veja o que é.
Que droga, agora tenho um chão pra limpar de madrugada. E o restante da noite? Foi chato demais com aquele balde debaixo da goteira pra não molhar o chão fazendo aquele barulhinho irritante, mas foi um sono aliviado e feliz.
Oh, Deus, obrigada por me fazer assim tão racional e lógica.
Livrai-me dessas pessoas alienadas.
Hoje e sempre!
BeijO*