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Professora de Matemática do Estado do RJ e do Município do Rio de Janeiro; tutora presencial do CEDERJ; pós-graduanda em Planejamento, Gestão e Implementação da EaD pela UFF.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Presente de Grego

Tinha até me esquecido que hoje é dia 1º abril e que é o dia da mentira.
Que bobagem.
Aqui perto colocaram um papel na boteco do vizinho dizendo que estava fechado por motivo de falecimento do mesmo. Isso é coisa que se faça? É coisa de que não sabe brincar. É por essas e outras que acho o dia uma palhaçada só.
Todos os programas de TV da manhã estavam discutindo sobre mentiras e vi um livro numa dessas reportagens que era tipo um 'guia do mentiroso', ensinando como agir para que todos acreditem quando você estiver mentindo. Patético.
Achei legal um bate-papo que estava tendo no Hoje em Dia com psicólogos falando sobre crianças que mentem e que isso no futuro pode gerar um desvio sério de caráter. Então pais, cuidado, fiquem de olho no que os filhos dizem, achar as mentirinhas das crianças uma coisa bonitinha é um erro muito grande. O Sem Censura também teve um debate bacana, como sempre. (Suspeita pra falar, nééé? rs)
Tá certo que todos mentimos, quem diz que não mente é o maior dos mentirosos, mas daí a promover essa prática são outros quinhentos... As tais mentirinhas sociais são as que fazem mais sucesso.


Eu admito que menti no meu aniversário, mas foi um caso extreme (extremamente necessário), pois ganhei um vestido RI-DÍ-CU-LO, sério, a coisa mais feia que já vi na minha vida. Sem falar que ali caberiam umas três de mim, pois era enorme, preto... parecia uma roupa de bate-bola daquelas bem rodadas. E ainda por cima tinha uns 'pequenos' enfeites em pedrarias (leia-se: umas pedras enormes e brilhantes horrorosas). Minha mãe rolou de rir quando eu vesti e fui na sala 'desfilar', eu morri de rir com aquela situação patética. A pessoa que me deu é realmente meio sem noção, mas achei essa do vestido o cúmulo do absurdo. Podia ter vindo sem presente, eu não ia me importar. Além de ter sido feito para uma baleia orca obesa (acho que indiretamente ela quis me chamar de gorda, será?), o vestido tinha aquele cheiro característico de roupa velha guardada há muito tempo, tipo presente repassado. Quando ela me entregou o pacote eu vi que era algo pesado e como não tenho o costume de abrir presentes na frente da pessoa entrei para o quarto, aí abri o pacotinho do mal: tcharam!!!! Eu nem acreditei no que vi, dei umas risadas básicas em silêncio e voltei para a 'festinha', aí ela me perguntou: gostou? E agora, o que fazer? Não tive saída a não ser dizer: Vestido bonito, tia, vou provar depois. É, menti... Que vergonha. Aí, durante a festa essa pessoa me confidenciou que ganhou o tal vestido do mal de presente do neto, só que não deu nela (óbvio, o vestido daria pra fazer uma lona cultural). Aí está o ponto, provavelmente isso que a pessoa me disse também foi uma mentira apenas para justificar o cheiro característico do vestido, pois o seu neto tem menos de 3 anos e a mãe dele não é insana a ponto de comprar um vestido daquele para a sogra. Menos mal, ficamos quites.
Como, enquanto eu for uma pessoa sã, JAMAIS usaria aquele vestido minha mãe me convenceu a devolver. Mas como fazer isso sem chatear? Nessas horas eu agradeço a Deus por ter me dado uma mãe mais cara-de-pau que eu. Quando eu pensei em ir lá devolver, mamãe já tinha encontrado com ela na rua e falado que o vestido ficou muito grande e que não ia dar pra usar. Ufaaa... Não precisei morrer de vergonha na frente dela ao devolver o tal 'presente de grego'. Acho que nem os gregos são tão malvados assim a ponto de dar um vestido desse pra alguém...
Eu deveria ter tirado uma foto... Rsrsrsrsrsrs


Mas tenho evitado até mesmo as mentiras sociais, pois a verdade é sempre o melhor caminho.

BeijO**

Um comentário:

  1. Muito legal mesmo Vivi. Seu texto aprisiona a gente que nos obriga a ler até o final com alegria. O modo real como escreve nos faz sentir suas sensaçoes como se fosse a gente. Gostei muito, bjoo VIVI!!
    Diego..

    ResponderExcluir

Dê o seu Palpite ;-)

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Presente de Grego

Tinha até me esquecido que hoje é dia 1º abril e que é o dia da mentira.
Que bobagem.
Aqui perto colocaram um papel na boteco do vizinho dizendo que estava fechado por motivo de falecimento do mesmo. Isso é coisa que se faça? É coisa de que não sabe brincar. É por essas e outras que acho o dia uma palhaçada só.
Todos os programas de TV da manhã estavam discutindo sobre mentiras e vi um livro numa dessas reportagens que era tipo um 'guia do mentiroso', ensinando como agir para que todos acreditem quando você estiver mentindo. Patético.
Achei legal um bate-papo que estava tendo no Hoje em Dia com psicólogos falando sobre crianças que mentem e que isso no futuro pode gerar um desvio sério de caráter. Então pais, cuidado, fiquem de olho no que os filhos dizem, achar as mentirinhas das crianças uma coisa bonitinha é um erro muito grande. O Sem Censura também teve um debate bacana, como sempre. (Suspeita pra falar, nééé? rs)
Tá certo que todos mentimos, quem diz que não mente é o maior dos mentirosos, mas daí a promover essa prática são outros quinhentos... As tais mentirinhas sociais são as que fazem mais sucesso.


Eu admito que menti no meu aniversário, mas foi um caso extreme (extremamente necessário), pois ganhei um vestido RI-DÍ-CU-LO, sério, a coisa mais feia que já vi na minha vida. Sem falar que ali caberiam umas três de mim, pois era enorme, preto... parecia uma roupa de bate-bola daquelas bem rodadas. E ainda por cima tinha uns 'pequenos' enfeites em pedrarias (leia-se: umas pedras enormes e brilhantes horrorosas). Minha mãe rolou de rir quando eu vesti e fui na sala 'desfilar', eu morri de rir com aquela situação patética. A pessoa que me deu é realmente meio sem noção, mas achei essa do vestido o cúmulo do absurdo. Podia ter vindo sem presente, eu não ia me importar. Além de ter sido feito para uma baleia orca obesa (acho que indiretamente ela quis me chamar de gorda, será?), o vestido tinha aquele cheiro característico de roupa velha guardada há muito tempo, tipo presente repassado. Quando ela me entregou o pacote eu vi que era algo pesado e como não tenho o costume de abrir presentes na frente da pessoa entrei para o quarto, aí abri o pacotinho do mal: tcharam!!!! Eu nem acreditei no que vi, dei umas risadas básicas em silêncio e voltei para a 'festinha', aí ela me perguntou: gostou? E agora, o que fazer? Não tive saída a não ser dizer: Vestido bonito, tia, vou provar depois. É, menti... Que vergonha. Aí, durante a festa essa pessoa me confidenciou que ganhou o tal vestido do mal de presente do neto, só que não deu nela (óbvio, o vestido daria pra fazer uma lona cultural). Aí está o ponto, provavelmente isso que a pessoa me disse também foi uma mentira apenas para justificar o cheiro característico do vestido, pois o seu neto tem menos de 3 anos e a mãe dele não é insana a ponto de comprar um vestido daquele para a sogra. Menos mal, ficamos quites.
Como, enquanto eu for uma pessoa sã, JAMAIS usaria aquele vestido minha mãe me convenceu a devolver. Mas como fazer isso sem chatear? Nessas horas eu agradeço a Deus por ter me dado uma mãe mais cara-de-pau que eu. Quando eu pensei em ir lá devolver, mamãe já tinha encontrado com ela na rua e falado que o vestido ficou muito grande e que não ia dar pra usar. Ufaaa... Não precisei morrer de vergonha na frente dela ao devolver o tal 'presente de grego'. Acho que nem os gregos são tão malvados assim a ponto de dar um vestido desse pra alguém...
Eu deveria ter tirado uma foto... Rsrsrsrsrsrs


Mas tenho evitado até mesmo as mentiras sociais, pois a verdade é sempre o melhor caminho.

BeijO**

Um comentário:

  1. Muito legal mesmo Vivi. Seu texto aprisiona a gente que nos obriga a ler até o final com alegria. O modo real como escreve nos faz sentir suas sensaçoes como se fosse a gente. Gostei muito, bjoo VIVI!!
    Diego..

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