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Professora de Matemática do Estado do RJ e do Município do Rio de Janeiro; tutora presencial do CEDERJ; pós-graduanda em Planejamento, Gestão e Implementação da EaD pela UFF.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Clarice,

"Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração. Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma para sempre."

Clarice Lispector


Eu quero a biografia "Clarice," escrita por Benjamin Moser, acho que é um livro daqueles pra se ter pra sempre, como o xodó da coleção. Sem falar que o Benjamin além de sensível é lindo. Ai, ai, rs.


"Às vezes sentava-me na rede, balançado-me com o livro aberto no colo, sem tocá-lo, em êxtase puríssimo. Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com o seu amante."

(Felicidade Clandestina, Clarice Lispector)

BeijO*

8035 dias de vida

8035 dias de vida... estou ficando velha!
Ok, são só 22 anos, mas o número já começa a me assustar.
Gostaria de agradecer a todos os amigos que estiveram presentes na minha comemoração, a todos que não puderam ir, mas que lembraram e ligaram, mandaram mensagem, sinal de fumaça, não importa... adorei cada demonstração de carinho que recebi. São pessoas especiais como vocês que fazem a minha vida ter mais sentido.


Quero agradecer ao meu amigo mais fofo, o Pig, por ter sido tão gentil nos últimos dias, me bajulando por causa do aniversário! Obrigada por ser essa pessoinha tão grande, mesmo num corpo tão pequeno : )
Te adoro!

Beijo, Beijo, Beijo

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Diga SIM

Há algum tempo foi lançado o filme “Sim, senhor” com Jim Carrey, só que eu não tive a curiosidade de alugar e tal. Mas o filme chegou em minhas mãos meio que por acaso e eu acabei assistindo em uma daquelas tardes em que qualquer DVD é melhor que os programas no estilo Sônia Abrão da TV.


O filme é muito bacana e a ideia central é a de um programa em que o personagem principal entra onde ele deve dizer SIM para tudo. Claro que acontecem coisas bizarras, mas em geral essas coisas levam a coisas boas para a vida dele. Ele se empolga diante das possibilidades que o SIM oferece e passa a ignorar suas próprias vontades. Aí começam os problemas...




A grande jogada do diga SIM é que passamos a arriscar mais, e claro que temos mais chances de ter uma vida mais emocionante com isso do que ficando parados esperando cair do céu. É o famoso “Quem não arrisca, não petisca”.


Já parou pra pensar em quantas boas oportunidades deixamos passar por medo, por pressa ou simplesmente pelo costume de sempre dizer NÃO? Quantas vezes nos deparamos com anúncios de bons empregos e nem nos mexemos para tentar conseguir aquela vaga? Quantas pessoas deixamos de conhecer por não aceitar convites dos nossos amigos? Quantos pessoas bacanas deixamos de conhecer melhor por ficar sempre esperando a bendita pessoa certa? Quantos micos deixamos de pagar por não topar aquela idéia louca de um amigo ainda mais doido? Momentos únicos que foram perdidos, boas oportunidades que não voltarão mais.


Não estou dizendo aqui que ‘topo qualquer parada’, aliás, esse é o grande X da questão: saber usar o SIM. Saber quando vai valer a pena encarar aquele emprego, aquela festa, aquele possível novo amor... É não deixar que o medo seja um freio na nossa vida. É se permitir viver.


E por que estou falando disso? Eu acho que, entre outros motivos, 2010 está com esse ar de ‘bom ano’ porque estou arriscando mais, vivendo mais, me preocupando menos com problemas pequenos (parafraseando a música Epitáfio). E estou beeeeem mais feliz assim. Sempre reclamei demais da monotonia da minha vida, porém vejo que o problema estava exclusivamente em mim, eu sempre tive medo de arriscar, o que me impedia de viver bons momentos.


Outra coisa que estive pensando foi naquela resposta que muitos damos: “Nem pensar”. Como assim? Temos sim que pensar, quando pensamos e colocamos na balança é que podemos decidir se algo vai ser bom ou ruim, se vai valer a pena, se vamos dizer sim ou não. Por isso vou levantar uma campanha contra o NEM PENSAR!

Por hoje é isso ;)

BeijinhO*

De cara não tão nova assim

Todos dizem que mudar faz bem. E eu não discordo disso. Porém não é sempre verdade.
Eu tentei dar uma cara nova ao blog no fim do ano passado e o que aconteceu? Perdi muita coisa, o blog perdeu a identidade, ficou largado e eu não tinha nem ânimo pra mexer nele e ajustar.
Pois de volta ao modelo tradicional de sempre eu já me sinto mais em casa. Mudei a cor porque acho que o rosa tem tudo a ver com meu momento, e também mudei a imagem aí de cima porque aquela estava mega ultrapassada.
Espero agora fazer as pazes com o bloguinho, voltar a esse mundo que eu tanto gosto, visitar os blogs amigos que também abandonei um pouco... rs.

--

E 2010?
Há muito tempo eu não tenho tanta esperança assim de que as coisas podem dar certo. 2010 chegou chegando e tenho certeza que será repleto de boas surpresas.
Trabalho novo, especialização, em paz com meu coração, mais feliz, mais loira, mais aberta às oportunidades que surgem...
Que o restante do ano seja tão bom quanto o início!

--

Saudade de estar por aqui.
Volto logo ;)

BeijinhO*

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Que saco!

Tô com raiva. Muita raiva. Morrendo de raiva.
Eu escrevi um texto GIGANTE com o título "Retrospectiva 2009" e na hora de postar minha conexão falhou.
Ok, sem pânico, pois o texto é salvo como rascunho automaticamente, certo?
ERRADO!
Eu perdi tudo que escrevi.
Ódio!!!!!!!!!

Não vou lembrar nem da metade do que escrevi antes e não tenho mais saco também. Tô com raiva.
Putz, logo hoje que me animei pra escrever aqui.
Saco.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

É Natal lá lá lá


Lá vem ele, o bom velhinho vai finalmente sair de seu período de hibernação e perder uns quilinhos na entrega dos presentes.
Não tenho nem ideia do que o Papai Noel faz o ano todo, já que só trabalha no Natal e quem faz os brinquedos durante o ano são os anões, duendes e elfos (sim, elfos!! rs).
Talvez isso explique aquela pança enorme que ele tem, deve ficar o ano todo deitado no sofá assistindo novela e comendo bolinho de chuva.
Ê vida boa, hein... Deve ser bem remunerado, pois com um dia de trabalho ele consegue sustentar a casa por 364 dias! Acho que vou me candidtar ao cargo! :)

Eu amo o Natal! Mas.... tem gente que exagera nas declarações de amor...

Aqui na minha rua tem uma casa que mais parece um carro alegórico! Acho que a pessoa reuniu todos os enfeites de Natal de 5 gerações de sua família e colocou tudo de uma vez na casa! Não dá nem pra olhar por muito tempo, se ficar 5 minutos olhando você fica até vendo coisas, o mundo começa a ficar mais colorido, começa a rodar... é praticamente um alucinógeno.
Não estou exagerando, a casa está realmente, literalmente, totalmente enfeitadaa!

Será que isso é para o Papai Noel enxergar a casa deles primeiro?
Ou eles querem que a casa apareça no Google Earth como naquele filme "Um natal brilhante"?
Seja lá o que for, não é um comportamente normal. Eu tenho medo daquele lugar... ainda bem que não conheço os moradores, devem ser pessoas esquisitas.
Ah, e parece que a cada dia surge um novo enfeite. Toda vez que olho vejo algum pisca-pisca novo... Sinistro! Deve ter alguma competição pré-carnavalesca da casa mais enfeitada do bairro com temas natalinos e eu não tô sabendo...

--

Pessoas, estou com saudades de vocês e de postar aqui!
Porém a vida tá corrida, assim que os dias mais frenéticos passarem virei aqui com calma para escrever sobre as últimas novidades: Váários livros novos e viagem nas férias :)

BeijO*

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Stu, a cacatua

Acho que vou comprar o livro que deixou Sheldon bem animado na livraria quando estava em busca de algum que explicasse como fazer amigos - Stu, a cacatua.
Ou quem sabe até tentar o "The Friendship Algorithm" inventado por ele.



Preciso de alternativas ou orientação psicológica (ou psiquiátrica) porque, definitivamente, não sei fazer amigos. Não tenho o dom e as pessoas parecem fugir de mim.

Hoje o meu ônibus decidiu demorar mais que o normal na hora de voltar para casa, depois do curso de inglês. Como pego o mesmo ônibus, no mesmo horário toda semana, obviamente reconheci as pessoas que também esperavam por ele.
Todas os ônibus passaram e o ponto foi ficando vazio... até que ficamos apenas nós de Campo Grande esperando o querido S-07. Pensei com meus botões "Hmmm, uma boa oportunidade de fazer amigos, vou puxar assunto!". Sem saber bem o que fazer comentei, idiotamente, sobre a demora e tal. Para minha surpresa eles responderam gentilmente, ficando felizes por alguém ter quebrado o silêncio. Uma das garotas resolveu pegar outro caminho e só ficamos nós 3 (eu, a menina da bunda grande e o guri) lá.
A menina que ficou era bonita e depois que eu quebrei o gelo ela soltou a matraca. Como falavaaa! E o menino, obviamente, voltou toda atenção para ela (claro, ela estava com calça de ginástica e tinha a bunda grande, não há como concorrer com isso).
Por causa da minha atitude os dois que nem estavam se falando começaram a conversar freneticamente até que, pouco a pouco, fui me sentindo excluída do assunto. Quando percebi os dois estavam todos amiguinhos e eu, babaca, sozinha.

Aprendi a lição: Só puxar assunto com pessoas sozinhas. Assim não corro o risco de ser preterida e excluída da conversa.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

A dor que dói mais é aquela que não tem explicação, que médico algum poderia diagnosticar, que pessoa alguma poderia compreender.
Só quem sente sabe o que é.
Dói.
Dói demais.
E parece que não haverá cura.

domingo, 1 de novembro de 2009

Preferencial

Eu evito sentar naqueles assentos preferenciais em ônibus, trem, metrô e etc. Me sinto constrangida por estar no banco que não foi feito pra mim e, além disso, toda vez que eu sento entra alguém preferencial e eu tenho que levantar. Aí sinto a pessoa me olhando como se eu tivesse cometendo um crime por estar ali. Ei, se as pessoas estiverem ausentes nós podemos SIM sentar naqueles banquinhos.
Enfim, por essas e outras eu evito.
Mas semana passada eu estava muito cansada e já estressada da vida e não tive outra opção, o único banco livro era preferencial, sentei.
Parei e fiquei lendo aquele adesivo no vidro com as explicações sobre quem poderia sentar ali. Para minha surpresa eu me encaixava nas condições e, pela primeira vez, fiquei com a consciência tranquila por estar ali.
Veja se não tenho razão. O banco é especialmente para:

1 - Pessoas obesas (Sim, pessoas obesas, essa é nova e ainda colocaram um boneco extremamente gordo para ilustrar)
Estou acima do peso, basta olhar pra mim para saber disso. E se ainda assim houver dúvida, pegue calculadora, balança e fita métrica: vamos calcular meu IMC. O banco é meu por direito :D

2 - Mulheres grávidas
Devido à obesidade minha barriga gigante mais parece uma criança de 7 meses, me sinto como uma mulher grávida. E no aviso não especifica se a gravidez psicológica está excluída dos benefícios. Logo... também posso me sentar ali.

3 - Pessoas com bebês ou crianças de colo
Tenho uma relação quase maternal com minha mochila, um amor incondicional, coisa de mãe. E ela é muito pesadinha, mais que um bebê normal. É a minha bebezinha gorducha. Sim, minha mochila merece tanto quanto os bebês de verdade aquele posto no ônibus.

4 - Idosos
Eu sou uma jovem idosa. Tenho dores de velho, mentalidade de pessoa idosa e gosto de coisas que meus sobrinhos dizem que é de velho. Ou seja, sou uma velha. O lugar é meu.

5 - Pessoas com deficiência
Meus amigos vivem dizendo: 'Vivi, você tem problemas, não pode ser normal". E eu não discordo disso. Problemas psicológicos também são um tipo de deficiência se você pensar por um lado. Sou ansiosa, ciumenta, estressada e estou em depressão (quase). Ou seja, não estou em condições normais como a maioria da população.

Yuuupi! Sou preferencial, posso descansar minhas perninhas :D

P.S.: Aos desavisados: É óbvio que isso é uma brincadeira e sempre dou meu lugar para pessoas nessas condições, pois se tem uma coisa que eu respeito muito é isso. Embora as pessoas mal agradecidas nem segurem a minha mochila, rs.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Clarice,

"Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração. Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma para sempre."

Clarice Lispector


Eu quero a biografia "Clarice," escrita por Benjamin Moser, acho que é um livro daqueles pra se ter pra sempre, como o xodó da coleção. Sem falar que o Benjamin além de sensível é lindo. Ai, ai, rs.


"Às vezes sentava-me na rede, balançado-me com o livro aberto no colo, sem tocá-lo, em êxtase puríssimo. Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com o seu amante."

(Felicidade Clandestina, Clarice Lispector)

BeijO*

8035 dias de vida

8035 dias de vida... estou ficando velha!
Ok, são só 22 anos, mas o número já começa a me assustar.
Gostaria de agradecer a todos os amigos que estiveram presentes na minha comemoração, a todos que não puderam ir, mas que lembraram e ligaram, mandaram mensagem, sinal de fumaça, não importa... adorei cada demonstração de carinho que recebi. São pessoas especiais como vocês que fazem a minha vida ter mais sentido.


Quero agradecer ao meu amigo mais fofo, o Pig, por ter sido tão gentil nos últimos dias, me bajulando por causa do aniversário! Obrigada por ser essa pessoinha tão grande, mesmo num corpo tão pequeno : )
Te adoro!

Beijo, Beijo, Beijo

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Diga SIM

Há algum tempo foi lançado o filme “Sim, senhor” com Jim Carrey, só que eu não tive a curiosidade de alugar e tal. Mas o filme chegou em minhas mãos meio que por acaso e eu acabei assistindo em uma daquelas tardes em que qualquer DVD é melhor que os programas no estilo Sônia Abrão da TV.


O filme é muito bacana e a ideia central é a de um programa em que o personagem principal entra onde ele deve dizer SIM para tudo. Claro que acontecem coisas bizarras, mas em geral essas coisas levam a coisas boas para a vida dele. Ele se empolga diante das possibilidades que o SIM oferece e passa a ignorar suas próprias vontades. Aí começam os problemas...




A grande jogada do diga SIM é que passamos a arriscar mais, e claro que temos mais chances de ter uma vida mais emocionante com isso do que ficando parados esperando cair do céu. É o famoso “Quem não arrisca, não petisca”.


Já parou pra pensar em quantas boas oportunidades deixamos passar por medo, por pressa ou simplesmente pelo costume de sempre dizer NÃO? Quantas vezes nos deparamos com anúncios de bons empregos e nem nos mexemos para tentar conseguir aquela vaga? Quantas pessoas deixamos de conhecer por não aceitar convites dos nossos amigos? Quantos pessoas bacanas deixamos de conhecer melhor por ficar sempre esperando a bendita pessoa certa? Quantos micos deixamos de pagar por não topar aquela idéia louca de um amigo ainda mais doido? Momentos únicos que foram perdidos, boas oportunidades que não voltarão mais.


Não estou dizendo aqui que ‘topo qualquer parada’, aliás, esse é o grande X da questão: saber usar o SIM. Saber quando vai valer a pena encarar aquele emprego, aquela festa, aquele possível novo amor... É não deixar que o medo seja um freio na nossa vida. É se permitir viver.


E por que estou falando disso? Eu acho que, entre outros motivos, 2010 está com esse ar de ‘bom ano’ porque estou arriscando mais, vivendo mais, me preocupando menos com problemas pequenos (parafraseando a música Epitáfio). E estou beeeeem mais feliz assim. Sempre reclamei demais da monotonia da minha vida, porém vejo que o problema estava exclusivamente em mim, eu sempre tive medo de arriscar, o que me impedia de viver bons momentos.


Outra coisa que estive pensando foi naquela resposta que muitos damos: “Nem pensar”. Como assim? Temos sim que pensar, quando pensamos e colocamos na balança é que podemos decidir se algo vai ser bom ou ruim, se vai valer a pena, se vamos dizer sim ou não. Por isso vou levantar uma campanha contra o NEM PENSAR!

Por hoje é isso ;)

BeijinhO*

De cara não tão nova assim

Todos dizem que mudar faz bem. E eu não discordo disso. Porém não é sempre verdade.
Eu tentei dar uma cara nova ao blog no fim do ano passado e o que aconteceu? Perdi muita coisa, o blog perdeu a identidade, ficou largado e eu não tinha nem ânimo pra mexer nele e ajustar.
Pois de volta ao modelo tradicional de sempre eu já me sinto mais em casa. Mudei a cor porque acho que o rosa tem tudo a ver com meu momento, e também mudei a imagem aí de cima porque aquela estava mega ultrapassada.
Espero agora fazer as pazes com o bloguinho, voltar a esse mundo que eu tanto gosto, visitar os blogs amigos que também abandonei um pouco... rs.

--

E 2010?
Há muito tempo eu não tenho tanta esperança assim de que as coisas podem dar certo. 2010 chegou chegando e tenho certeza que será repleto de boas surpresas.
Trabalho novo, especialização, em paz com meu coração, mais feliz, mais loira, mais aberta às oportunidades que surgem...
Que o restante do ano seja tão bom quanto o início!

--

Saudade de estar por aqui.
Volto logo ;)

BeijinhO*

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Que saco!

Tô com raiva. Muita raiva. Morrendo de raiva.
Eu escrevi um texto GIGANTE com o título "Retrospectiva 2009" e na hora de postar minha conexão falhou.
Ok, sem pânico, pois o texto é salvo como rascunho automaticamente, certo?
ERRADO!
Eu perdi tudo que escrevi.
Ódio!!!!!!!!!

Não vou lembrar nem da metade do que escrevi antes e não tenho mais saco também. Tô com raiva.
Putz, logo hoje que me animei pra escrever aqui.
Saco.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

É Natal lá lá lá


Lá vem ele, o bom velhinho vai finalmente sair de seu período de hibernação e perder uns quilinhos na entrega dos presentes.
Não tenho nem ideia do que o Papai Noel faz o ano todo, já que só trabalha no Natal e quem faz os brinquedos durante o ano são os anões, duendes e elfos (sim, elfos!! rs).
Talvez isso explique aquela pança enorme que ele tem, deve ficar o ano todo deitado no sofá assistindo novela e comendo bolinho de chuva.
Ê vida boa, hein... Deve ser bem remunerado, pois com um dia de trabalho ele consegue sustentar a casa por 364 dias! Acho que vou me candidtar ao cargo! :)

Eu amo o Natal! Mas.... tem gente que exagera nas declarações de amor...

Aqui na minha rua tem uma casa que mais parece um carro alegórico! Acho que a pessoa reuniu todos os enfeites de Natal de 5 gerações de sua família e colocou tudo de uma vez na casa! Não dá nem pra olhar por muito tempo, se ficar 5 minutos olhando você fica até vendo coisas, o mundo começa a ficar mais colorido, começa a rodar... é praticamente um alucinógeno.
Não estou exagerando, a casa está realmente, literalmente, totalmente enfeitadaa!

Será que isso é para o Papai Noel enxergar a casa deles primeiro?
Ou eles querem que a casa apareça no Google Earth como naquele filme "Um natal brilhante"?
Seja lá o que for, não é um comportamente normal. Eu tenho medo daquele lugar... ainda bem que não conheço os moradores, devem ser pessoas esquisitas.
Ah, e parece que a cada dia surge um novo enfeite. Toda vez que olho vejo algum pisca-pisca novo... Sinistro! Deve ter alguma competição pré-carnavalesca da casa mais enfeitada do bairro com temas natalinos e eu não tô sabendo...

--

Pessoas, estou com saudades de vocês e de postar aqui!
Porém a vida tá corrida, assim que os dias mais frenéticos passarem virei aqui com calma para escrever sobre as últimas novidades: Váários livros novos e viagem nas férias :)

BeijO*

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Stu, a cacatua

Acho que vou comprar o livro que deixou Sheldon bem animado na livraria quando estava em busca de algum que explicasse como fazer amigos - Stu, a cacatua.
Ou quem sabe até tentar o "The Friendship Algorithm" inventado por ele.



Preciso de alternativas ou orientação psicológica (ou psiquiátrica) porque, definitivamente, não sei fazer amigos. Não tenho o dom e as pessoas parecem fugir de mim.

Hoje o meu ônibus decidiu demorar mais que o normal na hora de voltar para casa, depois do curso de inglês. Como pego o mesmo ônibus, no mesmo horário toda semana, obviamente reconheci as pessoas que também esperavam por ele.
Todas os ônibus passaram e o ponto foi ficando vazio... até que ficamos apenas nós de Campo Grande esperando o querido S-07. Pensei com meus botões "Hmmm, uma boa oportunidade de fazer amigos, vou puxar assunto!". Sem saber bem o que fazer comentei, idiotamente, sobre a demora e tal. Para minha surpresa eles responderam gentilmente, ficando felizes por alguém ter quebrado o silêncio. Uma das garotas resolveu pegar outro caminho e só ficamos nós 3 (eu, a menina da bunda grande e o guri) lá.
A menina que ficou era bonita e depois que eu quebrei o gelo ela soltou a matraca. Como falavaaa! E o menino, obviamente, voltou toda atenção para ela (claro, ela estava com calça de ginástica e tinha a bunda grande, não há como concorrer com isso).
Por causa da minha atitude os dois que nem estavam se falando começaram a conversar freneticamente até que, pouco a pouco, fui me sentindo excluída do assunto. Quando percebi os dois estavam todos amiguinhos e eu, babaca, sozinha.

Aprendi a lição: Só puxar assunto com pessoas sozinhas. Assim não corro o risco de ser preterida e excluída da conversa.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

A dor que dói mais é aquela que não tem explicação, que médico algum poderia diagnosticar, que pessoa alguma poderia compreender.
Só quem sente sabe o que é.
Dói.
Dói demais.
E parece que não haverá cura.

domingo, 1 de novembro de 2009

Preferencial

Eu evito sentar naqueles assentos preferenciais em ônibus, trem, metrô e etc. Me sinto constrangida por estar no banco que não foi feito pra mim e, além disso, toda vez que eu sento entra alguém preferencial e eu tenho que levantar. Aí sinto a pessoa me olhando como se eu tivesse cometendo um crime por estar ali. Ei, se as pessoas estiverem ausentes nós podemos SIM sentar naqueles banquinhos.
Enfim, por essas e outras eu evito.
Mas semana passada eu estava muito cansada e já estressada da vida e não tive outra opção, o único banco livro era preferencial, sentei.
Parei e fiquei lendo aquele adesivo no vidro com as explicações sobre quem poderia sentar ali. Para minha surpresa eu me encaixava nas condições e, pela primeira vez, fiquei com a consciência tranquila por estar ali.
Veja se não tenho razão. O banco é especialmente para:

1 - Pessoas obesas (Sim, pessoas obesas, essa é nova e ainda colocaram um boneco extremamente gordo para ilustrar)
Estou acima do peso, basta olhar pra mim para saber disso. E se ainda assim houver dúvida, pegue calculadora, balança e fita métrica: vamos calcular meu IMC. O banco é meu por direito :D

2 - Mulheres grávidas
Devido à obesidade minha barriga gigante mais parece uma criança de 7 meses, me sinto como uma mulher grávida. E no aviso não especifica se a gravidez psicológica está excluída dos benefícios. Logo... também posso me sentar ali.

3 - Pessoas com bebês ou crianças de colo
Tenho uma relação quase maternal com minha mochila, um amor incondicional, coisa de mãe. E ela é muito pesadinha, mais que um bebê normal. É a minha bebezinha gorducha. Sim, minha mochila merece tanto quanto os bebês de verdade aquele posto no ônibus.

4 - Idosos
Eu sou uma jovem idosa. Tenho dores de velho, mentalidade de pessoa idosa e gosto de coisas que meus sobrinhos dizem que é de velho. Ou seja, sou uma velha. O lugar é meu.

5 - Pessoas com deficiência
Meus amigos vivem dizendo: 'Vivi, você tem problemas, não pode ser normal". E eu não discordo disso. Problemas psicológicos também são um tipo de deficiência se você pensar por um lado. Sou ansiosa, ciumenta, estressada e estou em depressão (quase). Ou seja, não estou em condições normais como a maioria da população.

Yuuupi! Sou preferencial, posso descansar minhas perninhas :D

P.S.: Aos desavisados: É óbvio que isso é uma brincadeira e sempre dou meu lugar para pessoas nessas condições, pois se tem uma coisa que eu respeito muito é isso. Embora as pessoas mal agradecidas nem segurem a minha mochila, rs.

sábado, 10 de outubro de 2009

Aviso

Só para constar: não morri.