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Professora de Matemática do Estado do RJ e do Município do Rio de Janeiro; tutora presencial do CEDERJ; pós-graduanda em Planejamento, Gestão e Implementação da EaD pela UFF.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Sem muita paciência com esse povo ¬¬'

Olá, pessoal.
Saudade de estar aqui, mas ultimamente tá faltando tempo e também inspiração. É tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo que quando sento aqui não consigo decidir sobre o que escrever. Mas hoje eu tenho que colocar pra fora a minha raiva e indignação com a saúde pública brasileira e seus funcionários.
Eu espero do fundo do meu coração não precisar de hospital público, quero muito ter logo um emprego de verdade que me possibilite pagar um plano de saúde, pois é uma tristeza ter que enfrentar filas e ainda ter que aturar a falta de educação e paciência dos funcionários.
Tá certo que as condições de trabalho não são as melhores, paga-se pouco, não tem aumento, patati patatá, mas nada disso justifica trabalhar com aquela má vontade. Pra conseguir uma informação correta você tem que passar por umas 5 salas erradas, pra pegar o resultado de um exame tem que contar com a boa vontade de quem está lá atendendo.
Hoje ao ir buscar os exames da minha mãe a senhora que estava na recepção nem olhou pra minha cara, não respondeu ao bom dia, pegou o cartão da minha mãe, olhou por alto alguns papéis no arquivo e disse que não estava lá, que já deveria estar no prontuário (duvidei, né, eles não seriam tão organizados). Fomos para o consultório e quando a médica pegou o prontuário "cadê?", não estavam lá. Lá fui eu de novo na sala de exames, só que entreguei o cartão para outro senhor que pelo menos dessa vez se deu ao trabalho de olhar as fichas uma a uma para procurar a da minha mãe. E os exames estavam lá. A bicha feia mal educada que não quis se dar ao trabalho de olhar.
Sei que a situação do brasileiro não é favorável, que é difícil arrumar um emprego e que nem sempre trabalhamos onde queremos. Mas ainda assim eu acho que temos que fazer nosso trabalho com amor e dedicação! Ainda mais quando lidamos diretamente com pessoas, principalmente em hospitais. O paciente não está ali porque quer, ele provavelmente está passando por uma situação complicada, está sofrendo, com dor, e etc. O que ele mais precisa é ser bem recebido, sentir segurança e alguma confiança naqueles que estarão tratando do seu problema.
Tenho que me segurar pra não brigar com esse tipo de gente que trabalha de cara feia, eu odeio essas atitudes mesquinhas. Não quer estar ali? SAI! Não vá descontar em quem não tem nada a ver com seus problemas pessoais.
O mesmo se aplica à minha profissão, também trabalho diretamente com pessoas e preciso ter cuidado com certos detalhes, faço o maior esforço do mundo pra não transparecer meus problemas, mesmo quando estou muito mal, atordoada, tento tratar meus alunos da melhor maneira possível, com carinho e cuidado. É o que eles precisam e esperam de mim. E não faço mais do que a minha obrigação, pois eu escolhi isso pra minha vida, eu amo o que faço, sei que não vou ganhar rios de dinheiro, sempre soube disso, não posso reclamar agora. Tô aqui porque quero.

>> Novidades logo logo ;-) <<
BeijO**

6 comentários:

  1. Isso aí Vivi! Se faz algo, pelo menos faça com o mínimo de amor!

    Adorei a postagem!
    Beijos!

    ResponderExcluir
  2. Acontece que você não estava doente. Por isso ninguém se preocupou em dar muita atenção. Guardaram para os verdadeiros doentes. Se você estivesse doente eles limpariam o chão a sua frente. Putz.

    ResponderExcluir
  3. Hahaha, onde isso, magnus? No seu Hospital imaginário?

    ResponderExcluir
  4. Sem dúvida a saúde pública nesse país ainda deixa muito a desejar, amore, principalmente no atendimento não só dos pacientes como também no tratar as pessoas que visitam os seus parentes enfermos ou simplesmente deslocam-se até o hospital por algum motivo como o seu por exemplo, na busca pelos resultados de exames.
    O jeito, meu bem, pelo visto, é contar até 10. Ou melhor, até 1 milhão. Porque haja paciência, né? =/

    ResponderExcluir
  5. Nessa questão da profissão também preciso ter paciência e lidar da melhor maneira possível com as pessoas. Além disso minha profissão também não gera tanto dinheiro.

    ResponderExcluir

Dê o seu Palpite ;-)

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Sem muita paciência com esse povo ¬¬'

Olá, pessoal.
Saudade de estar aqui, mas ultimamente tá faltando tempo e também inspiração. É tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo que quando sento aqui não consigo decidir sobre o que escrever. Mas hoje eu tenho que colocar pra fora a minha raiva e indignação com a saúde pública brasileira e seus funcionários.
Eu espero do fundo do meu coração não precisar de hospital público, quero muito ter logo um emprego de verdade que me possibilite pagar um plano de saúde, pois é uma tristeza ter que enfrentar filas e ainda ter que aturar a falta de educação e paciência dos funcionários.
Tá certo que as condições de trabalho não são as melhores, paga-se pouco, não tem aumento, patati patatá, mas nada disso justifica trabalhar com aquela má vontade. Pra conseguir uma informação correta você tem que passar por umas 5 salas erradas, pra pegar o resultado de um exame tem que contar com a boa vontade de quem está lá atendendo.
Hoje ao ir buscar os exames da minha mãe a senhora que estava na recepção nem olhou pra minha cara, não respondeu ao bom dia, pegou o cartão da minha mãe, olhou por alto alguns papéis no arquivo e disse que não estava lá, que já deveria estar no prontuário (duvidei, né, eles não seriam tão organizados). Fomos para o consultório e quando a médica pegou o prontuário "cadê?", não estavam lá. Lá fui eu de novo na sala de exames, só que entreguei o cartão para outro senhor que pelo menos dessa vez se deu ao trabalho de olhar as fichas uma a uma para procurar a da minha mãe. E os exames estavam lá. A bicha feia mal educada que não quis se dar ao trabalho de olhar.
Sei que a situação do brasileiro não é favorável, que é difícil arrumar um emprego e que nem sempre trabalhamos onde queremos. Mas ainda assim eu acho que temos que fazer nosso trabalho com amor e dedicação! Ainda mais quando lidamos diretamente com pessoas, principalmente em hospitais. O paciente não está ali porque quer, ele provavelmente está passando por uma situação complicada, está sofrendo, com dor, e etc. O que ele mais precisa é ser bem recebido, sentir segurança e alguma confiança naqueles que estarão tratando do seu problema.
Tenho que me segurar pra não brigar com esse tipo de gente que trabalha de cara feia, eu odeio essas atitudes mesquinhas. Não quer estar ali? SAI! Não vá descontar em quem não tem nada a ver com seus problemas pessoais.
O mesmo se aplica à minha profissão, também trabalho diretamente com pessoas e preciso ter cuidado com certos detalhes, faço o maior esforço do mundo pra não transparecer meus problemas, mesmo quando estou muito mal, atordoada, tento tratar meus alunos da melhor maneira possível, com carinho e cuidado. É o que eles precisam e esperam de mim. E não faço mais do que a minha obrigação, pois eu escolhi isso pra minha vida, eu amo o que faço, sei que não vou ganhar rios de dinheiro, sempre soube disso, não posso reclamar agora. Tô aqui porque quero.

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6 comentários:

  1. Isso aí Vivi! Se faz algo, pelo menos faça com o mínimo de amor!

    Adorei a postagem!
    Beijos!

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  2. Acontece que você não estava doente. Por isso ninguém se preocupou em dar muita atenção. Guardaram para os verdadeiros doentes. Se você estivesse doente eles limpariam o chão a sua frente. Putz.

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  3. Hahaha, onde isso, magnus? No seu Hospital imaginário?

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  4. Sem dúvida a saúde pública nesse país ainda deixa muito a desejar, amore, principalmente no atendimento não só dos pacientes como também no tratar as pessoas que visitam os seus parentes enfermos ou simplesmente deslocam-se até o hospital por algum motivo como o seu por exemplo, na busca pelos resultados de exames.
    O jeito, meu bem, pelo visto, é contar até 10. Ou melhor, até 1 milhão. Porque haja paciência, né? =/

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  5. Nessa questão da profissão também preciso ter paciência e lidar da melhor maneira possível com as pessoas. Além disso minha profissão também não gera tanto dinheiro.

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